Holandês tomou lugar do pentacampeão no hall de grandes vilões da F1 e só não venceu GP do Brasil por verdadeira trapalhada com Ocon. Como digno anti-herói, holandês resolveu tudo literalmente no braço ao final da ótima corrida em Interlagos

Lewis Hamilton foi quem conquistou o Mundial de Pilotos, liderou a Mercedes no de Construtores, venceu o GP do Brasil e acrescentou mais um número na sua caminhada para ser o maior da história da F1. Mas foi Max Verstappen, com a segunda posição neste domingo (11), que mais uma vez encantou o público em Interlagos. A comparação entre o mocinho e o bandido é certamente grosseira, mas ajuda a traduzir o desempenho dos dois na penúltima corrida do calendário. Kimi Räikkönen completou o pódio.

GRANDE PRÊMIO cobriu ‘in loco’ o GP do Brasil de F1 com os repórteres Evelyn Guimarães, Felipe Noronha, Fernando Silva, Gabriel Curty, Juliana Tesser, Nathalia De Vivo e Pedro Henrique Marum, além do fotógrafo Rodrigo Berton.

A exibição de Verstappen neste domingo só não foi mais espetacular do que a de dois anos antes por falta de água. Em 2016, no temporal mais típico da prova na capital paulista, Verstappen saiu da 14ª colocação e enfileirou ultrapassagens até subir na terceira posição do pódio. Antes disso, foi comparado a Ayrton Senna em Mônaco 1984 e Michael Schumacher na Espanha em 1996 também na chuva. Desta vez, um acidente tosco com Esteban Ocon, lhe tirou a garantida sexta vitória na carreira. Vilão que é, resolveu tudo literalmente no braço.

Verstappen se envolveu em confusão desnecessária com retardatário Ocon quando liderava prova (Rodrigo Berton/Grande Prêmio)

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Evidentemente que as arquibancadas de Interlagos não estavam pintadas de laranja para o holandês, como em algumas corridas na fase europeia do calendário. As principais referências no autódromo na zona sul da capital paulista ainda são, de longe, ‘Ayrton Senna do Brasil’, imortalizado na crônica esportiva do país. Mesmo assim, foi impressionante a empolgação da torcida pelo #33 que, como de costume, foi para cima de absolutamente todos os rivais.

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