Quando Carmen Jordá foi indicada pela FIA para representar as mulheres no esporte a motor na comissão das Mulheres no Automobilismo, muitos criticaram a decisão. Afinal, a lista de pilotas notáveis no esporte tem melhores nomes do que a da espanhola

 

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Nas últimas semanas, a nomeação de Carmen Jordá como representante da luta das mulheres no automobilismo tomou os noticiários. Indicada pela FIA para a Comissão de Mulheres, que defende portas do esporte abertas para as pilotas, muitos viram isso como contraditório.

A espanhola, além de nunca ter apresentado resultados expressivos na pista, já deu diversas declarações polêmicas e que vão de encontro ao que defende a comissão da entidade. Entre tantas coisas, já afirmou acreditar que mulheres não conseguem brigar de igual para igual com homens, que nunca serão campeãs mundiais e então é necessária uma categoria exclusiva para elas.

Bastante contraditório, não? Entre tantas pessoas envolvidas no esporte a motor, algumas pilotas resolveram cornetar a decisão da FIA. Um bom exemplo é Pippa Mann, que já correu na Indy e participou das 500 Milhas de Indianápolis. Ela chegou a fazer duras críticas após o anúncio.

“É extremamente desapontador saber que uma pilota sem resultados importantes em qualquer categoria nas quais esteve, e que não acredita que mulheres possam competir (no mesmo nível), tenha sido indicada para a Comissão de Mulheres. É desanimador e representa um passo atrás da FIA”, disse.

Pensando então em tudo o que disse Jordá, o GRANDE PREMIUM separou o nome de algumas mulheres notáveis dentro das pitas, e que seriam melhores escolhas para lutar pela presença feminina no automobilismo.

 

(A polêmica Jordá)

Tati Calderón

A jovem colombiana Tati Calderón tem 24 anos e já uma considerável caminhada pelo automobilismo. Sua porta de entrada foi pela Star Mazda, onde alcançou dois pódios, e depois disso passou F3 Europeia Open, F3 Europeia, na GP3 e, no final de 2017 conquistou um importante resultado. Correndo na última etapa da World Series, no Bahrein, subiu ao pódio na corrida 2 da etapa.

Calderón tem 24 anos e números impressionantes (Tati Calderón)
 

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Sabine Schmitz

Caso chame Sabine Schmitz de ‘a rainha de Nürburgring’, ela certamente atenderá. Ela conhece o circuito de cabo a rabo, e não a toa já ganhou duas 24 Horas de Nürburgring, tornando-se a primeira mulher a conquistar o feito. Segundo declarações da própria pilota, já competiu no local cerca de 30 mil vezes em toda a sua carreira. Além disso, a bordo de uma BMW, a pilota comanda hoje o 'Ring Taxi', onde as pessoas pagam para uma carona em Nürburgring. Quem não gostaria dessa motorista? 

Mas não é só isso. Desde maio de 2016, a pilota ainda está no comando do famoso show televisivo 'Top Gear'.

 

(Sabine Schmitz)

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Pippa Mann

Pippa Mann foi uma das pilotas que mais abertamente mostrou seu descontentamento com Carmen Jordá. Também, não é para menos, pois a própria britânica é um belo exemplo de pilota. Em 2009 chegou à Indy Lights onde ficaria por duas temporadas, conquistaria dois pódios e uma vitória, terminando o campeonato de 2010 na quinta colocação. Na Indy, chegou a fazer algumas corridas, inclusive as 500 Milhas de Indianápolis, que participa desde 2011, ficando de fora apenas em 2012.

Mann foi uma das mais descontentes com a escolha de Jordá (Pippa Mann foi uma das que falou abertamente sobre Jordá)

Michèle Mouton

Michèle Mouton foi uma pilota de rali de considerável sucesso. Entrou no Mundial em 1976, correndo apenas a etapa final daquele ano, na França. Nos anos seguintes continuou fazendo aparições esporádicas no campeonato, até que, em 81, alcançou sua primeira vitória, na Itália. Em 82 teve seu melhor ano, com mais três vitórias, um segundo lugar e um vice-campeonato. Fez mais uma temporada completa, em 83, e nos três anos que se sucederam voltou a fazer etapa ou outra. No total, conseguiu quatro triunfos, além de ter subido nove vezes ao pódio e abocanhado 160 vitórias em estágios.

