Chefe da F-E dá de ombros para título de Campeonato Mundial da FIA: “Hoje não faz muita diferença para nós”

De acordo com Alejandro Agag, a F-E só não recebeu a homologação de Campeonato Mundial da FIA por vontade própria. A ideia da categoria elétrica é evitar as altas taxas cobradas sobre campeonatos como a F1, o Mundial de Endurance e o Mundial de Rali

A F-E, apesar de estar caindo no gosto do povo e realizar provas em três continentes, ainda não recebeu a chancela de Campeonato Mundial da FIA. Apesar de ser homologada pela entidade, a categoria elétrica ainda não é posta no mesmo nível de campeonatos como a F1, o Mundial de Endurance e o Mundial de Rali.
 
Mas isso não preocupa Alejandro Agag, chefão da F-E. O dirigente deixa claro que a falta de chancela é uma decisão da própria categoria elétrica, que não está disposta a pagar as taxas impostas pela FIA.
 
“Nós poderíamos ser um Campeonato Mundial hoje mesmo, e temos a qualificação para isso, corremos ao redor do mundo e contamos com duas grandes montadoras. Mas a diferença em taxas que a FIA cobra é enorme e, sendo honesto, hoje não faz muita diferença para nós. Ninguém faz o que fazemos hoje, nós somos únicos”, explicou Agag.
Alejandro Agag não se importa muito com as chancelas da FIA (Foto: Reprodução)
As taxas em questão seriam aplicadas sobre as equipes, que, em geral, contam com um orçamento bastante limitado.
 
“Controle de custos é uma coisa importante para nós, e é importante para as equipes. O status de Campeonato Mundial não é uma prioridade no momento, mas no futuro isso pode mudar”, seguiu.
 
A F-E já iniciou os preparativos para sua terceira temporada, a 2016/17. A primeira bateria de testes foi realizada durante esta semana, em Donington Park.
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