Lewis Hamilton venceu, mas Kimi Räikkönen talvez tenha sido o piloto que mais se destacou no domingo no GP da Hungria

  
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Em uma prova decidida na largada, quem chamou a atenção foi um piloto que veio de trás para terminar na sexta colocação: Kimi Räikkönen. Tudo bem, o sexto lugar pode não ser grande coisa, mas dentro do que foi o GP da Hungria do último domingo, o finlandês sem dúvida merece uma nota alta.

Lewis Hamilton foi o vencedor em Budapeste. A quinta vitória no circuito o colocou à frente de Michael Schumacher, o antigo recordista. Um resultado fundamental para a disputa pelo título, pois fez a liderança do campeonato mudar de mãos pela primeira vez na temporada.

Não foi uma grande corrida, porém o fato é que Rosberg não foi páreo para Hamilton no momento em que tudo se decidiu: a largada. Dali em diante, a diferença ia e voltava de acordo com a influência dos retardatários, mas Lewis não chegou a ser atacado pelo rival. Daniel Ricciardo ficou em terceiro para ganhar seu segundo troféu na temporada.

Um outro piloto que atraiu olhares no fim de semana foi Fernando Alonso, sétimo colocado. Possivelmente a etapa mais consistente da McLaren Honda dentro do top-10.

Na média das notas na temporada, o top-3 ficou inalterado, com Hamilton seguido por Rosberg e Ricciardo, e Kimi segue em quarto lugar. O brasileiro Felipe Massa, pela primeira vez, está abaixo da média global de 2016.

Vamos às notas do GP da Hungria!

O pódio do GP da Hungria com Hamilton, Rosberg e Ricciardo (O pódio do GP da Hungria (Foto: Getty Images))

1 — Lewis Hamilton (Mercedes) — 8,5

A vitória valeu os 25 pontos, mas não foi exatamente uma atuação de gala de Hamilton. Ele mesmo admitiu: não fez nada além do que precisava. Foi só administrando a liderança para ganhar a quinta no ano.

2 — Nico Rosberg (Mercedes) — 7,5

Prova bem ok de Rosberg. Perdeu a liderança na largada depois de ter feito uma pole “suspeita” no sábado. Não foi capaz de ameaçar Hamilton.

3 — Daniel Ricciardo (Red Bull) — 8,0

Ricciardo pode não estar brilhando muito em 2016, mas fez várias boas corridas. Esta foi mais uma. Quase tomou a ponta das duas Mercedes na largada. Ficou em terceiro, tentou atacar com uma tática diferente, que não deu certo, e subiu ao pódio.

A ordem dos três primeiros na corrida acabou definida na segunda curva (Ricciardo quase passou as duas Mercedes na largada (Foto: Getty Images))

           
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4 — Sebastian Vettel (Ferrari) — 7,5

Ganhar a posição de Max Verstappen nos boxes foi basicamente o que Vettel fez na corrida. No final, ainda alcançou um Ricciardo que tinha pneus desgastados por um stint mais longo, só que não teve como lançar um ataque.

5 — Max Verstappen (Red Bull) — 7,0

Ficou atrás de Ricciardo no sábado e terminou a mais de 20s do colega de time no domingo. Essa passou longe de ser sua melhor corrida pela Red Bull, apesar da boa briga com Kimi no fim.

6 — Kimi Räikkönen (Ferrari) — 8,5

Ter ficado pelo caminho no Q2 poderia ter sido um empecilho para o Homem de Gelo, mas ele se recuperou muito bem. No final, ainda atacou Verstappen com mais atitude do que nos últimos encontros. Ainda que não tenha feito a ultrapassagem, certamente foi o “mais combativo do dia”, como se diz no Tour de France.

Kimi Räikkönen teve uma excelente recuperação no domingo (Kimi Räikkönen (Foto: Getty Images))

  
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7 — Fernando Alonso (McLaren) — 8,0

Sétimo em todos os treinos livres, na classificação e na corrida. Não só isso: teve uma vantagem confortável para Carlos Sainz para garantir mais seis pontos. Está saindo da jaula o monstro?

8 — Carlos Sainz (Toro Rosso) — 7,0

Uma ótima classificação colocou Sainz na sexta posição no grid. Na corrida, foi ultrapassado por Alonso na largada e, mais tarde, por Räikkönen. De todo modo, terceira corrida seguida em que volta para casa com quatro pontos.

9 — Valtteri Bottas (Williams) — 6,0

Até que conseguir estes dois pontos foi lucro para a Williams. Bottas foi ao Q3, mas ficou em décimo e longe dos demais. Passou Hülkenberg na largada e basicamente andou em nono o dia todo.

10 — Nico Hülkenberg (Force India) — 6,0

Outra vez, o alemão teve um desempenho melhor no sábado do que no domingo, ainda que desta vez a discrepância tenha sido menor. E este ponto possivelmente não viria sem o erro no pit do seu companheiro de equipe.

