Indy

Dixon lamenta segundo lugar em circuito “difícil de passar” e comenta lesão no cotovelo

Scott Dixon pressionou, mas não conseguiu superar Simon Pagenaud nas voltas finais do GP de Toronto da Indy. Neozelandês lamentou a falta de proximidade para tentar uma ultrapassagem e comentou sobre a lesão no cotovelo

Grande Prêmio / Redação GP, de Campinas
Scott Dixon ficou próximo de vencer pela segunda vez na temporada da Indy. O neozelandês pentacampeão encostou em Simon Pagenaud na reta final da prova, mas não conseguiu a ultrapassagem e se contentou com o segundo lugar.
 
Após a corrida, Dixon revelou que teve problemas com a direção do carro por conta de um toque com Alexander Rossi ainda nas voltas iniciais, e lamentou o fato de não ficar próximo o bastante de Pagenaud para executar uma ultrapassagem.
 
“Tive que diminuir um pouco. Rossi estava colado. Tocamos forte e a direção ficou fora de ângulo. Não era ruim em algumas curvas, mas em outras era bem solta. O carro estava bom, estivemos próximos do Simon, mas é difícil passar aqui, e acho que nunca ficamos próximos o bastante. Os pneus foram muito bem e ele foi forte o bastante”, comentou em entrevista à NBCSN.
Scott Dixon (Foto: Indy)
Pagenaud tinha uma vantagem confortável até precisar economizar combustível, o que permitiu a aproximação de Dixon. O neozelandês, que estava na mesma estratégia de pit-stop do rival, revelou que não teve problemas com gasolina, e lamentou novamente o fato de não ter a oportunidade de ultrapassar.
 
“Combustível não foi problema. A Honda trabalhou duro e tínhamos ritmo. Economizamos algumas vezes, mas no final, foi a questão de posição na pista. Teve um momento em que estivemos perto e achei que tinha chance, mas ele veio fechando. Foi um bom trabalho da Ganassi hoje”, declarou.
 
Dixon também sofreu com a epicondilite, uma dor no cotovelo causada por movimentos repetitivos. O veterano afirmou que o problema não está melhorando, e deve ser tratado apenas depois do fim da temporada.
 
“Não está melhorando. Acho que verei isso depois da temporada. Temos um projeto para manter corridas hoje. Road America foi pior e hoje deu uma melhorada, mas o braço ainda está muito fraco”, completou.
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