Wehrlein lamenta abandono na estreia e minimiza dificuldade de gerenciar energia na FE: “É bem fácil”

Pascal Wehrlein havia começado a história dele na Fórmula E de forma promissora. Boa classificação, à frente do companheiro e em posição de brigar por um pódio. Mas uma batida totalmente aleatória na largada custou o resto da prova. Mesmo assim, Wehrlein gostou do que viveu e viu facilidade em controlar a energia dos carros

A estreia de Pascal Wehrlein na Fórmula E foi num dia de fortes emoções. O ex-piloto da F1 pegou o carro após a ausência da etapa inicial do campeonato e mostrou desenvoltura, foi bem na classificação, mas abandonou a corrida logo na primeira volta. Mas a equipe dele, a Mahindra, ganhou a corrida. No fim, o alemão considerou o dia proveitoso e mostrou extrema tranquilidade com o temido gerenciamento de energia. 
 
Wehrlein não conseguiu completar uma volta sequer. Na confusão na largada causada por Jean-Éric Vergne, o pelotão intermediário encaixotou e Lucas Di Grassi acabou abalroando a Mahindra de Pascal por trás. O que impediu, na opinião dele, uma corrida em que poderia de ficar "perto de onde Jérôme ficou". O companheiro Jérôme D'Ambrosio largou atrás dele, mas venceu a corrida prova.
 
Questionado sobre se crê que vai conseguir chegar aos mesmos níveis de tratamento de energia quanto D'Ambrosio, minimizou o desafio. 
 
"Sim, não é tão difícil. Claro que você precisa de um pouco de experiência para decidir o que fazer em situações de corrida, mas no fim das contas não é tão difícil", afirmou à versão latina do site norte-americano 'Motorsport.com'. 
Pascal Wehrlein (Foto: Xavi Bonilla/Grande Prêmio)

"Nós temos metas que precisamos alcançar, é fácil. Treinamos muito no simulador. É como a classificação: temos nossos procedimentos. Uma vez que entra na sua cabeça, não sai mais", relatou.

 
Mesmo com a participação relâmpago no eP de Marrakech, ele aprovou o que aprendeu no dia. 
 
"Aprendi muito sobre a FE, tirando a corrida. É um dia cheio, começa muito cedo – nós guiamos à noite [ainda estava amanhecendo quando começou o primeiro treino livre]. Eu gostei muito, realmente aproveitei. É um dia cheio de pista e com menos conversa, sem tantas reuniões para encontrar o último décimo em cinco horas", falou.
 
"O primeiro fim de semana com a equipe – testes são sempre diferentes porque você tem um programa, mas [em fim de semana] você começa o TL1 e reage com o que preferir ter no carro", apontou.
 
A FE volta neste fim de semana, em Santiago.

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