A equipe do GRANDE PREMIUM tenta desvendar grandes enigmas que marcam o início da temporada 2017 da Indy. Pitacos sobre o título, brasileiros, divisão de forças das equipes... Os repórteres revelam suas expectativas

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A Indy mudou pouco de 2016 para 2017. Com alterações previstas para 2018, o novo ano deve manter o status quo que os fãs da categoria já conhecem. Domínio da Penske, Simon Pagenaud em grande fase, Chevrolet forte… Mesmo assim, nada é certo: em um campeonato tão equilibrado, não se pode destacar uma surpresa, ou uma alteração qualquer nos rumos.

É para isso que a equipe do GRANDE PREMIUM foi convocada. Seis repórteres foram escolhidos para dar seus palpites neste Contraponto especial. São quatro perguntas simples – e com respostas diretas.

 

Quem vai ser o campeão?

Fernando Silva: Will Power deve dar o troco e alcançar o bicampeonato.

Gabriel Curty: Josef Newgarden. A Penske não deve ter concorrência e o americano já conseguia brigar mesmo com menos equipamento. Chegou a hora dele.

Pedro Henrique Marum: Simon Pagenaud. Talvez não seja o melhor piloto da Indy hoje (AKA Scott Dixon), mas é o melhor do melhor carro. Um bicampeonato se avizinha.

Rodrigo Berton: Josef Newgarden.

Victor Martins: Josef Newgarden.

Vitor Fazio: Simon Pagenaud. Os companheiros na Penske são fortes, mas Pagenaud parece ter aprendido a lidar com eles.

 

(Simon Pagenaud (Foto: Indy))

 

A vantagem da Penske será ainda maior?

FS: Sim. Porque chega um piloto com sangue novo e muito mais motivação, O Newgarden.

GC: Tudo indica que sim. Com Ganassi e Andretti limitadas pelo kit e pelo motor da Honda, fica quase impossível imaginar alguém como a Carpenter ou a Foyt incomodando.

PM: Sim. A Ganassi e a Andretti vão ter seus momentos com a Honda, não tem dúvidas, mas não farão o bastante para machucar a hegemonia do time de Roger Penske.

RB: Sim.

VM: Sim.

VF: Difícil dominar mais do que já domina. Vai ser a mesma vantagem de 2016 e os pilotos da equipe vão ser os únicos a brigar por título

 

(Poucos sabem tanto de Indy 500 quanto Roger Penske)

 

O que esperar dos brasileiros?

FS: Acredito em vitórias tanto de Helio Castroneves como também do Tony Kanaan. Os dois podem lutar pelo título, mas a taça não virá desta vez. E não seria surpresa ter Pipo Derani em algumas corridas, até mesmo em Indy 500.

GC: Tony e Helio tiveram um bom 2016 e seguem mostrando competitividade. Agora, porém, acho que podemos esperar o fim da seca de vitórias deles. Helio deve brigar por título.

PM: Helio precisava ganhar corridas. Os dois precisam, mas para Castroneves é mais urgente. Não dá para seguir no melhor carro disparado sem vencer provas. Acho que volta a vencer, mas não briga pelo título. Kanaan precisa puxar a Ganassi junto com Dixon.

RB: Do Helio Castroneves, vitórias. Do Tony Kanaan, pódios regulares.

VM: A seca de vitórias vai acabar, uma ou duas devem vir – com maiores chances de Helio Castroneves. Mas nada de briga por título.

VF: Helio Castroneves tem mais chances por ser piloto da melhor equipe do campeonato, mas Tony Kanaan também apresenta chances decentes. Briga por título, só com sorte.

 

(Helio Castronves conseguiu ganhar 12 posições em relação à última edição (Foto: IndyCar))

 

A Honda vai dar a volta por cima?

FS: Acho muito difícil, mesmo contando com o retorno da parceria com a Ganassi. A Chevrolet larga na frente e assim deve terminar.

GC: Não acredito nisso. Em 2018 a coisa deve mudar bem com a universalização dos kits, mas a Chevrolet dificilmente vai deixar a Honda encostar em 2017, com kits congelados.

PM: Creio que seja o começo da volta por cima, mas ainda não vai ser concluída esse ano. Por enquanto a Chevrolet segue reinando.

RB: Sim. A expectativa é de uma temporada mais equilibrada.

VM: Não, vai seguir atrás da Chevrolet e ser combativa apenas nos superovais.

VF: Tendo a Ganassi como aliada, a Honda deve viver um 2017 mais feliz. Mas isso seria consequência da equipe, não da fornecedora.

 

(Scott Dixon (Foto: Indy))

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