Guia F-E 2016/17: Grid da F-E surge fortalecido por apoio de marcas icônicas e revela salto de competitividade

A F-E vem crescendo rapidamente desde sua estreia e alcançou tamanho nível técnico que já atrai a atenção de montadoras tradicionais, interessadas no desenvolvimento de tecnologias para veículos elétricos de rua. Nesta terceira temporada de sua história, a categoria vai apresentar um grid fortalecido por nomes icônicos como Jaguar e BMW, além de uma participação maior da Audi

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A F-E chega para sua terceira temporada com um grid expressivo e fortalecido por marcas icônicas, contrariando o ceticismo e o olhar desconfiado que se colocou sob os monopostos elétricos quando estes alinharam pela primeira vez nas ruas de Pequim, há pouco mais de dois anos. A verdade é que a inovadora categoria cresceu vertiginosamente desde sua estreia e provou ser um campeonato sólido o suficiente e de credibilidade para atrair cada vez mais a atenção de grandes patrocinadores, pilotos de renome e, especialmente, das principais fabricantes do setor automotivo. A ideia da sustentabilidade já está na vanguarda e a muito deixou de ser apenas o futuro. Atualmente, as montadoras de atuação global trabalham intensamente no desenvolvimento de tecnologias limpas, e a F-E surge como uma peça chave como campo de evolução, testes e visibilidade mundial. Assim sendo, não é surpresa alguma que o campeonato alcance sua terceira edição envolto em grande interesse das mais importantes fábricas de automóveis.

 
Se há duas temporadas, nomes como Renault, Williams, McLaren e Audi – ainda sem o caráter de equipe de fábrica – colocaram fé no projeto, agora o investimento se revela mais do acertado. E o fato de surgirem novas concorrentes apenas serve de resposta às dúvidas de outrora. Tanto é assim que, no próximo domingo, dia 9 de outubro, quando os carros se posicionarem para a largada do eP de Hong Kong, a categoria deve se revelar ainda mais competitiva e abastecida com marcas como a Jaguar e a BMW, que se juntam à Audi, Mahindra, Citroën/Peugeot e à bicampeã Renault.
 
O grid, que volta a ter 20 carros neste ano, vai exibir uma quantidade tão forte de fabricantes que pode ser comparado até mesmo à F1, ainda a maior categoria de monpostos do planeta. Só que, com uma diferença fundamental, a F-E ainda tem espaço para crescer e novas tecnologias para absorver em um regulamento inteligente e aberto.
Eis o carro da Jaguar para a estreia na F-E (Foto: Jaguar Racing)
A VOLTA DO GATO
 

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Um dos anúncios mais aguardados para a terceira temporada da F-E foi, de longe, o da Jaguar. A fábrica já vinha ensaiando a entrada no campeonato e acabou por confirmá-la no mês passado – na verdade, a chegada da marca inglesa ao campeonato se concretizou de fato em dezembro último, quando a equipe de Jarno Trulli desistiu da categoria. A oportunidade deu à Jaguar tempo para se preparar e trabalhar em seu carro e trem de força. A homologação da FIA veio no dia 1º de junho. Mas agora a ordem dentro da equipe é tentar aprender ao máximo, já que não dispõe dos dados de acerto e gerenciamento de energia como suas rivais mais experientes no campeonato.
 
Ainda assim, a fábrica chega com força e trazendo todo o respeito de sua história no automobilismo e no mercado automotivo. A Jaguar retorna às pistas em alto nível 12 anos após uma trajetória fracassada na F1 – como equipe, a marca esteve no Mundial entre os anos de 2000 a 2004. A sua saída deu lugar a Red Bull. Agora, o projeto surge fortalecido, contando com um expressivo apoio da Panasonic e em uma configuração administrativa e técnica bem diferente, que tem por atrás gigante indiana Tata. E com dois pilotos estreantes ao volante de seus carros: o norte-irlandês Adam Carroll e neozelandês Mitch Evans. Ainda que novatos, ambos possuem currículos de peso nas principais categorias de base do esporte a motor pelo mundo.
 
“Hoje representa um novo capítulo na história da Jaguar Racing. Como a primeira montadora premium de carros na F-E, nós estamos orgulhosos por voltar ao topo do automobilismo. O futuro está mudando, e nós somos parte dessa mudança”. Assim definiu Gerd Mauser, que também é diretor-executivo da Jaguar Land Rover, a entrada no campeonato. 
 
