O mais interessante disso tudo é que muitas dessas estão sendo ameaçadas por Ecclestone, mas contra fatos não há argumentos: é melhor ele aceitar elas caladinho...

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Pertence à já tradicional seção '10+', mas na verdade funciona como um belo exercício de trivia para ver se você é aquele fanático por automobilismo ou só passa pelo esporte de vez em quando — ou, ainda, tem profundo conhecimento, mas a memória já não anda lá essas coisas. Pois aí vai o exercício: quais são os dez circuitos que mais fizeram parte do calendário da F1 desde 1950?

Tem uns que são bem fáceis e vão certamente constar na lista. Mas tem outros que, admitimos, surpreendem. Vai uma dica: um deles não está no calendário há muito tempo.

Preparado para o desafio do GRANDE PREMIUM? Conte para nós na nossa página no Facebook quantos acertos você teve.

1) Monza, 65 GPs | O que dizer de uma pista que está no calendário desde o primeiro ano e só não recebeu a F1 uma única temporada, em 1980? Muita gente têm consciência disso, mas pelo jeito Bernie Ecclestone, não… Acreditamos que ele não quer ninguém mais velho que ele por ali. (Monza, 65 GPs O que dizer de uma pista que está no calendário desde o primeiro ano e só não recebeu a F1 uma única temporada, em 1980? Muita gente têm consciência disso, mas pelo jeito Bernie Ecclestone, não… Acreditamos que ele não quer ninguém mais velho que ele por ali.)

2) Monte Carlo, 62 GPs | Muita gente vivia dizendo que Mônaco não sobreviveria no calendário por ser uma corrida chata e sem ultrapassagens. Porém a pista é um tapa na cara daqueles puristas que acreditam que a F1 é apenas esporte e não uma ferramenta de marketing. (Monaco, 62 GPs Muita gente vivia dizendo que Mônaco não sobreviveria no calendário por ser uma corrida chata e sem ultrapassagens. Porém a pista é um tapa na cara daqueles puristas que acreditam que a F1 é apenas esporte e não uma ferramenta de marketing.)
3) Silverstone, 49 GPs | A pista mais mutante do calendário, com diversas alterações de traçado e meca do automobilismo inglês, não poderia ficar de fora dessas. Só não teve mais corridas por conta das outras pistas locais que também receberam a F1, como Brands Hatch. (Silverstone, 49 GPs A pista mais mutante do calendário, com diversas alterações de traçado e meca do automobilismo inglês não poderia ficar de fora dessas. Só não teve mais corridas por conta das outras pistas locais que também receberam a F1, como Brands Hatch.)

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Correndo para não perder o trem

Romain Grosjean" target="_blank">Romain Grosjean é um piloto que merece uma chance em uma equipe de ponta na F1. E a mudança para a Haas, que poderia muito bem privá-lo disso, por enquanto vai é lhe servindo muito bem. Leia em 'Por Fora dos Boxes'.

4) Spa-Francorchamps, 48 GPs | A pista mais amada pelos pilotos da categoria só não tem um número maior por estar extremamente insegura em 1970, e acabou ficando 13 anos fora do calendário. E só voltou por conta do acidente fatal de Gilles Villeneuve em Zolder, que era sua substituta. Infelizmente por vias tortas, Spa está no calendário, a pista que melhor representa o canadense maluco. (Spa-Francorchamps, 48 GPs A pista mais amada pelos pilotos da categoria só não tem um número maior pois ela estava extremamente insegura em 1970 e acabou ficando 13 anos fora do calendário. E só voltou por conta do acidente fatal de Gilles Villeneuve em Zolder, que era sua substituta. Infelizmente por vias tortas nós temos Spa no calendário, a pista que melhor representa o canadense maluco.)
5) Nürburgring, 40 GPs | Com 22 km ou com 5, Nürburgring merece estar nessa lista. A pista mais desafiadora de todos os tempos era a coqueluche das primeiras décadas da F1 até surgir Hockenheim e uma enorme reforma por segurança. Voltou de forma tímida nos anos 90 para se alternar com Hockenheim na década seguinte como palco do GP da Alemanha. (Nurburgring, 40 GPs: Com 22 km ou com 4, Nurburgring merece estar nessa lista. A pista mais desafiadora de todos os tempos era a coqueluche das primeiras décadas da F1 até surgir Hockenheim e uma enorme reforma por segurança. Voltou de forma tímida nos anos 90 para se alternar com Hockenheim na década seguinte como palco do GP da Alemanha.)
6) Montreal, 36 GPs | Ou seja, foram 36 semanas de festas incríveis. Para quem não sabe, Montreal é o local preferido para as festas e o social da F1 com o público. A cidade abraça a categoria com força e a galera se refestela. Por que você acha que tanta gente bate no muro dos campeões? (Montreal, 36 GPs Ou seja, tivemos 36 semanas de festas incríveis. Para quem não sabe, Montreal é o local preferido para as festas e o social da F1 com o público. A cidade abraça a categoria com força e a galera se refestela. Por que você acha que tanta gente bate no muro dos campeões? )

