Tem quem ame o piloto finlandês e há aqueles que o acusem de não ser combativo – mas a pole em Monza deixa claro que ele quer continuar sendo o melhor piloto para o segundo carro da Ferrari

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A volta com a maior média de velocidade da história da Fórmula 1 – batendo um recorde que perdurava desde 2004. Porém, a eternidade de Kimi Räikkönen não tem relação com o fato dele ter apagado o nome de Juan Pablo Montoya dos livros de história da categoria. Na realidade, o motivo para continuar perdurando é que o finlandês é perfeito para se encaixar na estratégia de campeonato da Scuderia: a de lutar pelo título de construtores e pilotos sem trazer maiores dores de cabeça.

O resultado do finlandês chega em um momento-chave: normalmente, a Ferrari fecha a dupla de pilotos para a temporada seguinte justamente em casa, no GP da Itália. Porém, até agora só sabemos que os italianos vão continuar com Sebastian Vettel. Há o fantasma de Charles Leclerc, com muita gente apoiando que a chegada do monegasco ao “time de cima” traria o engajamento e a combatividade que, aparentemente, Kimi não tem.

Se for garantido no segundo carro vermelho em 2019, Kimi completará 18 anos de F1. Uma criança que nasceu no mesmo dia no qual o dono do #7 estreou na categoria poderá tirar a sua carteira de motorista a partir do próximo dia 4 de março. 

Vettel quer, no mínimo, ver Hamilton pelo retrovisor neste domingo

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A pole veio no momento certo para o campeonato, também. A Ferrari tem atualmente o melhor carro, superando a Mercedes – só que são os alemães que lideram o Mundial de Construtores (375 a 360) e de Pilotos (231 para Hamilton contra 214 de Vettel). Colocar os dois carros vermelhos lá na frente e marcar o maior número de pontos é importantíssimo. Vettel não ficou lá muito contente por ser segundo, mas é melhor ser segundo perdendo para o companheiro de equipe do que para o principal adversário, não é?

É difícil esperar que Räikkönen seja o escudeiro clássico neste domingo, já que não é o perfil do piloto. Por outro lado, de todos, ele é aquele que menos pode se negar a ceder a posição ou entrar em uma estratégia que coloque o companheiro de equipe à frente, quando falamos em disputa de campeonato. Em 2007 foi justamente uma troca de posição, com Felipe Massa em Interlagos, que deu ao finlandês o seu único título mundial (e o último campeonato da Ferrari).

Se tudo der certo amanhã – ou seja, uma dobradinha italiana com Vettel na frente ou com Kimi vencendo no caso de o alemão ter algum problema, tirando pontos de Hamilton no processo – podemos apostar na continuação de Kimi Räikkönen na Ferrari. Um piloto que consegue ser quieto publicamente, sem incomodar aquele que é realmente o primeiro piloto, ao mesmo tempo que tem uma base de fãs e apelo com patrocinadores é algo difícil de se conseguir. Veja o caso de Valtteri Bottas na Mercedes, que não consegue ter as mesmas características. Leclerc poderia mexer nesse equilíbrio com Vettel e, talvez, os italianos não queiram correr esse risco (por enquanto).

Hamilton tentará um “golpe à italiana” neste domingo

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Para a Mercedes e Hamilton, resta torcer por um “golpe à italiana” – uma referência ao filme ‘The Italian Job’, ‘Um Golpe à Italiana’ no Brasil, lançado e m 1969. Na história, bandidos ingleses (liderados pelo também eterno Michael Caine) vão até a Itália desafiar a máfia em sua casa, roubando um carregamento de ouro que está chegando à sede da FIAT, em Turim.

Será que Hamilton conseguirá roubar o ouro da FIAT na casa do adversário? A diferença após a classificação não foi tão grande – 0.175 atrás da pole do Kimi – então alguma surpresa pode acontecer. Ao menos seria uma chance de ter uma corrida minimamente emocionante lá na frente.

Pelo menos, mais atrás no grid, a promessa é de algo mais interessante: tivemos a Williams chegando ao Q3 em uma pista que lhe ajuda por causa dos motores Mercedes, enquanto Daniel Ricciardo vai largar lá atrás de Red Bull. Vamos ver.

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