Em nova temporada frustrante na F1, Alonso elege semanas em Indianápolis como “as melhores do ano”

Fernando Alonso fez uma análise do ano de 2017 e elegeu as semanas em Indianápolis como as melhores da temporada. O espanhol da McLaren fez história ao decidir trocar o GP de Mônaco pelas 500 Milhas

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Fernando Alonso tomou uma decisão histórica em 2017 ao marcar presença nas 500 Milhas de Indianápolis. O espanhol abriu mão de correr o tradicional GP de Mônaco para tentar iniciar a busca pela chamada Tríplice Coroa do automobilismo – ou seja, obter vitórias também na prova americana e em Le Mans. A participação do bicampeão na corrida do oval mais famoso do mundo foi acompanhada por milhares de fãs e reverenciada por seus pares. Alonso passou metade do mês de maio concentrado no IMS, assombrou com a quinta colocação no grid e, na corrida, chegou até mesmo a liderar. No fim, abandonou com problemas no motor do carro da Andretti. Mas nem isso tirou o entusiasmo do veterano, que elegeu as semanas em Indy como as melhores do ano.

 
"Este ano foi um pouco melhor do que os anteriores", disse o piloto de 36 anos à emissora inglesa Sky Sports. "Tenho a impressão, e isso conversando com os fãs e outras pessoas, que aproveitei mais esse ano, e isso se deve a Indianápolis", completou.
Fernando Alonso elegeu as semanas em Indianápolis como as melhores do ano (Foto: Carsten Horst/Hyset)
"Essas semanas lá foram, definitivamente, as melhores do ano. Brigamos pela primeira fila, lideramos a corrida e fomos competitivos", acrescentou Fernando.
 

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Já na F1, a temporada novamente não foi das melhores. E Alonso relembrou com alguma resignação. "Foi um pouco frustrante. Muitos abandonos, tivemos momentos muito dolorosos. Na Rússia, por exemplo, sequer consegui largar para a corrida", afirmou o asturiano, que parou o carro no fim da volta de apresentação por mais uma falha do motor Honda.
 
O espanhol recordou ainda que somente fechou com a McLaren por conta do envolvimento da Honda e admitiu tristeza pelo fim da parceria. "Quando me uni a esse projeto, eu fiz isso em primeiro lugar por causa da Honda. Parte da minha inspiração em ser um piloto de F1 nasceu quando eu ainda era uma criança e via Ayrton Senna e Alain Prost pilotando uma McLaren-Honda."
 
"Mas a parceria agora não funcionou. Faltou rendimento e tivemos de separar os nossos caminhos. Estou triste de um lado, mas feliz de outro, porque acho que seremos muito melhores no ano que vem", concluiu.
 

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