Daniel Ricciardo pode até sorrir à toa, mas deixou escapar um ar de felicidade que não foi visto no ano passado nos testes de pré-temporada. A Red Bull teria forças para superar boa evolução da Ferrari e acabar com domínio da Mercedes na temporada 2018 da F1?

 

Depois de oito dias de testes, pessimistas e otimistas travaram um duelo interessante em relação à competitividade na temporada 2018 de F1. Os primeiros pensam que a Mercedes irá arrebatar mais um campeonato até com alguma sombra da Ferrari; mas, os demais, esses sempre mais empolgados e empolgantes, já convidam a Red Bull para pelo menos entrar na briga a partir dos treinos livres da próxima sexta-feira (23) deste mês, com o GP da Austrália.

As equipes avaliaram ao longo das duas sessões de treinos no Circuito da Catalunha, nos arredores de Barcelona, na Espanha, diferentes componentes do carro. O objetivo ali – por mais que o anfitrião Fernando Alonso e a McLaren quisessem agradar com algumas gotas de combustível – não era necessariamente cravar o melhor tempo. Isso sem falar nas experiências com a exagerada gama de pneus que agora vai do hipermacio ao superduro. Houve ainda o dia perdido em razão da neve que tomou conta da pista. Por tudo isso, as conclusões são imprecisas mesmo para os ditos especializados. 

Quilometragem e cronometragem à parte, como se diz em períodos como esse, as avaliações podem ser feitas pelo comportamento das equipes em sucessivos dias de trabalhos na pista. No ano passado, por exemplo, você leu aqui que a McLaren tinha andado para trás, e a Ferrari evoluía positivamente. As reações de chefes, engenheiros e pilotos servem sempre de termômetro para o que esperar da temporada. E daí que se nota um ar de satisfação na garagem da Red Bull. Daniel Ricciardo pode até sorrir à toa, mas deixou escapar uma alegria que não foi vista no ano anterior.

(AFP)

Quem deu mais voltas em Barcelona

 

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“Estamos certamente mais prontos do que no ano passado e, muito provavelmente, do que em anos anteriores desde que estou na equipe. Nós fizemos muitas voltas hoje e acho que o carro não tem um ritmo ruim, mas ainda há pontos em que podemos melhorar”, resumiu o australiano, que venceu uma corrida no ano passado e ainda visitou o pódio outras oito vezes.

O quê de preocupação de Ricciardo durante a execução dos programas técnicos foi exatamente o que fez seu companheiro Max Verstappen ficar um tanto mais reticente nas entrevistas, as quais o GRANDE PRÊMIO acompanhou in loco. A falta de confiabilidade no motor Renault prejudicou a equipe no ano passado apesar do bom ritmo de corrida. A velocidade de agora também está longe da apresentada pela Ferrari, a aposta para derrotar a Mercedes. Isso explica o pessimismo do holandês, que venceu duas provas em 2017 e foi ao pódio apenas em outras duas oportunidades. 

“Nosso carro já teve grande diferença do começo ao fim de 2017. Esperamos então estar bem mais próximos em relação à Mercedes e Ferrari. Não sei dizer quão perto estaremos, mas vamos descobrir nos treinos livres e na classificação”, resumiu Verstappen.

Red Bull confirmou que está mais perto de Ferrari e de Mercedes… Só não sabe o quanto (AFP)

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Atento ao potencial da Red Bull para ainda este ano, o campeão Lewis Hamilton já tratou de, no mínimo, instigar a concorrência dentro da equipe. O tetracampeão rasgou elogios a Verstappen e o tratou como potencial campeão. Sobre Ricciardo? O inglês foi econômico nos elogios. A estratégia é parecida com os elogios a Alonso, quando ainda disputava com Vettel o título da temporada passada.

Pelo menos até os treinos livres em Melbourne, os pessimistas e otimistas calcularão e recalcularão a ordem de forças entre Mercedes, Ferrari e mesmo Red Bull de olho em maior competitividade na F1. 

A unanimidade talvez fique mesmo por conta da má impressão estética deixada pelo halo.

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