A novíssima geração do automobilismo brasileiro acelera para chegar em breve ao topo do esporte a motor nacional e tem na Stock Light uma categoria cada vez mais forte para desenvolver os novos talentos do país

Ao fim do ano passado, a Vicar, empresa que promove e organiza a Stock Car, anunciou uma renovação na sua categoria de acesso. O então chamado Campeonato Brasileiro de Turismo, nascido em 2013 para dar rodagem e experiência a novos pilotos em busca de um lugar ao sol no principal certame do automobilismo brasileiro passava a mudar de nome para 2018. A Stock Light renascia com a promessa de não apenas ter um grid mais robusto, mas também trazia uma importante motivação: o combustível financeiro traduzido em R$ 650 mil, premiação total oferecida ao campeão e melhor estreante do campeonato.

A mudança foi vista com bons olhos pela nova geração de pilotos que trazem consigo o anseio de trilhar uma carreira profissional no Brasil e chegar à Stock Car num futuro não muito distante. Assim, nomes que brilharam no kartismo recentemente vieram em peso para o grid: João Rosate, os irmãos Marcel e Murilo Coletta e Enzo Bortoleto se uniram a pilotos com um pouco mais de cancha na categoria, como Gabriel Robe — último campeão do Brasileiro de Turismo —, Raphael Reis, Pietro Rimbano, Pedro Cardoso, Gustavo Frigotto e o xará, Gustavo Myasava.

Com a permanência de veteranos como Marco Cozzi, a chegada de pilotos mais velhos como Lauro Traldi, Odair dos Santos, Pedro Boesel e até o ex-Stock Car Raphael Abbate, a Stock Light vem se reafirmando corrida após corrida não apenas como a categoria de acesso à Stock Car, capaz de formar e desenvolver pilotos que almejam subir em breve, mas também se consolida como uma das mais importantes competições do Brasil. Como é, guardadas as devidas proporções, a F2 em relação à F1.

O primeiro reflexo das mudanças implementadas pela Vicar foi visto diretamente na pista pela quantidade de carros no grid da nova Stock Light. A título de comparação, em 2016 o então Brasileiro de Turismo registrou uma média de menos de 14 carros por corrida. No ano passado, o ‘average’ aumentou, mas não muito, subindo para menos de 17 carros na categoria.

Os grids cheios são uma rotina desta nova fase da categoria de acesso à Stock Car (DUDA BAIRROS)

Nesta primeira temporada da Stock Light, a etapa inaugural, em São Paulo, registrou 21 pilotos no grid, mas tal número foi aumentando de forma significativa de modo a chegar aos 26 em Goiânia, alcançando uma média de 24 carros a cada uma das cinco etapas já disputadas até o momento na temporada.

O GRANDE PREMIUM conversou com expoentes da nova geração do automobilismo brasileiro e que vêm se destacando nas pistas da Stock Light para entender os motivos pelos quais a categoria se tornou tão mais forte e venceu até o ceticismo nesta temporada.

Nos bastidores, não havia muita certeza sobre até que ponto a Stock Light conseguiria se sustentar e não ter a queda no número dos grids, como já foi vista no antigo Brasileiro de Turismo e na F3 Brasil e hoje, de forma melancólica, no Brasileiro de Marcas. Contudo, a cada rodada dupla, a resposta vai sendo dada onde se deve: na pista.

Reflexo da mudança de prioridades
 

Um dos fenômenos mais notados entre os jovens talentos que saem do kartismo no Brasil é que, cada vez menos, a F1 representa a meta principal da carreira. A ausência de pilotos do país no grid do Mundial e a notória dificuldade em chegar ou de se manter por lá — casos de nomes já consagrados como os de Pascal Wehrlein ou Esteban Ocon — faz com que os talentos da nova geração passem a vislumbrar com bons olhos construir sua trajetória por aqui. E a Stock Car, com alto nível técnico e com reconhecido potencial enquanto plataforma de marketing, é vista dia após dia como o novo eldorado de quem aspira a uma carreira profissional no esporte a motor.

É o que diz, por exemplo, Marcel Coletta. Aos 16 anos, o jovem, membro do programa de desenvolvimento criado neste ano pela Cimed, é uma das grandes apostas para o futuro. O piloto vem sendo um dos destaques não apenas na Stock Light, mas também na Porsche Cup, que em 2018 se abriu para novos talentos das pistas.

