Montreal anuncia cancelamento de etapa da Fórmula E em 2018, e prefeita dispara: “Fiasco financeiro”

A prefeita recém-eleita de Montreal, Valérie Plante, anunciou que a cidade não irá sediar o fim da temporada 2017/18 da Fórmula E. A edição de 2017, segundo ela, deixou muito a desejar para a cidade em termos financeiros e a categoria foi irredutível nas negociações para os dois próximos anos

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O calendário da temporada 2017/18 da Fórmula E sofreu mais um abalo na tarde desta segunda-feira (18): o eP de Montreal, que sediou a final do campeonato passado e estava marcado para desempenhar o mesmo papel nesta jornada foi cancelado. A decisão foi tomada pela cidade canadense e anunciada pela prefeita Valérie Plante.

 
O eP de Montreal de 2017 teve um custo total de US$ 24 milhões – cerca de R$ 78,9 milhões em cotação do dia – pagos durante o curso de seis anos, mas não deu o retorno financeiro esperado. A primeira saída procurada pela cidade foi mudar a corrida para o Circuito Gilles Villeneuve, onde corre a F1, mas os carros da FE não são próprios para este tipo de circuito.
 
O cancelamento agora faz com que o eP de Nova York seja, ao menos por enquanto, o último da temporada atual.
"Ficou claro em maio de 2017 que estávamos nos direcionando para um fiasco financeiro. Em novembro do ano passado o povo de Montreal decidiu que queria tomar sua cidade de volta. Precisamos atender seus desejos, e a Fórmula E não fez isso", afirmou a prefeita, que foi eleita no começo do mês passado ao superar o antigo incumbente, Denis Coderre, na eleição local. 
Valérie Plante (Foto: Reprodução)
"Os administradores da Fórmula E me disseram que não dava para nos dar um ano porque tinham que dar respostas aos acionistas. Eu disse que tenho que dar explicações para o povo de Montreal. É o limite que nós damos: a FE não voltará a Montreal sob estas condições", seguiu.
 
Como a cidade de Montreal havia assinado um contrato válido por três anos com a Fórmula E, agora encara uma multa por quebra contratual. A questão, porém, é que ainda existe a chance de que a cidade encontre uma solução para 2019, embora a relação entre as partes não esteja das melhores.
 
O cancelamento da corrida canadense é a segunda num espaço de um mês no que diz respeito à FE. O outro caso foi justamente o do eP de São Paulo, bloqueado por conta do plano de privatização que a prefeitura local tem para com o Complexo do Anhembi, onde seria realizada a prova.
 
Resta lembrar que as corridas estreantes do campeonato, em Roma e Zurique, ainda não contam com calendário definido.
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