O combo anúncio e preparação das 500 Milhas de Indianápolis coloca Fernando Alonso no centro das atenções. Mas o bicampeão mundial não é qualquer estranho a estar no olho do furacão. Aliás, pelo contrário, ele já está acostumado

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10 – Crashgate

 

O malfadado 'Crashgate' fica com o décimo lugar porque, apesar de colocar Fernando Alonso no olho do furacão, não teve o espanhol como protagonista. Um conluio na Renault, no GP de Singapura de 2008, terminou em Nelsinho Piquet forçando um acidente proposital para favorecer Alonso, que liderava a corrida. No fim, o espanhol venceu a prova, que ficou para a história como uma das mais polêmicas de todos os tempos.

No ano seguinte, quando o acontecido foi desfraldado, o chefe e o diretor-técnico da equipe, Flavio Briatore e Pat Symonds, além de Nelsinho, foram culpabilizados – especialmente os executivos. Alonso não sabia do conluio, mas não ficou bonito para ele.

Alonso com o McLaren MP4-22 de 2007 (McLaren MP4-22, 2007, Fernando Alonso)

9 – Primeiro acerto com a McLaren

 

Alonso era o maior piloto do mundo em 2006, bicampeão mundial e com seu destino conhecido para 2007: a McLaren. Não que a Renault não fosse uma equipe de peso, havia acabado de permitir um bicampeonato mundial a Fernando, mas o sucesso deste tamanho não era sustentável pelos lados de Viry-Châtillon. A estrutura da Renault não era comparável à de McLaren ou Ferrari. Por isso é que Alonso fez o que dele se esperava: assinou com uma gigante para estender o sucesso ao longo prazo.

Atual bicampeão e chegando numa equipe grande e que o colocaria lado a lado com um novato, o cenário parecia favorável. Naquele momento, a sensação era de que os títulos mundiais iriam se acumular para o espanhol.

Alonso voltou à McLaren

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8 – Segundo acerto com a McLaren

 

Era o final de 2014 quando a McLaren resolveu acabar com o suspense e seu segredo terrivelmente mal guardado de que estava assinando com Fernando Alonso e com a Honda. A ideia, saindo do acordo com a Mercedes, era regressar aos tempos de vitória do fim dos anos 1980, então com Alain Prost e Ayrton Senna – a McLaren-Honda temida de novo, como nos tempos do Time dos Sonhos. E Alonso estava ao lado de Jenson Button para fazer isso acontecer.

Claro, a saída de Alonso da Ferrari aconteceu após um 2013 conturbado. Brigas com o então presidente Luca Di Montezemolo e desentendimentos que iam fundo na escuderia. A Ferrari limpou a casa, se livrando de Alonso, Montezemolo e quase todos os responsáveis por cargos diretivos. A ida para a McLaren, porém, era a cartada final de Alonso. A última tentativa do tão sonhado terceiro título mundial.

Na surdina e sem câmeras oficiais, Alonso sofreu forte acidente em Barcelona (Fernando Alonso (Foto: McLaren))

7 – O choque de pré-temporada

 

A primeira corrida de Alonso no retorno à McLaren seria o GP da Austrália de 2015. Seria, mas não foi. Isso porque o bicampeão sofreu um sério acidente no Circuito da Catalunha durante a pré-temporada. A 215 km/h, Alonso saiu reto com o carro e acertou o muro. As pancadas na cabeça foram fortes demais para arriscar outro impacto da mesma magnitude dentro de um pequeno período. Apesar disso, a única lesão diagnosticada foi uma concussão – razão pela qual o piloto ficou internado por três dias.

De tão estranho, o acidente levantou hipóteses. Como, por exemplo, que Alonso sofreu uma descarga elétrica – e que foi isso que fez com que perdesse o controle do carro. A McLaren negou, Alonso negou, mas a conversa aconteceu. De qualquer forma e sem nenhuma prova, logo Fernando voltou às pistas.

Assim ficou o carro de Alonso após o acidente na Austrália (Fernando Alonso)

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6 – Acidente na Austrália

 

Depois de não conseguir abrir a temporada 2015 na pista, Alonso foi para 2016 conseguindo voltar ao traçado do Albert Park. Mas o retorno foi longe da expectativa. Isso porque um acidente gravíssimo entre ele e Esteban Gutiérrez colocou em risco a vida do bicampeão. O impacto foi de 46 G após o acidente a uma impressionante velocidade de 305 km/h.

Alonso sofreu fraturas nas costelas por conta do arremesso do carro contra o muro. A cabeça do espanhol bateu à esquerda dentro do carro duas vezes durante o incidente, e o carro deslizou pela grama após o toque em Gutiérrez e voou, o que resultou em outra desaceleração lateral alta de 46 G. O carro ainda deu quase duas voltas no ar em um tempo de nove décimos de segundo. Fernando deu sorte de não ter um problema mais grave – e voltou na China após perder a corrida do Bahrein.

