Williams assinou com ‘novo Lance Stroll’, em detrimento do polonês Robert Kubica para temporada 2018 de F1; falta de experiência no desenvolvimento dos carros pode atrapalhar arrancada no Mundial de Construtores

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Em pleno 2018, parece claro que todo mundo ‘gosta de um dinheirinho’. Já a Williams… A opção do time de Grove pelo russo Sergey Sirotkin, anunciada na manhã desta terça-feira (16), pode ter lá seus critérios técnicos, mas ainda é difícil de acreditar na teoria de “promover e desenvolver jovens talentos”. O detrimento ao polonês Robert Kubica tem muito mais a ver com o ‘amor pelo dinheiro’ e pode inclusive custar caro frente às rivais ao longo da temporada de F1.

O ‘novo Lance Stroll’ – seja o que demorou quatro GPs para completar a primeira corrida, seja o que foi ao pódio no Azerbaijão – tem 22 anos, experiência de testes com a Renault no Bahrein e com a própria Williams em Abu Dhabi, corridas da F2 e vitórias na antiga GP2. Até aqui não mostrou ser esse diamante à espera da lapidação. O aporte de cerca de € 14 milhões (aproximadamente R$ 55 milhões), esse sim chamou a atenção.

Do outro lado, pelo que se tem notícia, Kubica acenou com ‘míseros’ € 6 milhões (R$ 23 milhões). Ainda assim, conforme apurou o Diário Motorsport, parceiro do GRANDE PRÊMIO, houve um contrato que foi deixado de lado com as investidas do grupo SMP. Apesar dos resultados de ‘velocidade pura’, o polonês ainda é melhor que o russo mesmo com uma das mãos. Os testes de ‘long run’ mostraram que aquele que chegou a ser o ‘potencial campeão da F1’ não tem a limitação física que tanto causou preocupação nas equipes e nos fãs de automobilismo de maneira geral.

Robert Kubica tinha R$ 22 milhões a menos na carteira que rival por uma vaga na Williams (Reprodução/Twitter/@williamsracing)

A Williams ficou aquém das expectativas, mas ainda assim terminou a temporada passada na quinta colocação do Mundial de Construtores, com 83 pontos — o já citado pódio de Stroll catapultou a equipe para o lugar atrás de Mercedes (668 pontos), Ferrari (522), Red Bull (368) e Force India (187). 

Acontece que Renault (sexto lugar, com 57 pontos) e McLaren (nona posição, com 30 pontos) devem continuar a evolução já sinalizada no fim do ano passado. Na primeira, Carlos Sainz Jr. levou a equipe a outro patamar ao lado de Nico Hulkemberg; na outra, o novamente empolgado Fernando Alonso venceu a briga com a Honda, ajudou a levar a Renault para Woking e renovou o contrato, sim, em busca de pódios e vitórias.

Não seria de se estranhar se essas duas equipes enfim abandonassem o desespero para avançar para o Q2 e também largassem de vez o fim do pelotão, brigando até mesmo com a Force India pelo posto de quarta melhor equipe do grid. E mesmo o projeto da ‘lanterninha’ Sauber (5 pontos) com a Alfa Romeo é visto com bons olhos.

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Daí a dúvida. Por mais que Claire Williams e Paddy Lowe tenham feito elogios aos feedbacks dado pelo substituto de Felipe Massa aos engenheiros, é difícil pensar que dois jovens tão inexperientes em carros tão ariscos possam realmente desenvolver o modelo de 2018.

Com o número cada vez mais limitado de testes, Kubica tende a fazer pouco, sendo quase uma figura decorativa nos paddocks ao redor do mundo. Paul di Resta, com anos na F1, que chegou a assumir o lugar de Massa na Hungria, no ano passado, talvez fosse nome mais indicado se não fosse o amor pelo dinheiro. Pascal Wehrlein, dispensado pela Sauber, também chegou a ter seu nome cogitado e certamente teria mais condições liderar a equipe na temporada no lugar do russo.

A primeira prova, literalmente, para a Williams e Sirotkin acontece em 25 de março, com o GP da Austrália, em Melbourne.

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