Hamilton conquistou no último domingo seu quinto título mundial o que lhe permite olhar para recorde de Schumacher. F1 demorou 45 anos para ver um piloto igualar Fangio e agora se pergunta quanto tempo mais terá até alguém também somar sete conquistas

 

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Juan Manuel Fangio passou longos 45 anos com seu nome isolado no topo da lista de maiores campeões da F1. Só em 2002, Michael Schumacher fez o que parecia impossível e igualou os cinco títulos. Mesmo com o só modesto quarto lugar no último domingo (28), no GP do México, Lewis Hamilton também alcançou a marca do argentino, mas será que tem gás para outros duas conquistas e assim chegar ao alemão? O GRANDE PREMIUM convida você a fazer esse exercício de futurologia.

Hamilton teve no circuito Hermanos Rodríguez um fim de semana menos que discreto — precisava apenas do sétimo lugar independentemente da posição do rival Sebastian Vettel — para mesmo assim garantir o quinto troféu em sua prateleira. Não que tivesse fazendo contas dentro do cockpit, mas sabia que sua posição era confortável. Com o resultado, somou 358 pontos, contra 294 do alemão, apenas o segundo na corrida mexicana.

Ainda nos primórdios da F1, diferente de tudo que está aí hoje no espaço e, literalmente, no tempo, Fangio tinha como principal adversário o medo. Alberto Ascari e Stirling Moss também eram rivais de peso, mas o mais difícil era vestir uma touca de couro e um óculos de aviador na cara para acelerar em não mais que as baratinhas mais rápidas do planeta. Em 1957, de Maserati, o título que já naquela época pareceu inalcançável. O argentino que se aventurou em corridas na Europa e nos Estados Unidos, havia vencido também em 1951, 1954, 1955 e 1956.

(Divulgação/Twitter/@MercedesAMGF1)

Recorde de títulos Schumacher na F1 parecia tão inalcançável quanto o de Fangio um dia pareceu (Quando Schumacher conquistou o sétimo título)

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Os tempos eram outros, mas os títulos em sequência permitem a comparação. Schumacher havia conquistado o bicampeonato na Benetton (1994 e 1995) e bem que demorou um bocado para enfileirar conquistas até conseguir o quinto título mundial com uma supremacia poucas vezes vista o automobilismo de maneira geral. O alemão venceu em 2000, 2001 e 2002, quando apesar da facilidade chorou por atingir a marca ainda no GP da França, com incríveis seis corridas de antecendência.

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Naquela altura, os apaixonados por velocidade tiveram consciência de que o homem, mas também a máquina quase perfeita que era a Ferrari, poderiam até superar Fangio. Uma nova marca havia sido estabelecida e, assim como a de décadas antes, parecia inigualável. Schumacher ainda levantou os troféus em 2003 e 2004 e deixou ele a pergunta: alguém baterá a marca de sete títulos mundiais?

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Hamilton, aos 33 anos, é o primeiro postulante a bater tamanha façanha. De contrato com a Mercedes até o final da temporada 2020, tem amplas chances para conquistar os dois títulos que o deixariam em pé de igualdade com Schumacher na sempre cruel comparação que o esporte tanto ama. A Mercedes, no entanto, nunca havia sofrido tanto com os rivais, como a Ferrari de melhor carro ao longo desta temporada, como consigo mesma. Para ficar só no fim de semana mexicano, o time prateado não se acertou e, em uma disputa equilibrada como deve ser a das próximas temporadas, poderia por tudo a perder.

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