Nas emocionantes 500 Milhas de Alonso, Sato segura Castroneves e ganha pela primeira vez em Indianápolis

As 500 Milhas de Indianápolis foram espetaculares. Com direito a uma briga que durou até os metros finais, a 101ª edição foi vencida por Takuma Sato, de uma excepcional Andretti. Helio Castroneves ficou em segundo, enquanto Fernando Alonso teve seu sonho interrompido por uma quebra do motor Honda

 A edição 101 das 500 Milhas de Indianápolis foi de tirar o fôlego. Com briga intensa até os metros finais e muito equilíbrio entre as equipes e as fornecedoras, Takuma Sato chegou ao primeiro triunfo japonês na corrida principal do calendário da Indy. Neste domingo (28), Takuma guiou com maestria, soube atacar na hora certa e se defender de todos os ataques derradeiros de Helio Castroneves, que acabou batendo na trave e chegando em segundo.

“Inacreditável, é a melhor sensação. Foi lindo, não tenho como agradecer minha equipe o suficiente. Espero que o público tenha gostado. Com três voltas para o fim eu não sabia como, mas eu sabia que tinha que ir para cima”, disse o emocionado vencedor.

 
A terceira posição foi de um enjoado novato Ed Jones, que provou que a Dale Coyne vive, sim, a temporada da vida. Em quarto, Max Chilton espantou ao ser o melhor da Ganassi, dando pinta até de que poderia ter vencido. Tony Kanaan, mais uma vez, foi muito bem no IMS, terminando em quinto.
 
Fernando Alonso deixou a prova de uma das piores formas possíveis. O espanhol viu o fantasma do motor quebrado que tanto o assombra na F1 aparecer novamente e, assim, abandonou quando lutava pela vitória.

A sexta posição foi de Juan Pablo Montoya, que mostrou de novo que ainda tem lenha para queimar na Indy. Duas Andretti vieram na sequência, com Alexander Rossi em sétimo e Marco Andretti em oitavo.

O top-10 da corrida, que teve incríveis 853 ultrapassagens, ainda contou com dois colombianos que guiaram muito. Com dois dos carros mais fracos do grid, Gabby Chaves foi o nono e Carlos Muñoz chegou em décimo.

Alguns acidentes marcaram a prova. O mais feio deles foi ainda no início, com Jay Howard batendo no muro, voltando para a pista e sendo acertado por Scott Dixon, que decolou e foi parar com muita força no muro.

Takuma Sato e o leite da vitória em Indianápolis (Foto: Reprodução)

Confira como foi a Indy 500:

Depois do belíssimo cerimonial e do tão aguardado comando de acionamento dos motores, a largada para as 500 Milhas de Indianápolis aconteceu às 13h26 (em Brasília). Scott Dixon se defendeu bem e manteve a primeira posição, com Will Power e Tony Kanaan brilhando e escalando o grupo. O australiano foi de nono para segundo, enquanto o brasileiro foi de sétimo para quarto.

Por outro lado, Fernando Alonso partiu muito mal. Compreensivo para quem jamais havia partido em uma linha de três, o espanhol despencou para a nona posição, demorando um pouco para chegar no ritmo dos demais ponteiros.

Se Power não conseguia repetir o rendimento da primeira volta e começava a cair, com Kanaan acontecia o oposto. O brasileiro voava na pista e tomava a liderança do companheiro Dixon na volta 8. A ordem da Ganassi, então, era que seus principais pilotos fugissem na frente, ignorando a economia de combustível.

No pelotão traseiro, o destaque natural era James Davison. Com o carro que deveria ser de Sébastien Bourdais, o australiano provava o potencial da Dale Coyne e encaixava volta mais rápida, já saltando de último para o 25º lugar.

Assim como foi durante todo o mês, Alonso não demorou para se adaptar. Com bom ritmo de corrida, espanhol foi aos poucos recuperando o território perdido, passando Marco Andretti na volta 21 e grudando na dupla da Carpenter.

Fernando Alonso fez uma senhora corrida (Foto: IndyCar)

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Tradicionalmente, a Penske costuma levar as primeiras 150 voltas de Indianápolis em banho-maria, mas as primeiras 30 voltas da corrida eram especialmente discretas, sem ter nenhum carro dentro do top-10. 

A primeira janela de paradas veio na sequência. Quem se deu melhor foi Ed Carpenter, que tomou a primeira posição. Rossi e Alonso vinham logo depois, com Kanaan, Sato e Hildebrand também bem posicionados. Por outro lado, Juan Pablo Montoya e Jay Howard, tentando arriscar, chegavam se arrastando nos boxes.

