WGP: Mercedes sem respostas na F1, 20 anos daquele GP da Áustria + MotoGP na França

A Mercedes continua batendo cabeça para não dar a temporada 2022 da Fórmula 1 como perdida e agora se prepara para o teste final, em Barcelona

A Mercedes começou o fim de semana em Miami vendo a luz no fim do túnel. Já no segundo treino livre, George Russell surpreendeu a todos e fez o melhor tempo. E não parecia ser obra do acaso: as atualizações levadas para o W13 estavam surtindo efeito. Ao menos nas imagens, o carro aparentava mais estabilidade.

Veio a classificação, e algo desandou no meio do caminho. De candidato à pole-position, Russell caiu no Q2. Lewis Hamilton ficou com o sexto melhor tempo, mas muito distante de desbancar Red Bull e Ferrari da primeira fila.

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Toto Wolff admitiu que o carro ainda “quicava feito um canguru”. Depois, na corrida, mais confusão, dessa vez envolvendo a estratégia de pit-stop de Hamilton durante o safety-car. Sem ter pneus médios para calçar o carro do heptacampeão, a equipe cantou a bola para ele. Que ficou muito contrariado. “Nesse cenário, a equipe diz que a escolha é sua e eu não tenho todas as informações e dados para tomar essa decisão. Esse é o seu trabalho, então tome a decisão por mim já que possui todos os detalhe”, disse o inglês

O bate-cabeça da Mercedes, que parece não se entender nem quando acerta, foi um dos temas do WGP desta quinta-feira (12), o programa comandado pelas jornalistas do Grande Prêmio Evelyn Guimarães, Juliana Tesser, Ana Paula Cerveira e Luana Marino.

O programa ainda falou sobre o repentino anúncio da saída da Suzuki da MotoGP ao final da temporada 2022 e também relembrou os 20 anos do polêmico GP da Áustria de 2002, em que a Ferrari deu ordens para Rubens Barrichello deixar Michael Schumacher vencer.

Assista ao programa!

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