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Após teste em Laguna Seca, Ericsson vê “falta de consistência” em difícil carro como maior desafio na Indy

Marcus Ericsson teve o primeiro 'gosto' por um carro da Indy no teste em Laguna Seca, na última sexta-feira (8). E já sentiu algumas dificuldades com o carro que conduzirá durante todo o ano de 2019

Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
A última sexta-feira (8) marcou a volta da Indy à Laguna Seca após 12 anos e, claro, o primeiro testes de pré-temporada da categoria para 2019. Se Max Chilton liderou, em 17° apareceu Marcus Ericsson, na sua primeira oportunidade de guiar o carro #7 da SPM.

E o sueco já enxergou algumas dificuldades com as quais sofrerá nesse começo de temporada de estreia nos Estados Unidos. Não tanto pela posição em que apareceu ao final, 17°, mas sim pelo que sentiu do carro.
Marcus Ericsson (Foto: Joe Skibinski/Indy)
Ele deu 47 voltas no circuito e sua melhor marca, conquistada no giro 34, ficou a 1s1 do principal do dia, de Chilton, que foi de 1min11s29.

"Meu maior problema é a consistência. O carro da Indy é muito difícil de se guiar, ainda mais em comparação com um F1, que é tão plantado no chão. Esse carro se mexe muito", disse o sueco ao 'Motorsport'.

"Então meu maior desafio agora é entender isso, lidar com isso. Houve momentos em que estava acertando uma boa sequência de curvas, mas não ia bem em todas dentro da mesma volta. Acertava duas ou três seguidas e de repente ia mal nas próximas duas ou três. Aí, na próxima volta, melhorava nas que eu tinha ido mal, mas perdia tempo nas boas", seguiu.

"Então estou trabalhando com a equipe para melhorar essa consistência, para que eu possa melhorar minha velocidade", finalizou o ex-F1.