Na volta 37, um momento histórico para a edição 101 da Indy 500. Com um ritmo muito bom, Alonso pressionou o então líder e companheiro Rossi e foi para o primeiro lugar, mostrando que o segundo stint da Andretti era bem interessante.

A corrida completava seu primeiro quarto em um momento de domínio da Andretti com Alonso, Rossi e Sato e uma melhora interessante da Penske, que já tinha Helio Castroneves em nono e Power, Simon Pagenaud e Josef Newgarden em crescimento.

Na volta 53, um acidente absurdo parou a corrida. O retardatário Howard foi parar no muro e voltou torto para a pista, com Dixon acertando em cheio o #77 e decolando. O neozelandês foi lançado contra o muro interno, rodopiou e bateu seguidas vezes contra a pista.

O mais impressionante é que Dixon saiu do carro até mesmo antes que Howard, aparentando estar inteiro. Apesar do abandono e do fim das boas chances de vitória, o veterano saiu no lucro pela destruição do #9 e o impacto que teve batendo no muro. Howard também teve sorte, já que o neozelandês passou bem perto de sua cabeça. Ambos foram rapidamente liberados pelo centro médico da pista.

A primeira ação da direção de prova foi acionar a bandeira amarela, mas, pouco tempo depois, a bandeira vermelha apareceu, fazendo com que os fiscais trabalhassem com maior tranquilidade na remoção dos pedaços dos carros e nos reparos no muro.

Jay Howard e Scott Dixon protagonizaram um acidente fortíssimo em Indianápolis (Foto: Reprodução)

A bandeira amarela voltou, e os pilotos foram para a pista, imediatamente parando nos boxes. Castroneves foi um dos que despencaram, já que foi obrigado a trocar o bico do carro em decorrência da fuga que teve do acidente de Dixon e Howard. Alonso, levando a melhor na disputa com Rossi, voltava na liderança.

"Estou bem, apenas chateado pela equipe. Definitivamente, foi um acidente grave. Nós temos de agradecer aos fiscais e aos padrões de segurança que temos agora", disse Dixon, ainda com cara de quem não tinha visto o replay de seu próprio acidente.

Ryan Hunter-Reay teve grandes momentos até estourar o motor (Foto: IndyCar)

A ação recomeçou às 14h36, com 60 voltas completadas. Rossi não demorou para passar Alonso, com Ryan Hunter-Reay crescendo mais um pouco e formando uma quadra da Andretti, que ainda tinha Marco em oitavo. Enquanto isso, Ed Jones, que fazia boa prova, era obrigado a sair do fim do pelotão por ter seu carro mexido pela equipe em bandeira vermelha.

Na volta 65, o segundo incidente da corrida. Em uma linha de quatro, quase de cinco, sem o menor sentido para um início de corrida, Conor Daly perdeu o controle sozinho e foi para o muro. Não bastasse isso, um pedaço de seu carro ainda pegou Jack Harvey, que perdeu o controle e bateu também.

Durante a pausa na corrida, a confirmação de que Castroneves teria de cumprir um drive-through por passar Daly quando a bandeira amarela de Dixon e Howard ainda era tremulada.

A corrida recomeçava, e a Andretti seguia no comando das ações. Hunter-Reay pulava para a ponta, com Rossi e Alonso logo atrás. O intruso era Kanaan, que se colocava no quarto lugar, na frente de Sato.

Max Chilton lidera pelotão (Foto: IndyCar)

A bandeira verde durou pouquíssimo. A terceira amarela aparecia logo na sequência por detritos. No caso, um detrito, uma aleta de Marco Andretti que se soltou e ficou bem no meio da pista. A equipe teve trabalho para não deixar o americano tomar volta enquanto ajeitava a traseira. Lá na frente, Max Chilton, Power e Helio viravam os líderes.

A relargada aconteceu na volta 84 e não demorou nada para que a Andretti retomasse a normalidade da corrida, com Hunter-Reay e Rossi pulando na frente. Alonso era quarto, Castroneves vinha em quinto e Kanaan aparecia em sétimo.

Surpreendentemente, o ritmo de Castroneves, que andava sem um pedaço da asa, foi crescendo e, lançado, o brasileiro foi enfileirando ultrapassagens até assumir a primeira posição. A prova chegou na metade com Helio na frente segurando a esquadra da Andretti, que vinha com Hunter-Reay, Rossi e Alonso. Kanaan já era o quinto, enquanto Graham Rahal entrava na brincadeira em sexto.

