Indy

Chefe da McLaren diz que Andretti “fez quase tudo” em 2017 e vê Indy 500 2019 como “experiência diferente”

Zak Brown acredita que o desafio da McLaren nas 500 Milhas de Indianápolis de 2019 será muito maior que em 2017, sem a Andretti apitando tanto e apenas com uma parceria operacional com a Carlin

Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
A edição 2019 das 500 Milhas de Indianápolis representa um desafio praticamente novo para a McLaren. De acordo com Zak Brown, a prova deste ano será completamente diferente do que foi a de 2017, sem a Andretti para fazer quase todo o trabalho e com apenas uma parceria operacional com a modesta Carlin.
 
Chefão da tradicional equipe inglesa, Zak Brown reconheceu que a primeira vez de Fernando Alonso na Indy 500, em 2017, foi bem mais simples, afinal, Michael Andretti cuidou do carro laranja como se fosse parte de seu time. Agora, a coisa muda de figura.
Fernando Alonso terá bastante trabalho com a McLaren na Indy 500 2019 (Foto:Chris Owens/IndyCar)
"2017 foi fácil porque o Michael Andretti fez a maior parte do trabalho e tem muita experiência. Nós já sabíamos ali que o Fernando teria um ótimo carro e isso aconteceu em um curto período de tempo. Agora é uma experiência totalmente diferente. É a McLaren mesmo trabalhando no carro. Teremos uma assistência da Carlin, mas é na parte operacional, com os companheiros somando informações e tudo mais, até porque entrar com um carro só lá pode te deixar perdido, então precisamos de uma ajuda de companheiros de equipe", disse Brown.
 
Zak, que espera momentos bem mais difíceis para a McLaren no IMS, quer usar o teste de quarta-feira realmente como teste e não simulação de corrida ou classificação. O dirigente deixou claro que ainda é hora de ajustar alguns pontos no carro. Com a Andretti, Alonso largou em quinto e liderou voltas em 2017 antes de quebrar o motor.
 
"Tudo está preparado, pronto, agora é hora de ir para a pista checar se tudo está certo. Chegando em Indianápolis, o Fernando vai precisar de uma volta para se readaptar. A gente um pouco mais, posso garantir. Você precisa respeitar o IMS, ele te pega. Já vimos grandes equipes sofrendo lá, você precisa focar na classificação e na corrida na hora certa. Vamos usar o teste para testar e não achar que já vale vaga na corrida", completou.

O GRANDE PRÊMIO transmite AO VIVO o treino livre desta quarta-feira aqui
 

 
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