WGP recebe Mary Lisboa e discute episódios de assédio e machismo em Interlagos

Por que o setor G de Interlagos é uma terra de ninguém em que as mulheres são diminuídas? Esse foi um dos assuntos do WGP desta quinta-feira (25)

O público feminino que se apaixona pelo Fórmula 1 é cada vez maior. Seja por ‘Drive to Survive’ ou pelo interesse na competição, a presença das mulheres é forte na torcida. O problema é a torcida masculina. É o homem que vai a Interlagos, por exemplo, e se julga no direito de assediá-las, de importuná-las, de fazer com que não se sintam em paz.

Por isso, o WGP desta quinta-feira (25) recebeu a também jornalista e amante do esporte a motor, Mary Lisboa, que foi vítima de assédio e machismo. Numa reação extremamente corajosa, ela gravou e expôs os atos degradantes de alguns “torcedores”. Ainda assim, fica o questionamento: por que mulheres têm de se submeter a um código de conduta e não serem livres? Por que o setor G de Interlagos é uma terra de ninguém em que as mulheres são diminuídas?

Foi o assunto do programa, que teve Evelyn Guimarães, Juliana Tesser e Ana Paula Cerveira, além da produção de Rodrigo Berton. Os participantes do WGP dissecaram o assunto com quem foi ao GP de São Paulo de Fórmula 1 e passou por tudo isso: não ter paz para torcer para Lewis Hamilton, Max Verstappen ou quem quer que seja.

Assista ao programa!

ASSÉDIO NA F1: MULHERES SOFREM PARA VER HAMILTON x VERSTAPPEN | WGP
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