“A Stock Light, na verdade, é o caminho que escolhi para chegar à Stock Car. Muitos pilotos ainda têm na mente chegar à F1, e hoje meu principal objetivo é chegar à Stock. Tenho todo o apoio e estrutura que a Cimed está me dando, e a parceria está dando super certo. Já conseguimos fazer pole, vitória, então estou feliz com todo esse projeto”, diz o piloto, que na equipe tem a companhia do irmão, Murilo Coletta, e de Pietro Rimbano.

Dono de uma vitória e uma pole até agora na temporada, Marcel já tem visão plena de que a mentalidade da ‘gurizada’ está mudando e olhando com mais atenção ao mercado nacional.

“O pessoal que está saindo da base no kart está, como eu, mudando a cabeça. Aos poucos, esse objetivo de chegar à F1 está mudando. Ainda mais aqui, com o fortalecimento da Stock Light, tem muito piloto que almeja a Stock Car ao invés de buscar a F1. Tudo isso faz com que a Stock Light fique mais forte e que, dentro de alguns anos, a Stock Car vai ter alguns pilotos mais jovens. E a gente vai deixar o automobilismo brasileiro mais forte. Para mim, é muito gratificante ver que o automobilismo brasileiro está crescendo e ficando cada vez melhor”, avalia Marcel, feliz por poder dividir as pistas com muitos dos seus contemporâneos nos tempos de kart.

“João Rosate, Gaetano di Mauro, Enzo Bortoleto… é muito legal lembrar que, há uns quatro anos, a gente estava no kart, disputando, e agora cada um na sua equipe, com uma estrutura maior, carros grandes, mas lutando do mesmo jeito, roda com roda, então tudo isso é muito gratificante para mim”, destaca.
 

(Marcel Coletta, Pietro Rimbano e Murilo Coletta: o time da Cimed na Stock Light (Foto: Bruno Terena/RF1))

Enzo Bortoleto ressalta a evolução da Stock Light: “Cresceu muito” (DUDA BAIRROS)

Stock: o nome que atrai e fortalece o grid
 

Uma das mudanças mais importantes listadas pelos pilotos ouvidos pelo GRANDE PREMIUM diz respeito ao nome da categoria. Até ano passado, a classe de acesso à Stock Car era denominada Brasileiro de Turismo, porém tal alcunha não fazia menção à divisão principal e tampouco fazia jus a uma categoria necessariamente de turismo, uma vez que jamais se tratou de carros baseados em veículos de rua, mas sim de protótipos projetados exclusivamente para a competição.

Para Enzo Bortoleto, talentoso paulista de 20 anos e que ocupa, até a disputa da sexta etapa, a liderança geral do campeonato e também a ponta entre os novatos, a mudança do nome é muito importante para ligar a Stock Light à Stock Car, a torna mais atraente para pilotos e também incentiva equipes oriundas da classe-rainha do automobilismo brasileiro a investirem na base.

“A Stock Light realmente cresceu muito. Depois da fase do Brasileiro de Turismo, tanto a Vicar como a CBA tiveram essa iniciativa de trazer a Stock Car mais para perto de nós. Antigamente, nem o nome era parecido. Tem também o fato de que cada vez mais equipes da Stock Car se envolvem com a Light: a Carlos Alves, a TMG, junto com a RZ… então as próprias equipes da Stock Car se juntam aos times da Light para ajudar pilotos a amadurecer visando a categoria principal”, disse o piloto da KTF Sports, equipe que trabalha para subir com o próprio Bortoleto para o grid da categoria principal no ano que vem.

Raphael Reis é um dos pilotos com um pouco mais de experiência no grid e que traz no macacão e no carro uma marca que é sinônimo de referência no esporte a motor. Desde o começo de 2018, o brasiliense de 25 anos representa a Academia Shell Racing e vem sendo um dos destaques do campeonato. O dono do carro #77 já venceu duas vezes em 2018 e é o atual vice-líder da competição, 15 pontos atrás de Bortoleto.

Reis vai na mesma linha de Enzo ao concordar que o nome Stock Light fortalece a categoria e atrai mais patrocinadores, equipes e pilotos ao grid.

“O nome Stock Light traz um peso muito importante ao evento, além dos benefícios oferecidos aos campeões. Claro que isso tudo é visto com muitos bons olhos pelos pilotos, por todo mundo. Acredito que a categoria só tem a crescer. Já vi equipes buscando mais carros, mais gente querendo andar aqui, então a tendência é só evoluir com esse grid que tem uns 25, 28 carros… E não cresce apenas em quantidade, mas também em qualidade”, ressalta.

