De Karl Wendlinger a Charles Leclerc, passando por Felipe Massa e Robert Kubica, a Sauber cumpriu seu papel e conseguiu algum sucesso na história da F1. Já sem seu fundador, o time suíço se despediu da categoria para dar lugar à Alfa Romeo em 2019

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Um sobrenome que resistiu à F1 moderna se despediu das pistas ainda antes de a temporada 2019 começar. A simpática Sauber, eternamente do seu ainda mais simpático fundador Peter Sauber, anunciou na semana passada a mudança de nome para Alfa Romeo Racing. O empresário suíço estava desde 2016 aposentado de todas as suas funções, mas o nome significava o saudosismo de um time que contou com inúmeros pilotos talentosos, objetos do 10+ do GRANDE PREMIUM.

Evidentemente que Ferrari, McLaren e Williams também são fundamentalmente sobrenomes famosos do mundo a motor, mas sempre estiveram mais bem consolidados dentro e fora das pistas. A Sauber, já com uma vitória nas 24 Horas de Le Mans e um título do Mundial de Protótipos — em associação com a Mercedes —, estreou na principal categoria do automobilismo só em 1993.

O finlandês JJ Lehto e o austríaco Karl Wendlinger formaram a primeira dupla de uma equipe que chegou a incorporar o nome BMW anos mais tarde, entre 2006 e 2009.

Durante a temporada 2016, Peter vendeu sua parte da equipe para a empresa de investimentos suíça Longbow Finance. A partir do ano seguinte, Pascal Picci assumiu o posto de Peter como presidente da equipe em um primeiro prenúncio de que, apesar do respeito pela tradição, o nome iria mais dia ou menos dia desaparecer do grid de largada. Daquele GP da África do Sul de 1993 até o GP de Abu Dhabi em 2018 foram 465 corridas, 27 pódios, uma pole-position, uma vitória e muitos pilotos de sucesso.

Sob o nome de Alfa Romeo, já estampado no carro na última das 26 temporadas, Kimi Räikkönen e Antonio Giovinazzi de certa forma dão sequência à história da carismática equipe, que cumpriu seu papel na F1. Confira a seguir dez pilotos que marcaram a existência da Sauber no Mundial.

(Reprodução/Instagram/@KarlWendlinger)

Karl Wendlinger

Um dos primeiros pilotos a experimentar o chassi C12, empurrado com motor Sauber-Ilmor e apenas com o “Concept by Mercedes-Benz” como teórica ajuda, o austríaco conseguiu se destacar pela equipe. Lehto já havia marcado os primeiros pontos com um quinto na estreia na África do Sul, mas Wendlinger ainda alcançou a zona de pontos em quatro oportunidades, levando o time a 7ª colocação no Mundial.

No ano seguinte, em San Marino, no fim de semana da morte do seu compatriota Roland Ratzenberger, alcançou outro 4º lugar. Uma corrida depois, em Mônaco, sofreu um grave acidente, ficou em coma por semanas e voltou só na temporada seguinte.

(Reprodução)

Heinz-Harald Frentzen

O alemão tem longa história com a Sauber, e não só na F1. Frentzen, que já havia pilotado para Peter em outras categorias, manteve uma relação quase fraternal com o chefe e estreou (1994) e — depois de muito rodar por equipes, guiar para a Williams e Jordan, quando venceu corridas — e se aposentou (2003) pela mesma Sauber que o revelou.

Coube a Frentzen, já com motores Ford, mudar o patamar do time suíço ao conquistar o primeiro pódio, em 1995, em uma tumultuada prova na Itália.

(Pedro Paulo Diniz à direita de Peter Sauber na apresentação da equipe Suíça em 1999 (Foto: Reprodução/Twitter))

Jean Alesi

Já em suas cores mais tradicionais, em parceria com a Petronas e a Ferrari, o já experiente francês foi para o time em 1998. Esperava-se em um ganho ainda maior de qualidade, ao lado do parceiro inglês Johnny Herbert, mas isso esteve longe de acontecer. O quarto lugar de Alesi na temporada anterior, com a Benetton, frustrou as expectativas mais otimistas.

Ainda assim, o piloto conseguiu o terceiro lugar na Bélgica, naquela corrida em que nada menos do que 13 carros se acidentaram na primeira volta. Foi o último pódio dos 32 de Alesi na F1.

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