Sette Câmara se diz preocupado “com algumas coisas”, mas sai feliz: “Não posso desvalorizar o segundo lugar”

Brasileiro da Carlin aponta problemas no carro durante o qualifying que o fizeram largar em sexto e comenta a manobra espetacular contra Artem Markelov na última volta.

O segundo lugar no GP do Bahrein, corrida de estreia da temporada 2018 da F2, deixou Sergio Sette Câmara feliz da vida. Elogiado por todos pelo seu desempenho na prova, vencida por Lando Norris, o piloto da Carlin ganhou quatro posições logo na largada e conquistou seus primeiros pontos no ano.


Ao final da prova, Sette Câmara apontou alguns problemas no diferencial do seu carro e na velocidade de reta. “Tem alguns probleminhas no meu carro que não conseguimos resolver, por enquanto. Espero resolver isso o quanto antes”, disse, em entrevista ao SporTV.

Estes problemas atrapalharam o brasileiro no qualifying de ontem e o fizeram sair atrás no grid, na sexta colocação. “Não era a posição ideal para começar a corrida, mas estou feliz por ter feito uma ótima largada, mostrei maturidade e consegui este resultado”, disse.
Sérgio Sette Câmara comemora segundo lugar no Bahrein (Foto: FIA F2)

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Sobre o que espera da Carlin para esta temporada, o piloto enxerga um carro competitivo nas mãos para dar o salto que todos esperam para chegar à Fórmula 1 no próximo ano. “Eu sou muito grato em estar onde estou, sei que muita gente queria estar nesta equipe, então, me sinto muito feliz”.


Ainda um pouco nervoso ao final da prova, Sette Câmara disse que ainda há muita coisa para acontecer na temporada e não há tempo para relaxar até sentir que tudo está em ordem. “Já passei muitas vezes por isso, é minha quarta temporada de fórmula. Tem algumas coisas que ainda estou muito preocupado que a gente precisa ajustar, mas não posso desvalorizar esse segundo lugar”.

A manobra espetacular de defesa na tentativa de ultrapassagem de Artem Markelov na última volta também foi motivo de comemoração do brasileiro. “O (Daniel) Ricciardo fez algo parecido no (Sebastian) Vettel em Monza — eu gosto muito dessa ultrapassagem —, o espremi para o lado de dentro, voltei a abrir e sabia que ele não ia esperar que eu voltasse. Nossos pneus estavam de igual pra igual, então, valia a pena. Foi um risco calculado", sorriu o piloto brasileiro, referindo-se ao GP da Itália do ano passado. 
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