Penske garante ter “muitos interessados” para fornecimento de motores da Indy em 2023

A nova geração de motores da Indy entra em ação apenas em 2023, mas o chefão Roger Penske garante que muitas montadoras estão interessadas na categoria. Mesmo assim, preferiu a cautela e não entrou em detalhes

James Hinchcliffe tocou Ryan Hunter-Reay na largada do GP de Mid-Ohio (Vídeo: NBC)

Em 2023, a Indy vai introduzir uma nova unidade de potência. Até lá, Roger Penske, chefe da categoria, espera conquistar mais uma fabricante de motores e sair da dualidade entre Chevrolet e Honda, que dominam o grid atual. Nos últimos anos, diversas marcas estiveram em contato com a Indy, como Audi, Porsche, Hyundai, Lamborghini e até mesmo Ferrari. Apesar disso, ninguém fechou acordos com a categoria americana.

“Tivemos muitos interessados. A Covid desacelerou um pouco, mas devo dizer que no momento é uma questão de observar os detalhes. Mas o ponto de partida foi dado, meu objetivo é ter outra montadora pronta para nós quando chegarem os motores híbridos”, disse o dirigente à RACER.

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Atualmente, só duas marcas forneceram motores na categoria (Foto: IndyCar)

“A verdadeira adição com outra fabricante é o dinheiro significativo que eles podem colocar. E não é sempre recompensar as equipes, mas a publicidade levada é tremenda na visão do marketing. É isso que precisamos na Indy neste momento. Eu acho que temos equipes melhores do que nunca e, sinceramente, temos grandes pilotos”, pontuou.

Para 2023, Chrevolet e Honda já preparam os novos motores. Por isso, qualquer novidade sobre outra fabricante deve ser apresentada nos próximos meses ou mesmo entrada adiada para 2024.

“Talvez tenham que esperar um ano para entrar. Existem muitas possibilidades, mas não quero me adiantar. A primeira coisa que precisamos é de alguém dizendo ‘sim’. Temos um par de pessoas que ainda não recusaram, então isso é positivo”, concluiu.

O novo motor será de 2.4 litros com sistema de combustão interna e a introdução do KERS, sistema de recuperação de energia cinética. Por efeitos da COVID-19, a produção do KERS ficou atrasada e só pode ser concluída e preparada para uso em 2023.

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