eP de São Paulo encara “maior desafio” e mira ampliar capacidade de público no futuro

Guilherme Birello, organizador da prova, revela que tema tem sido discutido para as próximas edições do evento

O eP de São Paulo se aproxima de sua segunda edição, marcada para 16 de março, na Zona Norte da capital paulista. Com contrato com a Fórmula E até 2027, a organização afirma ter demanda para aumentar a capacidade de público para as próximas temporadas, algo que representa um desafio em decorrência do espaço físico onde o circuito é montado.

Atualmente, o Sambódromo do Anhembi comporta 27 mil expectadores, número que a Fórmula E pretende aumentar, mas precisa encontrar uma solução para montar outras arquibancadas. Quando a Indy correu no local, por exemplo, montou uma área fora do palco do desfile das escolas de samba de São Paulo, que ficou ao lado do Clube Espéria, na Rua Marechal Leitão de Carvalho.

“Nosso maior desafio é fazer o evento caber dentro do Sambódromo, pois somos ‘pressionados’ pela Marginal Tietê. Temos potencial para receber muito mais do que os 27 mil expectadores. Temos de pensar em como expandir isso para fora do Sambódromo, que é algo que vai acontecer nas próximas corridas, já estamos ficando pequenos”, declarou Guilherme Birello, organizador da prova, em entrevista coletiva na qual o GRANDE PRÊMIO esteve presente.

Para a edição de 2024, Birello afirmou que os carros vão completar voltas mais rápidas com relação ao ano passado, em decorrência de reformas no traçado.

Organização terá desafio em aumentar capacidade de público no futuro (Foto: Envision)

“O ponto mais importante é tínhamos um bump — ondulação na pista — na [Avenida] Olavo Fontoura, antes da chicane, e ele foi consertado. Era uma boca de lobo, que foi rebaixada”, destacou.

“Houve uma reforma no piso do Sambódromo visando o Carnaval, não foi uma demanda da Fórmula E, mas tivemos de acompanhar pelo impacto na pista. Nossa única atenção é garantir que a pigmentação daquele concreto possibilite a aderência da nossa pintura, assim permitindo que os carros tenham aderência na reta. Os tempos serão mais baixos”, completou.

Como intuito da Fórmula E é promover questões acerca da sustentabilidade, a organização destacou que o eP de São Paulo encerra uma série de eventos ao longo da semana que promovem a discussão em torno do tema, sobretudo, fora da pista.

“A Fórmula E chega com uma caravana. Desde segunda-feira [anterior à corrida], tem Giro Summit, Semana da Sustentabilidade — que acontece junto da Prefeitura de São Paulo — tem o FIA Girls on Track e outros programas que acontecem ao longo da semana que envolvem o ecossistema da Fórmula E. Falamos muito sobre educação, sustentabilidade, questões sobre matriz energética e outros temas para melhorar o nosso futuro”, encerrou.

Fórmula E retorna agora entre os dias 15 e 16 de março, com o eP de São Paulo, que terá cobertura ‘in loco‘ do GRANDE PRÊMIO. O GP é emissora oficial da Fórmula E no Brasil e transmite todas as atividades de pista AO VIVO e COM IMAGENS no YouTube e no Kwai.

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