Em 2017, Marc Márquez repetiu o feito de 2016 e chegou à metade do campeonato da MotoGP na liderança. Mas diferente do ano passado, a atual temporada tem mostrado bastante equilíbrio, e o espanhol não tem tanta folga como antes

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Após nove etapas disputadas, a MotoGP entrou em sua metade da temporada e na pausa do campeonato. Marc Márquez é o piloto que foi para as férias tranquilo, afinal, é o líder do Mundial de Motovelocidade sustentando uma vantagem de cinco pontos em cima de Maverick Viñales.

Mas diferente de 2016, a atual temporada tem mostrado grande competitividade, e o espanhol não está com a vida assim tão fácil. No mesmo período no campeonato do ano passado, o titular da Honda já tinha 48 tentos a mais que o segundo colocado – quase duas vitórias.

E apesar de 2016 ter visto nove pilotos diferentes no degrau mais alto do pódio, 2017 não parece que vai ficar muito atrás. Até o momento, cinco competidores já receberam a bandeira quadriculada na primeira colocação, e dez já foram ao pódio ao menos uma vez.

Equilíbrio e imprevisibilidade podem ser as palavras que definem o campeonato atual da MotoGP. Além dos cinco primeiros da classificação estarem bastante apertados e próximos, com o primeiro e o quinto estarem separados por 26 pontos, as motos apresentaram desempenhos variados.

A temporada 2017 da MotoGP tem mostrado grande equilíbrio (Marc Márquez (Foto: Michelin))

Mas Márquez conta com uma estatística bastante otimista ao seu lado: desde 1998, todo piloto que saiu líder da etapa da Alemanha sagrou-se campeão no final do ano. Apenas 2015 foi a exceção, quando Valentino Rossi acabou levando a histórica virada de Jorge Lorenzo em uma temporada recheada de polêmicas.

E o tricampeão ainda tem mais números positivos em sua carreira, pois nos últimos sete anos em que correu no Mundial de Motovelocidade, o espanhol só não foi campeão em apenas duas oportunidades. Em 2011, quando ainda estava na Moto2 e terminou o ano em segundo, e em 2015, já na MotoGP, quando fechou em terceiro.

Em 2017 o brilhante jovem do Mundial de Motovelocidade está mais uma vez na briga pelo título. Apesar de ter ido para as férias na liderança da classificação, sua vantagem na ponta da tabela é de apenas cinco pontos. Neste ponto da temporada em 2016, o espanhol já havia disparado na ponta, e o GRANDE PREMIUM, então, compara os dois anos do piloto.

 

 

Marc Márquez 2016

Após nove etapas:
Pole-positions: 4
Vitórias: 3
Pódios: 8
Abandonos: 0
Voltas mais rápidas: 2
Pontos: 170

Márquez chegou em 2016 procurando se recuperar de uma temporada não tão positiva em 2015. Em 18 etapas, o piloto somou seis abandonos, além de ter ficado fora do pódio em nove oportunidades. Naquele ano, terminou apenas em terceiro, com 242 pontos.

Depois de um ano em que mostrou um estilo de pilotagem bastante agressivo, o piloto parecia ter colocado a cabeça no lugar. Logo na primeira etapa da temporada conquistou um terceiro lugar no Catar, e esse era apenas o início de um campeonato bastante positivo.

As duas etapas seguintes viram o então bicampeão no degrau mais alto do pódio, e aquela cena iria se repetir mais três vezes em 2016. Ainda, conquistou oito top-3 apenas na primeira metade do campeonato, mostrando que a consistência e regularidade eram as palavras-chave se seu “novo eu”.

Naquele ponto do ano, com já 170 pontos no bolso e 48 a mais que o segundo colocado Jorge Lorenzo, o espanhol mostrava que havia aprendido uma dura lição, que ser constante algumas vezes é mais importante do que a vitória a qualquer custo.

Márquez foi coroado como tricampeão na etapa de Motegi, sua primeira oportunidade de conquistar o título, com três etapas para o final da temporada, provando ter aprendido a colocar a consistência na frente de sua vontade de vencer.

(Márquez após a vitória na Alemanha em 2016 (Foto: Reprodução))

 

Marc Márquez 2017

Após nove etapas:
Pole-positions: 3
Vitórias: 2
Pódios: 5
Abandonos: 2
Voltas mais rápidas: 1
Pontos: 129

Márquez entrou em 2017 com a confiança de um título conquistado e com a importante missão de defendê-lo. No entanto, já no início da temporada veria que a sorte não estaria tanto ao seu lado.

O tricampeão sofreu revés logo nas duas primeiras etapas do calendário. Na abertura, no Catar, ficou fora do pódio. Na seguinte, na Argentina, apesar de ter conquistado a pole-position, não chegou a cruzar a linha de chegada, tendo o primeiro abandono do ano.

A primeira vitória de 2017 só viria na disputa seguinte, no GP das Américas. E aos poucos o espanhol da Honda começou a escalar a classificação, tirando cada ponto de atraso e chegando na metade da temporada com uma vantagem de cinco pontos na liderança.

É verdade que o titular da Honda só assumiu a ponta da classificação após sua vitória na Alemanha, mas definitivamente os números estão ao seu lado.. Afinal, o piloto largou da primeira fila do grid em oito de nove oportunidades.

A temporada ainda tem mais nove etapas a serem disputadas, e o #93 sabe que precisa segurar seu ímpeto caso queira terminar o ano no topo mais uma vez. Mas com tantos pontos na mesa e com tamanha competitividade na pista, muita coisa ainda pode acontecer.

(Márquez após a vitória na Alemanha em 2017 (Foto: Reprodução))

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