Michèle Mouton (Michèle Mouton)
 

Katherine Legge

A pilota britânica Katherine Legge tem um histórico de se orgulhar no automobilismo. Entre as tantas categorias por quais já passou em sua carreira, competiu em algumas corridas da Indy entre 2012 e 2013, fez três temporadas completas no DTM, participou das duas primeiras etapas da temporada inaugural da FE, e atualmente corre no WeatherTech, onde conquistou duas vitórias e quatro pódios em 2017.

 

(Legge tem uma carreira para se orgulhar)

 

Simona de Silvestro

Simona de Silvestro tem 29 anos e atualmente disputa na bastante concorrida V8 Australiana. Considerada uma das melhores de sua geração, a suíça fez fama mesmo nos EUA, quando competiu na Indy. Depois de obter bons resultados na F-Atlantic, Simona conquistou a chance na principal categoria de monopostos norte-americana em 2010 pela equipe HVM. A pilota andou por quatro temporadas na Indy, correu as 500 Milhas de Indianápolis e seu melhor resultado foi um pódio do segundo lugar na corrida 2 em Houston em 2013. De Silvestro ainda fez parte do programa de jovens da Sauber na F1 e, antes de voltar a carreira para a Austrália, competiu na Fórmula E.

 

(Simona de Silvestro )

Jutta Kleinschmidt

A alemã Jutta Kleinschmidt escreveu seu nome no rali. Quando o Dakar ainda era conhecido como Paris Dakar, ela fez sua primeira participação em 88 em cima de uma moto da BMW. Em 94 ela fez a transição para os carros, e foi então que sua história de sucesso começou. Em apenas três anos ela tornou-se a primeira mulher a ganhar um estágio da prova, no ano seguinte terminou no pódio, mas foi em 2001 que definitivamente brilhou. Naquele ano, venceu a competição, colocando as mulheres no topo da disputa pela primeira vez.

Jutta colocou as mulheres no topo do Paris Dakar (Jutta Kleinschmidt colocou as mulheres no topo do Paris Dakar)
 

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Danica Patrick

Talvez Danica Patrick seja um dos nomes mais conhecidos de bom exemplo de pilota. A americana começou sua carreira em categorias pequenas na Europa, mas em 2005 foi para os Estados Unidos e fez sua primeira temporada na Indy. Ela ficou no certame norte-americana por mais seis campeonatos, onde conquistou sólidos resultados, além de ter subido seis vezes ao pódio, ter abocanhado uma vitória e três pole-positions. Em 2009, ainda, terminou as 500 Milhas de Indianápolis na terceira colocação. Após deixar a Indy, foi apostar a sorte na Nascar, onde ficou seis temporadas. 

 

(Danica Patrick)

Christina Nielsen

Christina Nielsen tem do que se orgulhar enormemente de sua carreira. Em 2014, a pilota fez algumas poucas provas no IMSA WeatherTech SportsCar, mas sua primeira temporada completa viria no ano seguinte. Já em 2015 mostrou ser competitiva, fechando o ano na segunda colocação. No entanto, aquilo ainda não era o máximo que poderia alcançar, pois tanto em 2016 quanto em 2017, terminaria o campeonato como campeã. Ela já soma três vitórias na categoria, além de 19 pódios. Nos dois últimos anos também competiu nas 24 Horas de Le Mans.

Christina Nielsen (Christina Nielsen)

Bia Figueiredo

Bia Figueiredo tem um extenso currículo dentro do esporte a motor. Sua carreira começou do kart, e aos poucos foi crescendo no cenário do automobilismo. Após passar pela F-Renault Brasil, F3 Sul-Americana e A1 GP, chegou à Indy Lights. Na categoria, somou duas vitórias e oito pódios. Chegou a correr na Indy, onde participou das 500 Milhas de Indianápolis, e atualmente disputa a Stock Car.

Bia Figueiredo atualmente compete no Brasil (Bia Figueiredo)

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