Piloto sofreu com falta de potência na sua Ferrari e sequer marcou tempo para GP da Malásia. Como se não bastasse largar em último, ainda viu Hamilton cravar a pole-position em clara demonstração de que má sorte da caótica largada do GP de Singapura não passou

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“Não há nada tão ruim que não possa piorar.” A sabedoria popular certamente rondou a cabeça do alemão Sebastian Vettel neste sábado (30), no treino classificatório para o GP da Malásia. O piloto enfrentou problemas em sua Ferrari, não conseguiu marcar tempo e larga na 20ª e última posição. Como se não bastasse, o inglês Lewis Hamilton outra vez esteve à vontade com sua Mercedes e é o pole-position. Kimi Räikkönen bem que tentou ajudar o companheiro, mas foi apenas o segundo colocado, seguido de Max Verstappen.

Com 28 pontos de desvantagem para Hamilton, uma posição ruim já no grid era a última coisa que Vettel poderia esperar. É como se o trágico GP de Singapura, que acabou para ele metros após a caótica largada em acidente com os mesmos Räikkönen e Verstappen, ainda não tivesse terminado. O curioso é pensar que logo a nuvem negra estacionada em cima do circuito é a melhor alternativa para o alemão na árdua briga pelo título. Segundo a meteorologia, há quase 60% de chance de chuva para o domingo.

Vettel reclamou de potência no motor Ferrari quando ainda faltavam sete minutos para o fim do Q1. O #5 se apressou em voltar para os boxes, chegou a preparar o carro para uma saída emergencial, mas “era como se não houvesse turbo” nem para uma última tentativa. Cordialmente, bateu no cinto de segurança a menos de dois minutos para o término da sessão, desceu do carro e cumprimentou um a um os homens que trabalharam até o último momento para fazer com que voltasse para a pista.

(Divulgação/Ferrari)

Lewis Hamilton começou seu show particular na Malásia com 70ª pole-position da carreira (AFP)

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O comportamento raro de se ver em um Vettel quando está de cabeça quente logo após uma grande derrota é a mostra clara de quem nunca ‘jogará a toalha’. Difícil tentar enxergar algo positivo para os ferraristas em meio a mais esse turbilhão de notícias ruim, mas a única saída quando se está no fundo do poço é para cima. Da última posição, a equipe pode trocar diferentes peças no motor do carro e, de certa forma, já poupar equipamento para as últimas cinco corridas depois da prova em Sepang.

“Não se preocupem, caras. Consertem tudo para amanhã porque temos um carro rápido. Nós vamos voltar”, sentenciou o tetracampeão mundial, ainda pelo rádio.

Sem nada a ver com o problema na garagem vizinha, Hamilton conquistou sua 70ª pole-position na carreira, a nona no ano, aparentemente outra vez sem lá muito esforço. O #44 cravou 1min30s036. Räikkönen, ainda que tentou, mas outra vez foi Räikkönen. O finlandês, que travou a roda dianteira esquerda na última curva, chegou perto com 1min30s121. Verstappen mais uma vez andou bem no fim de semana e acabou com o 1min30s541.

 

Nem mesmo o histórico de Marina Bay com Räikkönen e Verstappen, que juraram não querer confusão na largada, e o longo trecho até a primeira curva preocupam o mais favorito ao título mundial. Como já virou tradição em suas poles, o inglês correu por parte da reta dos boxes, acenou para o público e já tratou de começar seu show particular.

INITIAL CLASSIFICATION (END OF QUALIFYING): Confirmation of an incredible turnaround by @LewisHamilton #MalaysiaGP

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