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Chefe da Venturi defende pista curta do eP de Mônaco, e Massa vê versão “mais ou menos igual” da F1

Susie Wolff, a chefe da Venturi, e Felipe Massa, piloto da equipe, tratam do eP de Mônaco como personagens da casa que são, visto que a equipe é monegasca e Massa mora no Principado. Os dois não são da opinião de que a Fórmula E deveria buscar correr de qualquer forma num traçado igual ao adotado pela F1. Para eles, o circuito curto é válido
Warm Up / Redação GP, do Rio de Janeiro
 Susie Wolff vai ser a nova chefe de Felipe Massa na Formula E (Foto: Venturi)

Na temporada da Fórmula E que começa no próximo mês de dezembro, a categoria vai ao Principado de Mônaco pela terceira vez. Novamente, a discussão sobre o traçado adotado na pista foi fruto de diversas opiniões, mas a FIA ganhou a queda de braço e confirmou a corrida uma versão mais curta que a adotada pela F1. Susie Wolff e Felipe Massa não se incomodam. 

Na versão da FE do traçado, o trecho entre a Massenet até a chicane da frente do porto é deixado de lado.
 
O piloto, que estreia na categoria exatamente nesta temporada, avaliou que as diferenças não são tão bruscas e que o mais importante é que o espetáculo seja garantido.
 
"É mais ou menos a mesma pista, apenas com algumas curvas de diferença no final. Não é uma grande mudança. Para mim, a FE precisa fazer o que for melhor para o seu campeonato, não é porque a F1 está fazendo algo que eles precisam fazer igual", pontuou.
 
"É a mentalidade do campeonato, e espero que possamos ter uma boa corrida no circuito curto. É a única coisa que eu espero", finalizou.
O último sábado de FE em Mônaco (Foto: Dragon)
Chefe de Massa na Venturi, Susie Wolff foi enfática: sempre foi favorável à prova no circuito mais curto, que já se tornou tradicional na categoria. 
 
"Eu certamente me manifestei bem claramente sobre o circuito curto, todo mundo tem uma opinião sobre isso. Para mim, o mais importante de correr em Mônaco é criar um espetáculo, uma grande corrida para a FE, tanto faz se na pista longa ou curta", disse.
 
"Eu acredito que a pista curta dá uma corrida melhor para a FE na plataforma própria da categoria. Não precisa correr na mesma pista só porque a F1 faz isso", seguiu.
 
Derrotado na disputa com a FIA, Alejandro Agag vê a categoria que criou começar mais um ano em 15 de dezembro.