F1 está perto de testar para valer a terceira via ‘Shield’. Dino Altmann, diretor-médico do GP do Brasil, detalha escudo que é evolução do ‘Aeroscreen’ sem ser tão agressivo esteticamente quanto ‘Halo’

google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “2258117790”;
google_ad_width = 300;
google_ad_height = 600;
//pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js

A F1 trabalha com uma ideia fixa: proteger a cabeça dos pilotos. As mortes de Jules Bianchi e Justin Wilson em 2015 foram a gota d´água para trazer novamente à tona o embate entre ‘assumir o risco do automobilismo’ e ‘preservar as características de fórmula’ contra adotar aparatos que resguardem o cockpit. Dino Altmann, diretor-médico do GP do Brasil, detalhou o ‘Shield’, escudo idealizado para ficar posicionado à frente do piloto, e confirmou que os testes coletivos acontecem em setembro. Antes disso, no entanto, a Ferrari deve experimentar o projeto já durante o GP da Inglaterra, em 16 do mês que vem.

O Shield, escudo em inglês, é a evolução do já apresentado ‘Aeroscreen’. A peça, que também se tratava de um aparato à frente do piloto foi desenvolvida e testada em pista pela Red Bull, ainda em abril do ano passado, durante o fim de semana do GP da Rússia. Naquela oportunidade, Daniel Ricciardo elogiou o projeto e não fez ressalvas quanto à visibilidade ou descaracterização dos carros. A partir daí, a F1 então resolveu ampliar o desenvolvimento do ‘Halo’. Nos testes em Barcelona, Kimi Räikkönen foi o primeiro a dizer que ainda aguardaria uma versão 2.0. Quando ainda se previa a implementação para este ano, a Ferrari levou para o GP da Áustria de 2016 a versão atualizada.

Shield, escudo em inglês, deverá ser testado pela Ferrari já no GP da Inglaterra, em 16 de julho (Reprodução)

Foi o bastante para aparecer uma enxurrada de críticas fosse pela iminência da aceitação pelo Grupo de Estratégia da F1, pela dificuldade em se retirar o piloto em caso de acidente, pela agressão estética ou mesmo por sua eficiência duvidosa já que o topo da cabeça do piloto ainda estaria desprotegido. Mais do que isso, uma mola como a que se desprendeu do carro de Rubens Barrichello e acertou em cheio o capacete de Felipe Massa em 2009 continuaria passando por ali com ou sem o Halo. A segunda peça utilizada pela escuderia italiana era mais alta e, em tese, ajudaria também na visibilidade sem deixar que os carros se parecessem, por exemplo, com os do WEC.

Segundo as contas apresentadas por Altmann no anúncio do contrato de quatro anos entre o GP do Brasil e o Hospital Leforte, em São Paulo, os modernos capacetes de fibra de carbono e uma camada de quartzo ao redor da viseira são capazes de suportar um objeto de 225 g a 225 km/h, o que causa um impacto de 500 J. Como isso seria insuficiente, daí a necessidade de desenvolver o Halo e o Aeroscreen. Eles são pensados para resistir a uma colisão com um objeto de 20 kg a 225 km/h, o que desenvolveria uma força de 39 mil J. Ainda segundo os cálculos mostrados, na mesma velocidade, uma peça de 5 kg no Shield provocaria um impacto de 10 mil J, 20 vezes mais resistente que o capacete.
(Divulgação/André Mello)

Da estética à eficácia: Halo utilizado por Kimi Räikkönen recebeu inúmeras críticas no mundo da F1 (AFP)
fechar

function crt(t){for(var e=document.getElementById(“crt_ftr”).children,n=0;n80?c:void 0}function rs(t){t++,450>t&&setTimeout(function(){var e=crt(“cto_ifr”);if(e){var n=e.width?e.width:e;n=n.toString().indexOf(“px”)

var zoneid = (parent.window.top.innerWidth document.MAX_ct0 = '';
var m3_u = (location.protocol == 'https:' ? 'https://cas.criteo.com/delivery/ajs.php?' : 'http://cas.criteo.com/delivery/ajs.php?');
var m3_r = Math.floor(Math.random() * 99999999999);
document.write("”);

google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “5708856992”;
google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;
//pagead2.googlesyndication.com/pagead/show_ads.js

“Mais importante do que atender um piloto machucado, são as medidas preventivas para que os pilotos batam, o que é inerente ao automobilismo, mas que não se machuquem”, disse Altmann. “A razão de ser aberto [e não como cockpits de caças por exemplo] é que o piloto tem que, no caso de um acidente, sair sozinho de dentro do carro se não estiver machucado. Se não tiver condições de sair sozinho de dentro do carro, ele precisa ser retirado através de um procedimento que chamamos de ‘extração’ e essa pode ser em uma situação normal ou invertida, com o carro de ponta-cabeça.”

O Shield é feito de policarbonato e se assemelha muito aos materiais usados nos carros do WEC. A peça – em determinado momento é até similar às adotadas em outras épocas na F1, mas naqueles tempos, muito mais para complementar a aerodinâmica e relativamente desviar o ar do rosto do piloto – estará em uma inclinação de 15 graus junto ao chassi. A espessura ainda pode variar entre 6 e 12 mm, com peso total de 11,2 kg. 

O modelo, que durante muito tempo foi tratado como grande segredo na FIA, foi apresentado exclusivamente para os pilotos no GP da China deste ano e foi desenvolvido pela equipe do diretor de segurança Lauren Meckies. O público deve ver a Ferrari utilizar o modelo já no fim de semana do GP da Inglaterra, em julho. Dois meses depois, outras equipes poderão testar o aparato, nos treinos-livres para os GP da Itália e de Cingapura. A partir daí, o desenho final precisa ser submetido ao grupo de estudo e órgão regulatório para ser introduzido no Mundial em 2018.

Shield é evolução do Aeroscreen apresentado pela Red Bull no GP da Rússia no ano passado (AFP)

Acesse as versões em espanhol e português-PT do GRANDE PRÊMIO, além dos parceiros Nosso Palestra e Escanteio SP.

SÃO PAULO E-PRIX 2023:
SINTA A ENERGIA DA FÓRMULA E

25 de março de 2023 CLIQUE NO LINK ABAIXO PARA ACESSAR O SITE OFICIAL DE VENDAS E ATIVAR O SEU BENEFÍCIO EXCLUSIVO COM O CÓDIGO SAOPAULOVIP. Comprar Ingresso com desconto

GOSTA DO CONTEÚDO DO GRANDE PRÊMIO?

Você que acompanha nosso trabalho sabe que temos uma equipe grande que produz conteúdo diário e pensa em inovações constantemente. Mesmo durante os tempos de pandemia, nossa preocupação era levar a você atrações novas. Foi assim que criamos uma série de programas em vídeo, ao vivo e inéditos, para se juntar a notícias em primeira-mão, reportagens especiais, seções exclusivas, análises e comentários de especialistas.

Nosso jornalismo sempre foi independente. E precisamos do seu apoio para seguirmos em frente e oferecer o que temos de melhor: nossa credibilidade e qualidade. Seja qual o valor, tenha certeza: é muito importante. Nós retribuímos com benefícios e experiências exclusivas.

Assim, faça parte do GP: você pode apoiar sendo assinante ou tornar-se membro da GPTV, nosso canal no YouTube

Saiba como ajudar