Power, Chilton e Castroneves iam para os boxes algumas voltas antes dos demais líderes, em uma estratégia que já era um tanto diferente. Os três, então, precisavam lutar para não virarem retardatários.

Os líderes iam para os boxes da volta 113 para frente, com um pelotão dianteiro ficando cada vez mais embolado. A Andretti tinha uma trinca com Hunter-Reay, Rossi e Alonso, enquanto a Penske vinha atrás também de trio com Castroneves, Power e Josef Newgarden.

A quarta bandeira amarela rolou na volta 121. O sonho de Buddy Lazier de terminar mais uma Indy 500 chegava ao fim. O #44 rodou e bateu forte na curva 2, deixando a pista cheia de detritos. A corrida entrava em um momento de complicações, com toques entre Davison e Oriol Servià e Power e Kanaan. Depois, durante a amarela de Lazier, Sage Karam apareceu parado na pista com problemas mecânicos e era mais um que deixava a disputa pela vitória.

A relargada aconteceu no 130º giro, mas a bandeira verde só durou duas voltas, já que novos detritos apareceram na pista. Alguns pilotos como Rahal, Pagenaud e Sebatián Saavedra foram aos boxes.

Simon Pagenaud e Conor Daly (Foto: IndyCar)

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Aí veio mais uma bandeira verde curtíssima. No pior estilo F1 e confirmando uma preocupação dos treinos livres, o motor Honda deixou Hunter-Reay na mão. O #28 viu sua unidade de potência estourar e, assim, viu acabarem suas ótimas chances de vitória.

O estouro do motor de Hunter-Reay foi providencial para Castroneves que, assim, entrava na estratégia de paradas dos rivais. Todos os líderes foram para os boxes, com uma mistureba de estratégias marcando o pelotão. A Ganassi, então, formava 1-2 com Chilton e Charlie Kimball, mas ambos já tinham 16 voltas desde o último pit-stop. Entre os ponteiros, Alonso era quem voltava na frente, seguido por Kanaan, Catroneves, Sato e Montoya. Rossi, por sua vez, tinha uma parada complicada e ia parar em 21º.

A bandeira verde, outra vez, vinha e ia embora. Na volta 143, Carpenter perdia o controle e tinha tudo para rodar, mas acabou acertando Mikhail Aleshin e, desta forma, quebrando apenas um pedaço de sua asa e a lateral do rival. Enquanto isso, a Indy confirmava que Lazier estava sendo transportado para o Hospital Metodista, sentindo dores no peito.

A relargada na volta 146 foi uma das mais agitadas. Alonso, por exemplo, quase que se meteu em uma linha com outros cinco carros. Valia ficar de olho em Servià, que já era sétimo na mesma estratégia do espanhol, Castroneves, Kanaan e os demais ponteiros.

O final da corrida ia se aproximando e impressionava o quanto as Ganassi de Chilton e Kimball iam alongando seus stints e, mesmo assim, mantendo as primeiras posições. Entre os dois vinha Davison, enquanto Castroneves era o primeiro da estratégia regular.

O motor Honda deixou Alonso na mão também em Indianápolis (Foto: Reprodução)

Na volta 167, lá estava de novo a bandeira amarela aparecendo na pista. E, mais uma vez, era um abandono-duplo. Praticamente ao mesmo tempo, Kimball viu seu motor Honda estourar e Zach Veach foi ficando muito lento até parar na grama. Todo mundo foi para os boxes e isso beneficiou Chilton e Jones que tinham acabado de parar e, assim, eram os dois primeiros colocados. Castroneves, Davison, Sato, Hildebrand, Kanaan, Servià, Alonso e Pagenaud fechavam o top-10.

Os pilotos voltaram a acelerar com 30 voltas pela frente. Chilton saiu bem e tentou começar uma escapada, mas Jones e Castroneves, muito velozes, tratavam de acompanhar o ritmo. Logo depois vinha um alucinado Sato e um surpreendente Servià. Alonso aparecia na escolta.

Então, o sonho de Alonso chegava ao fim. Após uma atuação espetacular desde os treinos livres e uma corrida absurda para um novato, o espanhol viu o trauma da F1 aparecer. O motor Honda, mais uma vez em 2017, deixou Fernando na mão no momento em que o piloto tentava superar Hildebrand. O mesmo final para a segunda Andretti na corrida.