“Toda corrida vai ter uns 15 pilotos que, se saírem com a vitória, não seria uma surpresa. O grid está bem forte, e eu, particularmente, nunca tinha participado de uma categoria com um nível tão forte, de nomes que já passaram pela Stock Car, que disputaram competições internacionais. O nível está muito alto. E isso é bom não só para mim, mas para todos que estão no grid, porque o que a gente quer é isso: crescer junto e, quem sabe um dia, estar na Stock Car com os pilotos que a gente vê como referência”, avalia.
 

(Foto: José Mário Dias)

A premiação que faz toda a diferença
 

Cada vez mais cobiçada por pilotos e equipes, a Stock Car também compreende custos que se elevam ano após ano. Portanto, nem sempre o talento é garantia de vaga no grid, e tal afirmação se faz verdade quando se analisa, por exemplo, casos de pilotos como o experiente Sergio Jimenez e o jovem Guilherme Salas, campeão do antigo Brasileiro de Turismo em 2014. Em comum, ambos lutam para voltar às corridas da Stock Car.

Desta forma, todo combustível financeiro ajuda muito na missão do piloto em subir para o maior palco do do automobilismo brasileiro. Assim, o dinheiro que é oferecido como premiação ao fim da temporada é um grande chamariz para que os talentos da novíssima geração e também os veteranos encham os grids da Stock Light.

João Rosate é um dos pilotos que almeja, em 2018, tanto o título da Stock Light no geral como também entre os novatos. Terceiro colocado no geral e vice-líder entre os rookies, Rosate faz um belo primeiro ano completo na categoria e vem de grande participação na Sprint Race, além do título conquistado na consagrada Seletiva de Kart Petrobras, no ano passado.

O goiano, filho de Helena Soares, pilota que se consagrou no Rali dos Sertões, é realista e entende que o dinheiro é importante e realmente faz a diferença, mas não é tudo. Tão necessário como lutar por vitórias e títulos é estar na vitrine, ver e ser visto. Para, aí sim, ter tudo encaixado para dar o próximo passo.

João Rosate, oriundo do kartismo, é um dos bons nomes de 2018 na Stock Light (João Rosate)

“Os incentivos financeiros que a Stock Light proporciona para a gente são muito bons. Mas temos de lembrar que isso nem sempre vai ser o diferencial para você subir ou não. Tem pilotos que conseguem incentivos, mas que às vezes não sobem. Acho que o mais importante é você estar numa vitrine, ter uma visibilidade, não apenas visando as equipes, os chefes das equipes da Stock Car, mas também o público, porque dá para ter um trabalho melhor de marketing em cima de você. E a semelhança do carro: motor, sistema de injeção, é tudo muito parecido, então isso acaba por preparar muito um piloto para a Stock Car”, explica Rosate, que é piloto da equipe de Carlos Alves na Stock Light.

Raphael Reis adota discurso semelhante ao do colega de pista. “O título em si já é algo muito bom, mas mesmo um piloto sendo campeão, ele tem dificuldade para subir para a Stock Car principal porque são orçamentos diferentes e não há tantas vagas. De modo que esse dinheiro, como incentivo, dá um pouco mais de sentido, já que o campeão, com esse benefício, fica quase impossível de não subir. É uma motivação que ajuda demais”, pontua.

Bortoleto também ressalta a importância de contar correr por um bom fator financeiro no fim, o que tende a ajudar muito na sequência da carreira de um piloto.

“Tem a premiação maior, tanto para o campeão no geral como na rookie, então o novato que ganhar esse valor vai poder, de repente, ficar um ano mais, amadurecer um pouco mais antes de dar o próximo passo rumo à Stock Car. E o cara que for campeão na geral pode ficar mais um ano ou então aproveitar o dinheiro da premiação e subir para a categoria principal. Quando você chegar hoje numa equipe com um valor desses, mais alguns patrocinadores, você já agrega muito mais”, destacou o paulista, de olho no grid da Stock Car para o ano que vem.

O que há de diferente e semelhante entre os carros?
 

O carro concebido para a Stock Light traz a mesma base desde o nascimento do Brasileiro de Turismo, há cinco anos. Projetado pela JL Indústria, hoje Giaffone Racing, o conjunto tem o propósito exato de entregar um produto mais próximo possível do carro da Stock Car. Há algumas semelhanças e diferenças, como explica Zequinha Giaffone, responsável pelo projeto, ao GRANDE PREMIUM.

