O GP da Austrália serviu para confirmar algumas percepções da pré-temporada, além de trazer uma surpreendente Haas

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Está inaugurada a temporada 2018 da Fórmula 1. Como é tradicional, a categoria principal do automobilismo mundial começou pelo GP da Austrália, em Melbourne. Ainda que não seja uma revelação total do equilíbrio de forças entre pilotos e equipes, afinal todos ainda estão se adaptando aos novos carros e novidades podem surgir principalmente no começo da temporada europeia, a corrida australiana serviu para confirmar algumas previsões da pré-temporada, além de trazer uma grande surpresa: a Haas.

Por isso, o GRANDE PREMIUM reúne, nesta lista, dez constatações e surpresas deste início de ano. Tem a disputa lá na frente, o novo formato de transmissão, o renascimento da McLaren e até a decadência da Williams.
 

1. Liberty Media tentando criar um show

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Como era esperado, o Liberty Media – grupo que comprou a Fórmula 1 há um pouco mais de um ano – começou a empreender a sua marca. Com tema musical, nova abertura e mudanças no grafismo das transmissões, o grupo está tentando dar um ar de “show” para a transmissão. Outra novidade foi a largada às 2h10 da manhã, no horário do Brasil, dando mais tempo para as emissoras prepararem conteúdos para antes da prova. 

Pena que a Rede Globo pouco aproveitou os dez minutos que ganhou, mantendo quase que o mesmo espaço que dava até o ano passado.

Magnussen provoca o erro de Verstappen durante o GP da Austrália

2. Haas, a terceira força?

Ok, pode parecer um exagero, mas, efetivamente, a Haas foi a terceira força no início do GP da Austrália, ocupando a quarta e a quinta posições – isso até seus dois pilotos, Kevin Magnussen e Romain Grosjean, abandonarem após problemas nos pit stops.

Pontos importantes foram perdidos por dois erros humanos, mas ainda assim a Haas foi surpreendente por se colocar à frente até da Red Bull. Os carros norte-americanos manteriam essas posições até o fim da prova? É provável que não. Ainda assim, nada diminui o tamanho do que eles fizeram.

Resta saber como a equipe se comportará no resto do campeonato. O mais provável é que a Red Bull retome o posto de terceira força da F1, assim como McLaren e até a Renault ganhem espaço – mas, para a Haas, se estabilizar em um quinto ou sexto posto entre as equipes seria uma enorme conquista para o mais jovem time da categoria. Em 2017, eles ficaram em oitavo no campeonato de construtores.

 

3. McLaren em uma nova era

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Durante todo o período no qual durou a parceria com a Honda, entre 2015 e 2017, a McLaren nunca terminou um GP da Austrália nos pontos. Nunca. Logo na primeira participação com a Renault, o time de Woking colocou dois carros entre os dez primeiros – com Fernando Alonso em quinto e Stoffel Vandoorne em nono. É uma grande virada.

Claro que a equipe inglesa foi beneficiada por uma estratégia inteligente na hora do safety car, a mesma que ajudou a Ferrari. De qualquer jeito, as unidades de potência francesas não deixaram a McLaren na mão – o que era comum na época da parceria nipônica.

Enquanto isso, a Toro Rosso – a nova parceira da Honda – viu Pierre Gasly abandonar com problemas justamente no motor, enquanto Brendon Hartley foi o 15º e último entre os que completaram a corrida em Melbourne. Ao menos neste começo de ano, a troca de motores se mostrou certeira para os carros laranjas.

O estreante Sirotkin momentos antes da largada

4. A (maior) decadência da Williams

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Se em 2014 a Williams era a terceira força da F1, agora ela briga com a Sauber pelo posto de pior time – algo que já era esperado desde a pré-temporada, mas que foi confirmado na Austrália. Sem um piloto mais experiente como referência, Lance Stroll sofreu durante todo o fim de semana, enquanto o estreante Sergey Sirotkin pouco conseguiu mostrar e foi o primeiro a abandonar o GP.

E, é bom lembrar, a equipe de Grove conta com o melhor motor da categoria. Enquanto isso, a Sauber sofre com a falta de dinheiro em 2017, enquanto desenvolvida o modelo de 2018, e com a demora na decisão dos motores para a atual temporada. Antes de fechar com a Ferrari mais uma vez, o time suíço tinha um acordo com a Honda.

Com o patrocínio da Martini acabando no final de 2018, é bom Claire Williams se preocupar com o futuro da equipe criada pelo pai dela, Frank.