A última relargada prometia loucura total no Indianapolis Motor Speedway. Com menos de 20 voltas restando, Chilton vinha na liderança, seguido por Sato, Castroneves, Jones, Servià, Hildebrand, Kanaan, Davison, Montoya e Hinchcliffe.

Acidente envolveu vários pilotos na fase final das 500 Milhas de Indianápolis (Foto: Reprodução)

Foi aí que veio um big one. Na ânsia de entrar no top-5, Servià rodou Davison, que foi parar no muro. Assustado, Power tentou escapar do choque e acertou em cheio Hinchcliffe. Sobrou ainda para Newgarden, que tentou fugir do tumulto generalizado e tocou forte no muro.

A prova recomeçou com 11 voltas para o fim e, mais uma vez, Chilton saiu muito bem e segurou os ataques de Sato. Logo atrás, Castroneves passava Jones. Kanaan, Rossi, Hildebrand, Montoya, Muñoz e Andretti estavam no top-10.

Foi aí que começou o show de Castroneves. Com duas ótimas brigas, o brasileiro se aproximou da quarta vitória no IMS com ultrapassagens lindas por fora em cima de Sato e Chilton.

No entanto, Sato era uma tremenda pedra em seu caminho e não queria deixar a prova escapar. O japonês não perdeu tempo atrás de Chilton e, na abertura da volta 195, mergulhou e deixou Castroneves para trás, tomando a ponta.

Os giros seguintes foram de uma briga espetacular. Castroneves pressionou, tentou de todas as formas, mas Sato se defendeu muito e não deu chances para a reação do brasileiro, cruzando na frente e vencendo sua primeira Indy 500.

Indy 2017, 500 Milhas de Indianápolis, corrida, final:

1 26 Takuma SATO JAP Andretti Honda 3:13:03.358 200 voltas
2 3 Helio CASTRONEVES BRA Penske Chevrolet +0.201  
3 19 Ed JONES ING Dale Coyne Honda +0.528  
4 8 Max CHILTON ING Ganassi Honda +1.136  
5 10 Tony KANAAN BRA Ganassi Honda +1.647  
6 22 Juan Pablo MONTOYA COL Penske Chevrolet +1.715  
7 98 Alexander ROSSI EUA Andretti Honda +2.422  
8 27 Marco ANDRETTI EUA Andretti Honda +2.541  
9 88 Gabby CHAVES COL Harding Chevrolet +3.831  
10 14 Carlos MUÑOZ COL Foyt Chevrolet +4.531  
11 20 Ed CARPENTER EUA Carpenter Chevrolet +4.623  
12 15 Graham RAHAL EUA RLL Honda +5.031  
13 7 Mikhail ALESHIN RUS Schmidt Peterson Honda +5.699  
14 1 Simon PAGENAUD FRA Penske Chevrolet +6.051  
15 17 Sebastián SAAVEDRA COL Juncos Chevolet +12.668  
16 21 JR HILDEBRAND EUA Carpenter Chevrolet +33.219  
17 63 Pippa MANN ING Dale Coyne Honda +1 volta  
18 11 Spencer PIGOT EUA Juncos Chevolet +6 voltas  
19 2 Josef NEWGARDEN EUA Penske Chevrolet +17 voltas NC
20 12 Will POWER AUS Penske Chevrolet +17 voltas NC
21 16 Oriol SERVIÀ ESP RLL Honda +17 voltas NC
22 18 James DAVISON ING Dale Coyne Honda +17 voltas NC
23 5 James HINCHCLIFFE CAN Schmidt Peterson Honda +17 voltas NC
24 29 Fernando ALONSO ESP McLaren Andretti Honda +21 voltas NC
25 83 Charlie KIMBALL EUA Ganassi Honda +34 voltas NC
26 40 Zach VEACH EUA Foyt Chevrolet +45 voltas NC
27 28 Ryan HUNTER-REAY EUA Andretti Honda +64 voltas NC
28 24 Sage KARAM EUA DRR Chevrolet +75 voltas NC
29 44 Buddy LAZIER EUA Lazier Chevrolet +82 voltas NC
30 50 Jack HARVEY ING Andretti Honda +135 voltas NC
31 4 Conor DALY EUA Foyt Chevrolet +135 voltas NC
32 9 Scott DIXON NZL Ganassi Honda +152 voltas NC
33 77 Jay HOWARD ING Schmidt Peterson Honda +155 voltas NC

GENIAL, ALONSO FOI ESPETACULAR NA CLASSIFICAÇÃO EM INDIANÁPOLIS E ENTRA NO PÁREO PELA VITÓRIA

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