Indy

Pagenaud vibra com “carro sensacional” na vitória em Indianápolis e conta que fez ultrapassagens “no instinto”

Simon Pagenaud teve uma atuação impressionante no GP de Indianápolis. O francês encerrou um jejum de mais de uma temporada sem vitórias em grande estilo, brilhando na chuva com arrojo no IMS

Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
Simon Pagenaud voltou a vencer na Indy depois de mais de uma temporada inteira de jejum. No final de semana, o francês teve uma atuação de gala, especialmente na chuva, para triunfar no GP de Indianápolis. Pagenaud creditou a escalada de pelotão ao instinto e, claro, ao acerto dado pela Penske no carro.
 
O francês, que passou Scott Dixon na penúltima volta, admitiu que até se surpreendeu com a velocidade que o carro teve a prova toda e destacou a superioridade com a pista molhada.
 
"O carro foi sensacional o dia inteiro. Foi estranho, porque pensei em alguns momentos que alguns pilotos estivessem poupando combustível, e não estavam, não entendi o nosso ritmo muitas vezes. Quando começou a chover, não tinha conhecimento do acerto. Pensei no SportsCar, nas corridas na chuva, pensei em atacar de uma vez e ver no que dava. Rapidamente percebi que nosso carro era muito melhor nos freios, então pude atacar e aquecer rapidamente os pneus, e assim ganhei várias posições e confiança", contou.
Simon Pagenaud voltou a vencer (Foto: Indycar)
Pagenaud contou também que, mesmo precisando preservar um pouco do equipamento, conseguiu sempre extrair tudo do carro e que isso foi chave para buscar um Dixon que precisou lutar menos na prova.
 
"Notei que alguns estavam com problemas no desgaste de pneus e nós não estávamos, continuei acelerando e tentando poupar um pouco. Foi incrível ver este ritmo na chuva. Corri muitos riscos, até mais que o Dixon precisou, mas porque estávamos em uma posição onde podíamos arriscar e o carro estava tão bom que dei 100% em todas as voltas", seguiu.
 
 
Simon exaltou a própria coragem de buscar a manobra no apagar das luzes e, de quebra, sem o botão de ultrapassagem. Foi na marra, no instinto, como descreveu.
 
"Honestamente, nas últimas duas voltas quase pensei em manter o segundo lugar, mas notei que tinha muito mais ritmo, alcançamos o Scott e vi que tinha a oportunidade, mas não tinha mais o push-to-pass. Minha única chance era colocar por dentro. Nada do que fiz hoje foi planejado, todas as ultrapassagens foram no instinto, e deram certo", completou.
 

 
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