Hamilton e Alonso não se deram bem e tornaram infernal o ar da McLaren em 2007 (Lewis Hamilton Fernando Alonso McLaren)

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5 – Briga na McLaren

 

A expectativa para Alonso era a melhor possível em 2007. Bicampeão, agora numa equipe de excelência a longo prazo comprovada e com um novato como companheiro. Os títulos iam ser somados como moedas do Tio Patinhas. Só que o novato em questão era Lewis Hamilton, um menino considerado prodígio e apoiado pela McLaren há anos. E Alonso não teve o papel de piloto número #1 que acreditava caber-lhe.

Alonso, bicampeão em defesa do título, foi se enervando, especialmente após o começo ótimo de Hamilton. As relações na McLaren foram degradando, entre Alonso, Hamilton e o chefe Ron Dennis, até que se tornaram insustentáveis. O campeonato acabou ficando com Kimi Räikkönen e a Ferrari, e Alonso decidiu que não passaria outro ano na McLaren. 

Voltar à Renault parou a busca pelo tri por dois anos (No pódio daquele GP do Brasil estavam, além de Felipe Massa, Fernando Alonso e Kimi Räikkönen (Foto: Ferrari) )

4 – Retorno à Renault

 

Depois de sair laureado ao fim de 2006, Alonso passou um ano miserável na McLaren – por causa dele próprio e do ambiente. No começo de 2008, sem qualquer expectativa de voltar a ser campeão no futuro próximo, lá estava o espanhol de volta na casa onde despontou. A Renault, como se sabia, não tinha mais um carro para ganhar corridas e ser campeã, mas Alonso precisava ser feliz enquanto esperava uma vaga grande abrir.

Na Renault, 'Crashgate' à parte, fez dois anos melhores do que o carro permitia. Até ganhou outra corrida, o GP do Japão de 2008. E ali ficou, sem colocar em dúvida seu crivo de piloto fora de série enquanto preparava o próximo passo.

Alonso viveu momentos bons e ruins na Ferrari. A vitória na Alemanha, em 2010, foi uma mescla pela ordem que mandou Massa ceder o posto (O GP da Alemanha foi marcado pela ordem de equipe da Ferrari que fez Felipe Massa ceder a vitória a Fernando Alonso (Foto: Ferrari))

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3 – Enfim, Ferrari

 

O próximo passo apareceu ao fim da temporada 2009. A partir do ano seguinte, já sem o fenômeno Brawn GP, Alonso passaria a buscar o terceiro título mundial pela Ferrari. A escuderia de Maranello precisava de alguém para substituir Räikkönen, que estava deixando a F1, e fazer par com Felipe Massa.

Alonso chegou, claro, com status de primeiro piloto. E correspondeu: a duas corridas do fim daquela temporada, liderava o campeonato. Mas Sebastian Vettel venceu as provas derradeiras e ficou com o título. Pode ter parecido um desastre, mas se tratava apenas do começo da realidade com a qual Alonso teria de lidar nos anos de Ferrari – a Era Vettel-Red Bull. Isso se repetiu em 2011, 2012 e 2013, com Alonso vice-campeão em três dos quatro anos. A última temporada de Alonso na Ferrari, 2014, foi completamente dominada pela Mercedes.

Alonso, bicampeão na Renault

2 – O bicampeonato mundial

 

Por dois anos, Alonso era o que mais importava no automobilismo mundial. O espanhol dominou a temporada de 2005 após cinco anos onde Michael Schumacher parecia invencível. Mas a força da Ferrari não era a mesma em 2005, tanto que Schumacher só venceu o GP dos Estados Unidos da discórdia, que teve participação de Ferrari, Minardi e Jordan. Fernando e Räikkönen se distanciaram do pelotão, mas Alonso conseguiu levar a coroa com certa sobra.

É óbvio que os olhares eram diferentes sobre si em 2006. E Alonso respondeu começando a temporada de forma absolutamente implacável. Nas primeiras nove corridas do ano, seis vitórias e três segundos lugares. Desta vez a Ferrari acompanhou de certa forma, com Schumacher a uma distância de ataque. Mas não havia como parar Fernando. Schumacher anunciou a aposentadoria naquele ano e deixou Alonso como o grande nome ainda restante na F1.

Alonso tomou Indianápolis de assalto (Divulgação/McLaren)

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1 – Caça à Tríplice Coroa

 

A saga de Alonso rumo à 101ª edição das 500 Milhas de Indianápolis fica com o primeiro lugar da lista por dois motivos específicos: primeiro, porque era inesperada; depois, porque faz Alonso ganhar a atenção de outro mundo. A construção de um título mundial se dá durante um ano, enquanto a participação na Indy 500 será toda compactada em menos de dois meses. Desde o anúncio, passando pela preparação e até a corrida.

Alonso está desvendando outro mundo, um mundo que a F1 tem extrema dificuldade de entrar. O mundo da Indy agora está nas mãos de Fernando, e isso bem antes da corrida sequer começar. A ida de Alonso aos Estados Unidos é boa para ele, claro, mas é boa também para a F1.

O tricampeonato da F1 dificilmente vai chegar para Alonso, mas o que ele quer agora é dar o próximo passo na carreira de um piloto: conquistar a Tríplice Coroa. Quem é que não quer saber disso?

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