Alonso foi sétimo em tudo no fim de semana (Fernando Alonso (Foto: Getty Images))

  
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11 — Sergio Pérez (Force India) — 5,5

Desta vez, Checo foi superado tanto na classificação quanto na corrida. No domingo, até estava melhor que Hülkenberg, mas entrou nos boxes sem que a equipe estivesse pronta. O lance custou três posições já na segunda metade da corrida.

12 — Jolyon Palmer (Renault) — 5,0

Esta foi a melhor corrida de Jolyon Palmer no ano, e é triste pensar que foi estragada pelo próprio ao rodar na curva 4 e jogar fora a chance de marcar pontos. E passou despercebido pelos comissários, mas a volta do inglês para a pista foi temerária.

13 — Esteban Gutiérrez (Haas) — 4,5

Gutiérrez se destacou negativamente na corrida, pelo episódio com Hamilton, e ainda reclamou da falta de respeito do tricampeão, ainda que tenha sido punido por desrespeitar bandeiras vermelhas.

14 — Romain Grosjean" target="_blank">Romain Grosjean (Haas) — 4,0

Seria complicado ver a Haas andando bem na Hungria. Grosjean até começou bem, só que rapidamente foi caindo e terminou atrás até do seu fraco companheiro de equipe. 

15 — Kevin Magnussen (Renault) — 3,0

Esse passou longe de ser um bom fim de semana para Magnussen, que ficou longe de Palmer na classificação e na corrida. Ainda assim, disse que o carro estava se comportando melhor.

16 — Daniil Kvyat (Toro Rosso) — 2,0

Aaaaah, o Kvyat… Não só fica bem atrás do Carlos Sainz como consegue estragar a própria prova. Largou mal, caiu para 20º e foi punido por excesso de velocidade nos boxes. 

A briga até que foi interessante lá atrás (Felipe Nasr (Foto: Getty Images))

17 — Felipe Nasr (Sauber) — 4,0

Nasr está dando sinais de reação. Mais uma vez, saiu-se melhor que Ericsson e teve momentos de destaque no fim de semana — no caso, no sábado, quando sua posição de largada não refletiu seu desempenho.

18 — Felipe Massa (Williams) — 2,5

Outro fim de semana para esquecer. Ficou pelo caminho no tumultuado Q1 e trocou a caixa de direção minutos antes da largada. Com um carro inapropriado para o circuito, mal lutou para se recuperar.

19 — Pascal Wehrlein (Manor) — 3,5

Nada demais no fim de semana para a Manor. O grande ponto positivo foi Wehrlein ter superado Ericsson.

20 — Marcus Ericsson (Sauber) — 2,0

A comparação com Nasr torna seu fim de semana péssimo. Nem chegou perto de passar do Q1, terminou muito atrás na corrida.

21 — Rio Haryanto (Manor) — 1,5

Outro que olha… Mal demais com chuva na classificação, longe de todo mundo na corrida ao tentar fazer somente uma parada.

22 — Jenson Button (McLaren) — 4,5

Button se saiu bem ao levar a McLaren para o Q3 no sábado. Aí veio toda aquela confusão que está dando o que falar: o problema hidráulico que afetou os freios e a controversa punição por desrespeitar as normas de uso do rádio.

GP DA HUNGRIA — 4,0

 

Essa vai para a lista das piores corridas do ano. Claro, foi na Hungria, dirá um, mas as provas lá vinham sendo bem interessantes nos últimos anos. Neste domingo, foi bem modorrenta, isso sim.

Melhor corrida:
GP da Espanha — 9,5

Pior corrida:
GP da Europa — 2,0

Média: 7,05
(GP da Hungria (Foto: Getty Images))

  
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Os melhores do ano

 

1 — Lewis Hamilton — 7,91
2 — Nico Rosberg — 7,64
3 — Daniel Ricciardo — 7,59
4 — Kimi Räikkönen — 7,41
5 — Max Verstappen e Sebastian Vettel — 7,00
7 — Sergio Pérez — 6,41
8 — Carlos Sainz — 6,36
9 — Valtteri Bottas — 6,27
10 — Fernando Alonso — 6,05
11 — Felipe Massa — 5,77
12 — Jenson Button — 5,68
13 — Romain Grosjean — 5,59
14 — Nico Hülkenberg — 5,55
15 — Pascal Wehrlein — 4,73
16 — Esteban Gutiérrez — 4,50
17 — Daniil Kvyat e Kevin Magnussen — 4,36
19 — Felipe Nasr — 4,32
20 — Jolyon Palmer — 3,91
21 — Marcus Ericsson — 3,55
22 — Rio Haryanto — 2,91

Média global na Hungria: 5,27
Média global em 2016: 5,78

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Na seção 'Por Fora dos Boxes', Renan do Couto publica às terças e sextas-feiras opiniões, análises, reportagens e outros conteúdos especiais a respeito do Mundial de F1 e das demais categorias do automobilismo mundial. Renan também é narrador dos canais ESPN e ganhou, em 2015, o Prêmio ACEESP de melhor reportagem de automobilismo com o Grande Prêmio.

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