Vettel e Räikkönen bateram Bottas e Hamilton de novo mas, desta vez, Mercedes levou um banho ainda maior da Ferrari com os pneus ultramacios. GP da China de F1 promete outro duelo de gato e rato nas estratégias de boxes

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Ao longo dos anos, excessivos detalhes técnicos conquistaram uns tantos, mas afastaram outros montes de fãs da F1: asa móvel, unidade motriz e, para esta temporada, pneus de hipermacios a superduros são só alguns exemplos. Mas como foi bonita a briga de gato e rato entre Ferrari e Mercedes com seus compostos na madrugada deste sábado (14), no treino classificatório para o GP da China. Melhor para os italianos que fizeram a dobradinha com Sebastian Vettel e Kimi Räikkönen em Xangai.

A aguardada chuva que não caiu no circuito foi parar na lavada que equipe alemã levou com pneus ultramacios. Valtteri Bottas foi o terceiro (+0s530) e Lewis Hamilton apenas, pela segunda vez consecutiva, o quarto colocado (+0s580). A largada para a terceira etapa do Mundial acontece na madrugada deste domingo (15), às 3h10, com tempo real do Grande Prêmio.

Mesmo com todas as incógnitas de início de temporada, ninguém tinha dúvida que Hamilton iria passar para o Q2. Pouca gente, no entanto, poderia imaginar que a diferença para Vettel seria de incríveis 1s112 em um primeiro sinal de que as coisas não estavam bem se levado em conta a banda roxa dos pneus. A diferença obrigou a Mercedes a adotar uma estratégia fora do convencional: os dois carros seriam os únicos do grid que se classificariam com pneus macios. Foi quando a Ferrari fez a marcação que precisava e também calçou os pneus de faixa amarela.

Hamilton ficou de fora da foto oficial do treino classificatório pela segunda vez seguida (AFP)

Hamilton e Bottas entraram para o Q3 com os dois melhores tempos. Hamilton havia aplicado 0s471 em Vettel, mas não foi preciso nem esperar os 12 minutos para perceber que a coisa estava fora de controle. Com um erro na parte final do circuito, o inglês sequer completou sua volta rápida e, mais uma vez, ficou de fora até da entrevista ainda na pista.

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Depois de um ano com pneus mais largos que em geral proporcionavam maior aderência e consequentemente maior velocidade até mesmo nas curvas, a F1 pediu a Pirelli borrachas que trabalhassem da forma ideal em faixas de temperatura mais distantes. A ideia era proporcionar maior competitividade e opções de estratégias para a corrida. Daí a introdução dos modelos hipermacios e superduros; além dos já existentes ultramacio, supermacio, macio, médio e duro. 

Hamilton aposta na estratégia da Mercedes para superar as Ferrari no GP da China (AFP)

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Na última corrida, a Mercedes por pouco não tomou a vitória da Ferrari. Faltou a Bottas algumas voltas ou um piloto que não fosse Vettel na liderança para o finlandês fazer a ultrapassagem. Naquela oportunidade, os carros prateados estavam com os pneus médios, enquanto o vermelho se sustentou na pista com o macio. A promessa agora é de um novo capítulo na briga de gato e rato para ver quem tem mais borracha para queimar.

Com as vitórias na Austrália e no Bahrein, Vettel soma 50 pontos, 17 a mais que o vice-líder e grande rival Hamilton. 

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