OS BÁVAROS TAMBÉM ESTÃO NESSA
 
A BMW é outra que vem desenhando a entrada na F-E. A montadora alemã decidiu entender o campeonato antes de um envolvimento como equipe de fábrica. Prudente, a marca optou por firmar uma parceria técnica e financeira com a Andretti. A decisão, logicamente, é usar todo o conhecimento adquirido pela esquadra chefiada pelo compete Michael Andretti para adquirir dados e informações para o futuro. Inicialmente, o acordo entre alemães e americanos é de duas temporadas. Depois, a BMW deve avaliar uma entrada total no campeonato a partir da quinta edição. 
 
“Ao longo dos próximos anos, a cooperação com a Andretti F-E vai primeiramente focar em nos familiarizar com os procedimentos e processos, e intensificar nosso conhecimento. Nosso piloto de fábrica, António Félix da Costa, vai estar em atividade a bordo do carro. O trabalho de envolvimento é então algo concebível a partir da quinta temporada. A premissa para todas essas etapas é o desenvolvimento positivo da categoria, o que inclui aumentar a capacidade das baterias, por exemplo”, disse Jens Marquardt, diretor-esportivo da BMW.
 
Inclusive, a fabricante germânica já deu início a um envolvimento significativo no desenvolvimento do trem de força para o carro da Andretti. Além de Félix da Costa, a equipe de Indianápolis vai contar com os serviços do holandês Robin Frijns.
BMW na F-E? Sim, você não leu errado (Foto: BMW)
A FORTE CONCORRÊNCIA DAS ARGOLAS
 

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Dando sequência à invasão alemã, se tem a Audi. Além da BMW, o campeonato dos carros elétricos também possui o envolvimento da fabricante de Ingolstadt, por meio da tradicional equipe ABT, e isso desde a temporada de estreia, mas agora essa participação tende a crescer. Até por conta do alto investimento que a fábrica faz nos carros da LMP1 do Mundial de Endurance, que também possuem como chamariz as tecnologias limpas, além dos carros de rua.
 
Por isso, a marca das quatro argolas, que pertence ao grupo Volkswagen, deseja um conhecimento maior dentro da categoria dos protótipos inteiramente elétricos. Em um primeiro momento, o objetivo é garantir um sólido apoio financeiro e técnico para a temporada que começa neste fim de semana. Aí, então, a fabricante vai tornar o time liderado por Hans-Jurgen Abt em sua equipe de fábrica para o campeonato seguinte.
 
"A Audi tem consistentemente usado o esporte a motor para testar e desenvolver novas tecnologias para uso subsequente na nossa produção. Com o Quattro, revolucionamos o rali e depois fizemos o padrão para corrida em circuito também. Nas 24 Horas de Le Mans, a Audi foi a primeira fábrica a alcançar vitórias com um motor TFSI, um TDI e um carro híbrido, então já escrevemos a história do esporte a motor em várias ocasiões", avaliou o chefão da marca alemão, Wolfang Ulrich. 
 
"Agora nossa intenção é continuar fazendo isso, mas com o automobilismo completamente elétrico. A F-E, com as corridas sendo realizadas no coração das grandes cidades, é o palco ideal para a proposta, e a ABT Schaeffler é uma parceira lógica para nós", completou.
 
Mais uma vez, a esquadra terá o brasileiro Lucas Di Grassi ao lado do alemão Daniel Abt. E a expectativa agora é que a equipe consiga realmente fazer frente à rival e.dams, que na temporada passada acabou ficando com o título. 
Audi intensificou a participação na F-E por meio da ABT (Foto: Formula E)
A SUPREMACIA FRANCESA
 

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Outra marca global que está envolvida com a F-E desde o início é a Renault, por meio da e.dams – equipe que tem como parceiros o tetracampeão Alain Prost e o fundador do time, Jean-Paul Driot. A fábrica francesa foi uma das primeiras a apostar no sucesso da categoria e, desde a temporada passada, vem investindo pesado no desenvolvimento do trem de força, lançando mão da abertura do regulamento técnico, que prevê mais liberdade de evolução às fábricas. O resultado: são dois títulos.
 
