Apesar do feriadão ter sido extremamente respeitado no automobilismo, os assuntos extra-pista continuaram rendendo muito por conta da repercussão da abertura da F1 na Austrália

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A semana foi tão calma que até fiquei incomodado. Depois de duas semanas tão intensas, ter uma tranquila e sem corridas. Mas foi curioso perceber que se tem uma data que o automobilismo respeita e realmente para é a Páscoa.

Mas isso não quer dizer que não tivemos assuntos interessantes.

A segunda feira foi marcada pela enorme repercussão do GP da Austrália. Entre os assuntos mais falados estavam o acidente de Fernando Alonso, que, apesar de sair inteiro, machucou o joelho e reclamou de dores nas costas. O que, perto do que poderia acontecer, não foi nem um arranhão.

Outra grande polêmica foi a continuidade do bate-boca midiático entre Max Verstappen e Carlos Sainz, com o holandês sendo atrevido o suficiente para dizer que se vê milhas à frente do rival. Dias depois os dois foram vistos gravando juntos um programa de TV, o que deu a impressão de que o episódio não influenciou em nada o convívio dos dois, apesar da força da discussão

Sainz × Verstappen: essa dupla vai dar o que falar (Carlos Sainz, Max Verstappen)

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Já a terça-feira começou com os desgraçados e desonestos atentados na Bélgica, o que acabou colocando em segundo plano as notícias de F1, com muitas personalidades manifestando suas solidariedade. As principais notícias continuavam sendo sobre o acidente de Alonso: o espanhol relatou que o acidente foi "como estar dentro de uma lavadora gigante" de tanto que chacoalhou e que o prejuízo da McLaren foi de R$1,2 mi, enquanto Lewis Hamilton antecipava um incômodo dos pilotos ao dizer que tem muita gente apitando na F1.

O agito mesmo acabou acontecendo nos EUA com a volta da tradicionalíssima turma da Menards como parceira da Penske nas 500 Milhas de Indianápolis no carro de Simon Pagenaud, enquanto JR Hildebrand, aquele que perdeu caprichosamente a vitória da Indy 500 para Dan Wheldon em 2011, anunciou seu retorno para a prova pelo time de Ed Carpenter.

A quarta-feira foi um dos dias mais agitados. Ela marcou a primeira das duas grandes efemérides da semana no automobilismo brasileiro. Há exatos 30 anos acontecia o GP do Brasil de F1 com uma dobradinha histórica com Piquet à frente de Senna. No Endurance, tanto a Audi quanto a Porsche, as duas principais equipes, apresentaram seus carros para a temporada 2016 do WEC. 

De tarde veio a bomba: uma carta da Associação de Pilotos acusando a F1 de obsoleta e clamando por uma reestruturação de governança. Uma porrada que acabou provocando mudanças já no dia seguinte. Outro grande babado foi a revelação do interesse de Ferrari e Mercedes por Daniel Ricciardo por parte de Christian Horner. E a notícia mais bacana veio dos EUA: Will Power testou no Alabama e está prontinho para a etapa de Phoenix

Sebastian Vettel assinou a carta que chacoalhou com a semana da F1 (Sebastian Vettel)

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A quinta-feira foi linda. O dia marcava os 25 anos da primeira vitória de Ayrton Senna no GP do Brasil de F1, que teve uma belíssima homenagem do Grande Prêmio com direito a tempo real da prova. Contribuí relembrando algumas coisas que ninguém deu muita bola na época. Enquanto isso, em 2016 DC, a F1 voltou atrás sobre os treinos classificatórios, decidindo realizar o formato de Melbourne novamente no Bahrein para fazer alterações precisas para a próxima etapa. Ao mesmo tempo, Bernie Ecclestone fazia seu mea culpa e dizia concordar com as reclamações dos pilotos.

No Endurance, a Toyota foi última grande montadora do WEC a apresentar seu carro, enquanto a McLaren confirmava a troca de motor de Alonso para o Bahrein e a família Brabham recebeu uma notícia constrangedora: Gary, filho do tricampeão Jack, foi condenado à prisão por estupro de menor de idade na Austrália. Existe forma mais errada de se entrar em uma sexta-feira santa?

A sexta-feira teve como principal atração o início dos testes do WEC em Paul Ricard, na França, com a Porsche mostrando que seu novo carro foi bem-nascido. O esporte estava bem triste com o falecimento do craque Johan Cruyff por conta do maldito câncer, o que rendeu homenagens como a do compatriota Max Verstappen, que teve a chance de conhecê-lo meses antes, durante a pré-temporada, na última vez em que o ex-jogador apareceu publicamente.

Por fim, agitando a tarde de celebrações cristãs, Danica Patrick ganhou um ovo de páscoa recheada com uma multa por ter reclamado de Casey Kahne invadindo a pista durante a bandeira amarela da etapa de Fontana.

Chilique de Danica rendeu uma multa à pilota da Nascar (Danica Patrick)

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O sabadão começou com as homenagens a Paul Dana, que morria há dez anos em treinos da Indicar em Homestead. Seguiu com a Porsche repetindo o domínio no WEC no último dia de testes e uma crítica do pessoal da Manor que opera no endurance: "Aqui você vê pessoas se divertindo". E, mesmo quase uma semana depois, mais coisas sobre o acidente de Alonso apareciam: médico da FIA, Jürgen Lindemann disse que o espanhol se salvou por pouco e que situações assim provocam um estresse impressionante na mente, pois ele passou por tudo consciente.

O domingão da Páscoa foi dia de lembrar o último GP do Brasil de Senna, há 22 anos, que acabou com uma rodada na parte final da prova, enquanto a Haas, para garantir a integridade de Esteban Gutierrez, levará um chassi novo para o Bahrein após ele ter se envolvido no pancadão de Alonso. O carro não sofreu tanto, mas eles acharam melhor garantir. Para completar, Nelsinho Piquet fez uma análise super interessante de sua estreia pelo WEC nos testes pela Rebellion. Segundo ele, a galera é bem maneira".

E com as corridas voltando com tudo na semana que vem, no próximo domingo certamente teremos muito para relembrar.

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