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Rosenqvist diz que chance na Ganassi é “sonho que se realiza”, mas não descarta retorno à FE

Felix Rosenqvist vai ter um novo desafio para 2019: assumir um dos carros da Ganassi na Indy. Entretanto, apesar de bastante animado com a chance e com o sonho que vai se realizar, espera um dia poder voltar para a Fórmula E

Warm Up / Redação GP, de São Paulo
Felix Rosenqvist vai ter a missão de assumir um dos carros da Ganassi na Indy em 2019. Entretanto, o piloto deixou claro que apesar de bastante animado com a oportunidade, que vê como um sonho que se realiza, não descarta uma possível volta para a Fórmula E no futuro.
 
O campeonato dos carros elétricos começa neste final de semana, na Arábia Saudita. O sueco vai substituir Pascal Wehrlein na Mahindra na primeira etapa do ano, já que o alemão ainda está envolvido contratualmente com a Mercedes.
 
Rosenqvist teve uma passagem positiva pela categoria, onde conquistou três vitórias nas duas últimas temporadas. Agora, alinha pela última vez no grid no eP de Ad Diriyah, ao menos por enquanto. “Em curto prazo, provavelmente sim [é a última vez na categoria]. Em longo prazo, tenho ambições em voltar para cá em algum momento”, disse em entrevista ao ‘Autosport’.

“Esse campeonato fez muito por mim e sempre gostei de estar aqui. É claro que agora eu tenho um novo desafio e é algo que estou realmente animado, é como um sonho que se torna realidade”, seguiu.
Felix Rosenqvist (Foto: Reprodução/Twitter)
“Esse é o principal objetivo agora, mas você nunca sabe, eu posso voltar em algum momento. Já havia dito que caso houvesse qualquer situação em que a Mahindra precisasse de outro piloto, eu estaria pronto”, complementou.
 
Sobre a nova oportunidade na carreira, afirmou que era a hora certa de deixar a FE e realizar o sonho de guiar para a Ganassi. “Estou chegando à idade em que, se tivesse ficado na Fórmula E, talvez fosse o lugar onde ficaria por muito tempo”, comentou.
 
“Isso seria ótimo, mas senti que tinha a oportunidade em uma das melhores equipes norte-americanas, da Indy, talvez uma oportunidade que só se tem uma vez. Não vejo uma oportunidade assim vindo novamente no futuro, então é um daqueles momentos em que você joga a moeda e diz ‘ok, vamos fazer isso’”, completou.
 
Por fim, Rosenqvist comentou sobre o grande crescimento da FE, mas como queria assumir o desafio da Indy. “Não estou pensando que em oito anos volto para a FE. Apenas penso que se fizer um bom trabalho, vou ser capaz de fazer as coisas”, opinou.
 
“Muitas pessoas dizem que a FE está crescendo e é o lugar certo par se estar, e concordo. É verdade, é realmente um grande campeonato agora. Mas de um ponto de vista esportivo, queria muito fazer a Indy. E não me importo com dinheiro ou o que seja, quero pilotar lá e é a principal razão de estar lá”, encerrou.