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F2

Por pouco contato com Sóchi, Sette Câmara vê simulador como “boa vantagem” na rodada da F2

Sóchi volta ao calendário da F2 após dois anos de ausência, significando que a maior parte do grid desconhece o traçado. Para o brasileiro Sérgio Sette Câmara, é necessário um bom trabalho de simulador para entender a Rússia

Warm Up / Redação GP, de Porto Alegre
Sóchi está de volta ao calendário da F2 e já promete ser um desafio diferente para os pilotos. Em uma pista pouco utilizada por categorias formadoras, o brasileiro Sérgio Sette Câmara já prevê que o trabalho de simulador faça a diferença no fim de semana.
 
Isso porque Sette Câmara, assim como grande parte do grid da categoria, nunca correu em Sóchi. A pista, inaugurada em 2014 e presente no calendário da F1 desde então, só teve corridas da F2 em 2015.
 
“Este será um fim de semana bem diferente”, disse Sette Câmara. “A pista é novidade para a maioria dos pilotos do grid e, com isso, acredito que quem se dedicou mais no simulador sairá com uma boa vantagem”, seguiu. O brasileiro, aliás, compartilhou nas redes sociais o trabalho feito no simulador da equipe Carlin.
Sérgio Sette Câmara focou no simulador para ir bem em Sóchi (Foto: FIA Fórmula 2)
O trabalho de simulador é importante principalmente pelas características distintas de Sóchi, que pouco se assemelham às outras do calendário.
 
“O desenho da pista é bastante interessante. Apesar de ser um circuito de rua, é bastante rápida e acredito que irá nos oferecer pelo menos dois bons pontos de ultrapassagem. Me lembrou muito a pista de Baku, a minha preferida do calendário. Espero seguir a minha trajetória das últimas provas e seguir acumulando muitos pontos”, encerrou.
 
Sette Câmara é sexto colocado no calendário da F2. O brasileiro soma 142 pontos e já soma sete pódios em 2018. Falta, ainda, a primeira vitória na temporada. Para tal, restam quatro oportunidades – as duas de Sóchi e duas em Yas Marina. A rodada na Rússia acontece neste fim de semana, com corridas em 29 e 30 de setembro.