Correndo por fora na disputa do título de 2017, o piloto da Mercedes pode se inspirar no desempenho do compatriota em 2007 para conquistar o campeonato

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Sete. Um número cabalístico, que une os finlandeses Kimi Räikkönen e Valtteri Bottas. Afinal, #7 representa Kimi na F1, já Valtteri corre com o #77, um trocadilho com o seu sobrenome. Além disso, foi em 2007 que Räikkönen conquistou seu único título mundial, enquanto Bottas aparece quase nas mesmas circunstâncias exatos dez anos depois, em 2017.

Será uma coincidência?

O fato é que, há dez anos, o piloto da Ferrari corria por fora na disputa pelo título. Aquela temporada teve 17 GPs e o finlandês aparecia no meio da temporada, após o GP da Inglaterra, na terceira posição do Mundial de Pilotos. Kimi havia vencido três corridas, mas eram os pilotos da McLaren, Fernando Alonso e Lewis Hamilton, que disputam o título e as atenções da imprensa e do público. A McLaren tinha o melhor carro, mas o relacionamento de ambos já estava azedando e se transformaria em guerra declarada durante a classificação para o GP da Hungria, já na segunda parte do campeonato.

Agora, em 2017, Bottas se vê em um cenário parecido. Após 11 das 20 etapas, o finlandês venceu duas corridas e está em terceiro na tabela de classificação. No entanto, são Sebastian Vettel e, mais uma vez, Lewis Hamilton que recebem toda a atenção da mídia e dos fãs, liderando o campeonato. 

(AFP)

Bottas: terceiro colocado no meio da temporada de 2017, como foi Räikkönen em 2007

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É neste momento que o piloto do carro #77 pode olhar para o passado e se inspirar no feito do #7: em 2007, Kimi fez uma grande segunda metade do ano. Enquanto Hamilton e Alonso disputavam cada freada e perdiam pontos numa grande batalha, o piloto da Ferrari venceu outras duas provas e foi extremamente constante nas outras corridas – ele só não foi ao pódio no GP da Europa, em Nüburgring, quando largou na pole e abandonou por problemas mecânicos.

Quando Kimi chegou na última prova do campeonato, no GP do Brasil, ele era apenas terceiro, sete pontos atrás de Hamilton e três atrás de Alonso – numa época que a vitória valia apenas dez. No entanto, a corrida em Interlagos foi praticamente perfeita para o finlandês: a Ferrari entregou um carro com um grande desempenho, o companheiro Felipe Massa estava em uma tarde incrível e, ao final da corrida, ele abriu caminho para a vitória de Kimi – a terceira na segunda parte do ano. Isso enquanto Fernando foi terceiro e Lewis teve problemas com o câmbio, chegando apenas em sétimo e mercando dois pontos.

Ao final da corrida, Kimi Räikkönen foi o campeão com 110 pontos, enquanto a dupla da McLaren acabou abraçada nos 109 pontos. 

Räikkönen comemora o título de 2007

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Há, claro, diferenças entre o cenário de 2007 e 2017. Para começar, a temporada tem três GPs a mais, o que pode equilibrar ou distanciar ainda mais os ponteiros. Outro detalhe é que mais pontos são distribuídos corrida a corrida (hoje são 25 para o vencedor, contra dez há dez anos), ao mesmo tempo que o sistema atual privilegia mais a vitória – apesar que, há dez anos, Kimi também foi o piloto a ter o maior número de primeiros lugares no ano, com um total de seis vitórias.

O que continua igual é a ferrenha disputa entre os dois primeiros colocados na tabela. No começo, Hamilton e Vettel tinham um grande respeito mutuou, mas o relacionamento deles já azedou. Se houver mais uma vez uma guerra entre eles, fatalmente alguns pontos vão ficar pelo caminho – o que pode, claro, ajudar Bottas.

No entanto, Hamilton é justamente o companheiro de equipe do finlandês da vez e, por mais que o episódio da devolução de posição no GP da Hungria demonstre que o tricampeão quer manter um bom clima com o parceiro, é certo que Bottas não contará com um companheiro de equipe para ser seu escudeiro. Em 2007, isso foi uma peça-chave para Räikkönen, já que Massa até abriu mão da vitória em casa para ajudar o finlandês.  

A segunda metade da temporada retoma em 27 de agosto, com o GP da Bélgica. Até lá, Valtteri Bottas já tem o que fazer: rever algumas corridas de 2007. Vai que, né? 

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