Coluna Eu Sou Indy, por Fagner Morais: O Lollapalooza da Indy

Ainda no embalo do festival, resolvi comparar as bandas escaladas com alguns pilotos que disputam esta temporada da Indy

No último final de semana, aconteceu o Lollapalooza Brasil, em São Paulo. Muitas apresentações aconteceram com muita música. Ainda no embalo do festival, resolvi comparar as bandas escaladas com alguns pilotos que disputam esta temporada da Indy.

Dario Franchitti (Pearl Jam) – viveu um excelente momento, caiu um pouco, porém sempre se recupera.

Josef Newgarden (The Hives) – tem potencial para fazer muito e pode ser uma grande atração no futuro.

A.J Allmendinger (Planet Hemp) – passou por problemas e ensaia um retorno.

Ryan Hunter-Reay (The Black Keys) – não é o melhor, mas conseguiu fazer um bom 2012 e está em alta.

Simona de Silvestro (Alabama Shakes) – não muito conhecida, fez uma boa prova. Tem potencial para ir longe.

Pearl Jam encerrou o festival (Foto: Cambria Harkley)

Tony Kanaan (Queens of the Stone Age) – mudou de equipe mais uma vez, mas sempre cresce e merece lugares melhores.

Will Power (The Killers) – muito certinho e até vai bem, mas peca nos momentos decisivos.

Takuma Sato (Franz Ferdinand) – vale para ver o show.

Marco Andretti (Flaming Lips) – sempre está bem colocado, mas ninguém entende porque está ali.

Scott Dixon (Cake) – vai bem quase sempre, mas peca pela irregularidade.

James Hinchcliffe (Kaiser Chiefs) – fez bem sua parte e levantou a galera nos momentos decisivos.

Simon Pagenaud (A Perfect Circle) – decepcionou na primeira apresentação do ano.

Justin Wilson (Two Door Cinema Club) – não é muito conhecido, mas até que foi direitinho.

Oriol Servià (Of Monsters and Man) – chegou a liderar e ter bons momentos, mas caiu até que ninguém se lembra mais que passou por lá.

Bia Figueiredo (Lirinha + Eddie) – uma participação especial, nada mais que isso.

Helio Castroneves (Tomahawk) – não importa o que faça, sempre vai chamar a atenção e ter público.

Tristan Vautier (Toro y Moi) – precisa melhorar e ganhar experiência, mas tem potencial.

EJ Viso (Palco do Perry) – faz sua parte, mas, geralmente, só atrapalha os outros.

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