Di Grassi diz que divisão de pilotos entre F-E e WEC se tornou incômoda e crava: “No futuro, terão que escolher”

Lucas Di Grassi não acredita que a divisão de pilotos entre a F-E e o WEC vão demorar muito mais. Fora do Mundial de Endurance com a saída da Audi, Di Grassi vê a F-E como cada vez mais uma categoria que exige o foco dos pilotos, e acha que logo, guiar pelas duas será impraticável

 

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Lucas Di Grassi irá focar apenas na F-E a partir de 2017. Com a saída da Audi do WEC, o vice-campeão do Mundial de Endurance resolveu que a F-E será o único campeonato em que vai disputar a temporada completa. Mas mais que isso: Di Grassi acredita que a categorias dos monopostos cresceu o bastante para dificultar que pilotos se dividam entre ela e outra categoria do tamanho do WEC.

 

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Segundo Di Grassi, as equipes da F-E, cada vez mais abastecidas por montadoras, avaliam como prioridade que os pilotos disputem até o final. Em casos como o conflito de datas de julho de 2017, quem optar por guiar no WEC perderá não apenas uma corrida da F-E, mas as duas da rodada dupla de Nova York. É uma pontuação alta demais para quem pensa em conquistar título.

 
"Todo mundo quer ter uma escalação completa na F-E, e alguns times têm um grande problema. Especialmente porque não é só uma corrida, são duas. Quem deixar de correr na F-E pelo WEC, bom, é escolha deles. Um carro LMP1 pode ser guiado por dois pilotos numa corrida de seis horas. Fizemos isso ano passado em Nürburgring quando Benoît [Tréluyer] se machucou", lembrou em entrevista ao site norte-americano 'Motorsport.com'.
Di Grassi é recebido com festa (Foto: Reprodução)
"Acho que depende de como o campeonato está. Se você não tem chance de ser campeão numa das categorias mas tem na outra, a decisão é bem fácil. Mas eu sei que os contratos obrigam os pilotos a priorizar um campeonato ou outro. Para o pessoal que guia por fábricas diferentes é muito mais difícil", declarou.
 
"No futuro, creio que terão que escolher um ou outro. A F-E está se tornando cada vez mais séria, exigindo muitos esforços e recursos – e isso inclui pilotos", seguiu.
 
Mas e o próprio Di Grassi, vai correr só as provas da F-E? Segundo ele, não. Quer fazer o que chamou de "provas especiais", mas nada de outro campeonato.
 
"Tenho uma proposta das 24 Horas de Daytona, e gostaria de correr as 24 Horas de Nürburgring e o Campeonato Mundial de GT em Macau. Não quero outro campeonato completo em paralelo, mas adoraria correr algumas provas durante o ano. Isso é provavelmente o que eu farei no futuro. Se eu puder voltar a Le Mans com uma chance de vencer, definitivamente vou. Já estou em conversas no paddock e, se alguns times colocarem um terceiro carro, talvez me convidem", encerrou.
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