“Acredito que a maior diferença entre os carros é o pneu. O composto da Stock Car é da Pirelli, porém importado, enquanto o da Stock Light é nacional. Então o pneu da Stock Car dá muito mais aderência em relação ao da Stock Light. Quanto ao motor, a Light também traz uma potência menor, cerca de 330, 340 cv, enquanto o da Stock Car pode variar um pouco de pista para pista para que o push-to-pass funcione melhor. Assim, a diferença de potência entre as duas categorias pode chegar até a 120 cv, dependendo das circunstâncias”, detalha o engenheiro.

“Quanto ao projeto em si, diria que os projetos são parecidos, mas não iguais. O câmbio do carro da Stock Car é traseiro, enquanto da Light fica na do lado da perna do piloto, mais ou menos, de forma que o balanço do peso do carro seja um pouquinho diferente. Mas, como um todo, acho que a maior diferença em termos de curva do carro está em cima do pneu. Os dois modelos contam com o mesmo combustível, que é a gasolina premium Podium [da Petrobras]. E, basicamente, diria que o Stock Light tem quase zero de pressão aerodinâmica, enquanto o carro da Stock Car tem um pouco mais”, avalia.

O protótipo da Stock Light é ligeiramente mais curto e é dotado de menos potência (José Mário Dias/Shell Racing)
O carro da Stock Car tem pneus Pirelli importados e potência que pode passar dos 500 cv (Átila Abreu Victor Eleutério)

Um dos pilotos que pode guiar neste ano os dois carros, tanto o da Light como o da Stock Car, foi Gabriel Robe. O último campeão do Brasileiro de Turismo foi o convidado de Felipe Lapenna para a disputa da Corrida de Duplas, prova que abriu a temporada 2018 em Interlagos, no carro #110 da Cavaleiro. O gaúcho foi bem e se adaptou rapidamente ao protótipo.

Ao GP*, o piloto da Motortech na Stock Light viu na prática exatamente o que Zequinha Giaffone explicou em termos de diferenças entre os dois protótipos.

“O carro da Stock Car é bem diferente em relação ao da Light, por incrível que pareça. É muita diferença de potência de um carro para o outro. Os pneus também fazem bastante diferença. Então, apesar de serem carros [visualmente] bem parecidos na essência, na hora de rodar na pista são bem diferentes”, diz.

“Esse carro [o da Stock Car] é o mais rápido que já guiei, a sensação de velocidade é bem maior, e os freios também são bem diferentes. Então levei algumas horas para me acostumar ao carro, mas até que consegui uma adaptação rápida e um bom resultado lá em Interlagos”, conclui o torcedor fanático do Brasil de Pelotas.

Gabriel Robe guiou os carros da Stock Car e da Stock Light em 2018 (Foto: Duda Bairros)

Filosofia mais próxima à Stock Car dentro e fora das pistas
 

Rosate traça um paralelo interessante ao ver “a Stock Light como a segunda maior categoria do Brasil, como se fosse a F2”. E da mesma forma que os pilotos da classe de acesso à F1 atuam com uma mesma filosofia de trabalho, o mesmo é visto também em terras tupiniquins. Tal postura é ressaltada pelos jovens entrevistados pelo GRANDE PREMIUM.

Em termos de formato de disputa, as duas categorias se assemelham: enquanto a Stock Car promove rodadas duplas — exceção feita à Corrida de Duplas, Corrida do Milhão e a prova final do campeonato — com provas de duração de 40 minutos mais uma volta, a Light também tem duas corridas no mesmo fim de semana, com a diferença que uma disputa é no sábado e outra no domingo. O diferencial é o tempo de prova, dez minutos a menos, enquanto o treino classificatório também é bem reduzido, apenas 20 minutos, contra quase uma hora da categoria principal.

Até Campo Grande, havia a previsão de um pit-stop obrigatório em cada uma das corridas da Light, algo que foi vetado por Vicar e CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo) depois do acidente envolvendo três membros da equipe Motortech durante a janela de reabastecimento. Outra semelhança é que tanto os pilotos da Stock Car e da Stock Light fazem uso do botão de ultrapassagem durante as corridas.