Agora, diante de uma participação ainda mais sólida, a e.dams inicia o campeonato novamente como favorita, tendo em suas garagens o suíço Sébastien Buemi, que na temporada passada travou uma acirrada batalha pelo título contra Lucas Di Grassi. Buemi venceu em uma dramática rodada final, mas esquadra gaulesa se mostrou mais competitiva que o time alemão durante toda a disputa. Nicolas Prost segue como companheiro de Sébastien nesta temporada. 
 
"Temos um bom time operacional e parceiros na Renault que trazem suporte técnico. Temos dois pilotos fortes que se complementam. Em todas as áreas existe cooperação e coesão, o que é incrivelmente importante. É um crédito para todo mundo, e nossa motivação está maior que nunca. Ainda que o desafio à nossa frente seja muito forte", afirmou Prost durante a apresentação do carro.
 
Além da e.dams, a Renault vai trabalhar com a chinesa Techeetah – que adquiriu os espólios da Aguri, que encerrou suas atividades na temporada passada. Fazendo a estreia na F-E, a equipe fechou um acordo de cooperação técnica com a montadora francesa para o uso do trem de força.
Azul é a cor mais quente – o layout da e.dams para a terceira temporada da F-E (Foto: Renault)
A REAL FORÇA INDIANA
 

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Conhecida pela produção de veículos elétricos no mundo, a Mahindra que está envolvida no campeonato desde sua estreia em 2014. É bem verdade que a equipe viveu um início de vida na F-E pouco competitivo, mas tomou as rédeas o desenvolvimento técnico e do trem de força a partir da segunda temporada, e o caminho parece ter sido acertado ao investir no regulamento mais aberto da série. 
 
Ainda, o time se mostrou bem mais competitivo nos recentes testes coletivos, e a nova dupla de pilotos também deve proporcionar resultados mais fortes aos indianos. Para a disputa 2016/2017, o experiente Nick Heidfeld segue com a esquadra, que trouxe para o lugar de Bruno Senna o sueco Felix Rosenqvist, campeão da F3 Euro em 2015.
 
MAIS UM GAULÊS
 
A DS, marca do Grupo Peugeot-Citroën, resolveu emprestar seu desenvolvimento técnico à Virgin na temporada passada. Mas a insistência do time de Richard Branson na experiência dos dois motores não funcionou e gerou um atraso significativo de competitividade. Por isso, a empresa da francesa optou por trabalhar em seu próprio trem de força para a terceira temporada da F-E, além demais concepções tecnológicas
 
"Desenvolvemos um carro completamente novo: nova caixa da marcha, novo motor, novo MGU, tudo novo. Então, para nós é um pouco mais difícil comparar com outros times, que adaptaram seus carros desde o ano passado. Porque nós começamos do zero, temos mais preparação pendente que outros times. É muito difícil reduzir a diferença em um ano, mas se mudamos tudo é porque entendemos melhor a tecnologia, como aumentar a eficiência do carro e como gerenciar a energia durante a corrida", disse Xavier Mestelan, diretor de desempenho da empresa.
 
A outra grande sacada da equipe foi, sem dúvida, a contratação do argentino José María ‘Pechito’ López, tricampeão do Mundial de Carros de Turismo com a Citroën. Sam Bird formará a dupla do time.
 
Além das montadoras com largo orçamento e potências da economia mundial, a F-E também terá no grid companhias chinesas que desenvolvem projetos de carros de rua elétricos. Uma delas, a NextEV, envolvida com a antiga equipe China, que tem Nelson Piquet como piloto, e Faraday Future, que uniu forças à Dragon, equipe fundada por Jay Penske and Steve Luczo. Também tem destaque nesta lista o trabalho da monegasca Venturi com carros elétricos e a equipe própria no campeonato. 
López fez boa pré-temporada (Foto: F-E)
COM CARA DE F1

Embora não se aplique para a terceira temporada, um anúncio para o quinto ano da F-E já chama bastante atenção. A gigante Mercedes decidiu também investir pesado na categoria dos carros elétricos e com a mesma estrutura da F1. Quer dizer, o interesse futuro demonstrado pela bicampeã do Mundial por si já deixa claro o potencial de crescimento e competitividade que cerca a F-E.

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