 

5. A Force India também precisa abrir os olhos

Sensação do meio do grid nos últimos anos, a Force India claramente se viu ultrapassada, em desepempenho, por Haas, Renault e McLaren. Talvez por reflexo da melhora dos motores Renault (que diminuíram a diferença para Mercedes) ou pelos seus problemas internos (que vão desde uma indecisão sobre o nome da equipe aos problemas legais do dono, Vijay Mallya), a equipe não conseguiu chegar nos pontos mesmo com cinco abandonos em Melbourne.

Como comparação, a Force India terminou os cinco primeiros GPs de 2017 com os dois carros na zona de pontuação. É uma bela queda.

Hamilton liderando o pelotão no começo da corrida

6. Mercedes segue como o carro a ser batido

Já era esperado, mas a Mercedes segue como o carro a ser batido em 2018. Esta era para ser uma vitória garantida para Lewis Hamilton, mas, no esporte, nem sempre o melhor vence. O desempenho das Flechas de Prata parece ainda melhor que o do ano passado, aliás. Em 2017, a Ferrari começou o ano aparentemente mais colada nos carros alemães.

 

7. Ferrari vencendo na estratégia

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O sexto ponto desta lista leva ao sétimo: se o carro de 2018 parece alguma coisa mais lento que o da Mercedes, a Ferrari soube vencer na Austrália usando a cabeça. Sebastian Vettel foi chamado para o pit no momento certo, durante o safety car virtual, voltando para a pista à frente de Hamilton. Depois, foi só segurar o adversário – e contar com um erro do inglês nas voltas finais.

Em 2017, Vettel liderou o campeonato por 13 GPs antes de ser superado por Hamilton. Agora, parece que o inglês tem mais bala na agulha para tirar essa diferença – isso, claro, se a Ferrari não tiver alguma carta da manga. Um pulo do gato, com uma versão mais rápida dos carros de qualquer um desses dois times, pode ampliar ou pulverizar a vantagem inicial da Mercedes. Fora a estratégia, que, como sabemos, pode garantir pontos importantes.

Ricciardo teve uma boa corrida de recuperação em casa

8. Red Bull um pouco mais atrás

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Em 2017, a Red Bull não era só a terceira força do campeonato, como também conseguiu três vitórias. Ao menos neste começo de temporada, o time austríaco parece ter ficado um pouco para trás em termos de desempenho, sofrendo até com os carros da Haas no começo da prova.

Claro que o desempenho poderia ter sido um pouco melhor se não fosse a punição de três posições no grid para Daniel Ricciardo, que fez uma bela corrida de recuperação e terminou o GP em quarto. Outro detalhe é que o time conseguiu fechar o primeiro GP do ano com os dois carros nos pontos, o que não acontecia desde 2013 – ano do último título da equipe.

É, talvez seja melhor olhar pelo lado do copo meio cheio para os rubro-taurinos. De qualquer jeito, uma briga pelo título parece um sonho bem distante. Só se Adrian Newey conseguir tirar um coelho da cartola…

 

9. Teremos um penta em 2018

Com, aparentemente, a Red Bull fora da disputa pelo título, há uma grande chance de 2018 marcar o surgimento de um novo pentacampeão mundial da Fórmula 1. Lewis Hamilton e Sebastian Vettel estão em sua melhor forma e possuem os dois melhores carros do grid.

A esta altura, o único que teria alguma chance de impedir a coroação de um novo penta é Kimi Räikkönen. É difícil, mas o único título do finlandês veio justamente de uma forma improvável, em 2007, quando Hamilton e Alonso tiraram pontos um do outro e o piloto da Ferrari fez uma segunda parte do campeonato impecável.

Será?

Bottas não conseguiu fazer uma boa corrida de recuperação em Melbourne

10. Bottas precisa deslanchar

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Como você percebeu, Valtteri Bottas não está cotado como um dos possíveis postulantes ao título. Mesmo com o mesmo carro de Hamilton, o finlandês, até agora, não demonstrou ter as armas necessárias para ser campeão. Mais do que isso: ele segue sentindo a pressão e foi o único a bater forte durante todo o fim de semana australiano.

É verdade que a equipe teve que praticamente reconstruir o carro de Bottas e que ele largou da 15ª posição, mas a prova do piloto do Mercedes #77 foi muito fraco durante a prova. Ele acabou em oitavo, beneficiado com os problemas da Haas, mas superado pela McLaren de Alonso na estratégia. É muito pouco para quem pilota para a atual tetracampeã de construtores.

Não sei, mas, se continuar assim, talvez haja uma vaga disponível na Mercedes para 2019, o que seria uma boa mexida na dança das cadeiras da categoria…

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