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Super Ranking GP: Di Grassi estreia como líder

 

Quem são os melhores pilotos da atualidade? O GRANDE PREMIUM lança um ranking que leva em conta uma série de fatores para comparar competidores de diversas categorias do automobilismo e do motociclismo. Veja o Super Ranking aqui.

7) Hockenheim, 34 GPs Mesmo mutilada em 2001, Hockenheim segue firme e forte na lista, mesmo competindo com Nürburgring e com o fato de a Alemanha às vezes não receber GPs, como no ano passado. Apesar da diminuição de traçado, ela segue sendo bastante desafiadora, principalmente no Estádio, onde um erro representa muitos segundos perdidos. (Hockenheim, 34 GPs Mesmo mutilada em 2001, Hockenheim segue firme e forte na lista, mesmo competindo com Nurburgring e com o fato de a Alemanha às vezes não receber GPs, como no ano passado. Apesar da diminuição de traçado, ela segue sendo bastante desafiadora, principalmente no Estádio, onde um erro representa muitos segundos perdidos.)
8) Interlagos, 33 GPs E ainda tem gente que quer tirar a corrida daqui, ou ameaçar, ou dizer que a pista não faz parte da história da F1. Os números estão ano para provar: junto com Montreal, é a única pista não europeia nesta lista. É de se respeitar, viu, seu Bernie? Prestigie a terra de sua esposa! PS: e se não fossem as dez provas do Rio, Interlagos teria recebido mais provas que Nürburgring. (Interlagos, 33 GPs E ainda tem gente que quer tirar a corrida daqui, ou ameaçar, ou dizer que a pista não faz parte da história da F1. Os números estão ano para provar: junto com Montreal, é a única pista não europeia nesta lista. É de se respeitar, viu, seu Bernie. Prestigie a terra de sua esposa! PS: e se não fossem as dez provas do Rio, Interlagos teria recebido mais provas que Nurburgring.)
9) Hungaroring, 30 GPs | Taí outra surpresa da lista. Quem diria que a corrida mais travada da temporada, a pista mais burocrática ou o kartódromo da F1 teria tanta longevidade no calendário? E o mais interessante de tudo: sem interrupções. O mundo da F1 é realmente uma caixinha de surpresas. (Hungaroring, 30 GPs Taí outra surpresa da lista. Quem diria que a corrida mais travada da temporada, a pista mais burocrática ou o kartódromo da F1 teria tanta longevidade no calendário? E o mais interessante de tudo: sem interrupções. O mundo da F1 é realmente uma caixinha de surpresas.)
10) Zandvoort, 30 GPs | Esta talvez é a maior surpresa da lista. Quem diria uma pista que não recebe mais a F1 desde 1985 permanecer tanto tempo entre as dez que mais tiveram corridas? A primeira delas foi logo em 1952. Pena que a escalada dos níveis de segurança da F1 não permitem mais a ida para lá, mas é de se considerar: procurem uma volta on-board lá para vocês entenderem o que estamos dizendo. (Zandvoort, 30 GPs Esta talvez é a maior surpresa da lista. Quem diria uma pista que não recebe mais a F1 desde 1985 permanecer tanto tempo entre as dez que mais tiveram corridas? A primeira delas foi logo em 1952. Pena que a escalada dos níveis de segurança da F1 não permitem mais a ida para lá, mas é de se considerar: procurem uma volta onboard lá para vocês entenderem o que estamos dizendo.​)

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SÃO PAULO E-PRIX 2023:
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