O que é senso comum entre os pilotos é que, ainda que eles não façam parte oficialmente do grtid da categoria principal, o profissionalismo precisa partir desde já. Por isso, é fundamental entender como a Stock Car funciona não apenas dentro das pistas, com o estudo da telemetria e das câmeras onboard junto aos pilotos da categoria, mas também fora delas, com o piloto sendo importante agente de marketing.

E isso é possível acompanhar durante as concorridas visitações aos boxes, prática tradicional da Stock Car para unir fãs, pilotos e patrocinadores antes das largadas da categoria.

“Com a Cimed, que tem duas equipes na Stock Car, faço a visitação, vejo a telemetria com eles, às vezes a reunião acompanho com eles, até para ver como é o trabalho na Stock Car em relação à Stock Light. Tem muita coisa que ainda precisamos aprender para chegar lá, mas neste ano a categoria deu um salto muito bom, e estamos muito mais próximos do que estávamos ano passado”, analisa Pietro Rimbano. Aos 20 anos, o piloto, que conta com o patrocínio da Cimed, faz sua terceira temporada completa na categoria de acesso à Stock Car.

Bortoleto, por exemplo, nota que a mudança de postura dos jovens pilotos da Stock Light se reflete com maior intensidade a cada corrida da temporada.

“O campeonato tem muito piloto forte, cada vez com disputas mais acirradas. Acho então que o amadurecimento, as conversas no briefing, até as possibilidades de punições mais severas, até mesmo com gancho de corrida, se for necessário. Tudo isso ajuda o piloto a aprender. Os pilotos estão cada vez melhores e não há tanta diferença na pontuação do campeonato. Claro, há sempre pontos a melhorar. Mas veja a visitação, sempre bacana, os grids enchendo cada vez mais, então o fim de semana como um todo é sempre muito bom”, destaca.

Reis salientou a importância de poder acumular conhecimento e acompanhar as reuniões da Shell V-Power na Stock Car ao lado dos experientes Átila Abreu e Ricardo Zonta e, assim, poder crescer enquanto pilotos em todos os aspectos do esporte. 
 

(Rodrigo Guimarães/Sigcom)

“É uma oportunidade muito boa para mim nesse ano, poder ficar muito mais perto de uma equipe da Stock Car, como é a Shell V-Power. Está sendo muito bom, estou conseguindo enxergar as coisas de uma forma mais profissional, com outra mentalidade. É uma parceria muito boa. Vamos tentar buscar juntos esse campeonato”, pontuou Raphael.

O crescimento destacado da Stock Light é um alento e tanto em termos de renovação do automobilismo brasileiro. Jovens que sonham em ser brilhantes e campeões como Felipe Fraga, o maior expoente desta geração de grandes talentos que seguem brotando por aqui, mostram que a nova era que está para chegar à Stock Car, hoje com o melhor grid da sua história, tem tudo para ser tão grandiosa quanto. Ou, quem sabe, ainda melhor.

Fotos da matéria: Duda Bairros/Vicar/Vipcomm; Bruno Terena/RF1; Rodrigo Guimarães/Sigcom; José Mário Dias/Shell Racing
(José Mário Dias/Shell Racing)

Acesse as versões em espanhol e português-PT do GRANDE PRÊMIO, além dos parceiros Nosso Palestra e Escanteio SP.

SÃO PAULO E-PRIX 2023:
SINTA A ENERGIA DA FÓRMULA E

25 de março de 2023 CLIQUE NO LINK ABAIXO PARA ACESSAR O SITE OFICIAL DE VENDAS E ATIVAR O SEU BENEFÍCIO EXCLUSIVO COM O CÓDIGO SAOPAULOVIP. Comprar Ingresso com desconto

GOSTA DO CONTEÚDO DO GRANDE PRÊMIO?

Você que acompanha nosso trabalho sabe que temos uma equipe grande que produz conteúdo diário e pensa em inovações constantemente. Mesmo durante os tempos de pandemia, nossa preocupação era levar a você atrações novas. Foi assim que criamos uma série de programas em vídeo, ao vivo e inéditos, para se juntar a notícias em primeira-mão, reportagens especiais, seções exclusivas, análises e comentários de especialistas.

Nosso jornalismo sempre foi independente. E precisamos do seu apoio para seguirmos em frente e oferecer o que temos de melhor: nossa credibilidade e qualidade. Seja qual o valor, tenha certeza: é muito importante. Nós retribuímos com benefícios e experiências exclusivas.

Assim, faça parte do GP: você pode apoiar sendo assinante ou tornar-se membro da GPTV, nosso canal no YouTube

Saiba como ajudar