Regulares, Dixon e Castroneves lideram primeira metade da temporada da Indy, mas título segue sem grande favorito

A impressionante regularidade de Scott Dixon e Helio Castroneves transformou os dois nos principais destaques da primeira metade da temporada da Indy, mas o equilíbrio da categoria e a seca de vitórias de ambos deixa claro que o campeonato segue completamente aberto

 

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Não é tão comum a Indy alcançar a metade de sua temporada sem ter a menor ideia do que vai acontecer pelo resto do ano. Em 2016, por exemplo, já parecia claro que Simon Pagenaud sairia com o título. Em 2015, por mais que Juan Pablo Montoya tenha refugado e perdido o caneco na reta final, era raro encontrar alguém que, nessa altura do campeonato, não apostasse no colombiano como campeão.

 
Em 2017, o cenário é completamente diferente. Em um ano com muitos pilotos se destacando e a categoria apresentando um incrível equilíbrio entre Honda e Chevrolet e seus respectivos times, quem chega ao meio do campeonato liderando são os regulares veteranos Scott Dixon e Helio Castroneves.
 
Mas, apesar de Dixon e Castroneves serem os ponteiros na tabela, dá para dizer que são os grandes favoritos ao título? Ao mesmo tempo em que são regulares e costumam largar em boas posições, nenhum dos dois venceu em 2017.
 
E como aparecem na ponta? Simples, só Graham Rahal conseguiu triunfar mais de uma vez na temporada. A tendência, porém, é que os vencedores comecem a se repetir na segunda metade do ano, o que forçaria o neozelandês e o brasileiro a também vencerem se quiserem ficar com o título.
Scott Dixon lidera o campeonato, mas certamente não é um favorito absoluto (Foto: IndyCar)

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Ou seja, Dixon e Castroneves até são nomes que devem ser considerados para a briga pelo título de 2017, mas claramente não são os únicos. Nessa lista, pelo menos, também devem constar Takuma Sato, que venceu a Indy 500 e engrenou, Pagenaud, que defende o título e segue muito firme nos circuitos mistos e de rua, Josef Newgarden, que é o jovem mais promissor do grid e agora veste as cores da Penske e Rahal, que dominou o final de semana na Belle Isle e entrou no bolo.
"Tivemos um problema no pit-stop hoje que complicou muito as coisas. Erramos justamente num ponto em que não costumamos errar. Eu acho que poderíamos até ter chegado em segundo, já que o Josef estava atrás da gente e chegou lá. Apesar da nossa falta de sorte, buscamos pontos importantes para o campeonato novamente", afirmou Dixon, que tem oito pontos de frente para Castroneves.

Já o brasileiro teve uma corrida que começou a dar errado logo no começo. Um furo no pneu, combinado com uma corrida praticamente sem bandeiras amarelas, significou grandes dificuldades para Helio. “O carro voltou a estar bom hoje. Tivemos azar ao furar pneu depois de tocar o Hunter-Reay. Foi muito cedo na corrida, achei que a gente ia conseguir superar isso, mas não tivemos bandeira amarela até o final da corrida. Gostaria de conseguir um resultado melhor, mas o carro estava bom. Agora vamos para o Texas, que sempre é divertido”.

Helio Castroneves ainda pode ser problema para Scott Dixon (Foto: IndyCar)

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É exatamente o oposto da sensação vivida por Rahal, que fecha o final de semana com a sensação de dever cumprido. “Eu amo esse lugar. É a cidade dos carros e é um lugar especial para correr", comentou Rahal. "Nós fizemos por merecer. Não é como se tivéssemos controlado a corrida só por largar na frente. Sinto que eu estava no meu melhor nesse fim de semana, assim como meu carro. Nunca tive esse tipo de final de semana na minha carreira, tudo foi de acordo com os planos”, considerou.

Para Newgarden, terceiro colocado, o que fica é a sensação de não poder aproveitar um bom carro da Penske. “Acho que a gente tinha um carro vencedor, mas a gente largou muito atrás. O treino classificatório é muito importante, e isso acaba sendo culpa minha. Infelizmente não acho que dava para fazer muita coisa [no fim]. Eu não estava otimista sobre alcançar o Rahal, mas eu também não me senti preocupado com o Power atrás de mim. A realidade é que a gente tinha tanto desgaste nos pneus que virou uma questão de sobrevivência. Torci para o Rahal cometer um grande erro para que eu pudesse capitalizar, mas não dava para fazer nada muito arriscado justamente por ter pneus gastos", lamentou.

Se Rahal e Newgarden se permitem sonhar com título, por qual motivo descartar Will Power? O australiano, que vive de altos e baixos na temporada de 2017, conseguiu mais um pódio. O terceiro lugar na corrida 2 não alivia a dor de ser apenas 18º na corrida 1, mas pode servir de impulso.

“Ontem certamente foi um dia difícil depois de terminar em 18º. Fico feliz pelo terceiro lugar, isso me ajuda na pontuação. Levamos um segundo e um terceiro lugar. Faltou a vitória, mas mostramos nossa força. Eu acho que é o máximo que poderíamos conseguir, considerando onde largamos. No final eu torci para os dois caras [Rahal e Newgarden] disputarem a liderança, o que poderia me dar uma chance. Mas eu também queria meu terceiro lugar, tinha que evitar incidentes”, apontou.
Graham Rahal teve o fim de semana dos sonhos (Foto: IndyCar)
Tony Kanaan vem logo depois de Power na classificação do campeonato, mas não vem demonstrando ter força para brigar pelo campeonato. O brasileiro, que ainda não foi ao pódio em 2017, precisa melhorar especialmente nas classificações.
 
"Foi mais um dia difícil para o time. Na verdade, um fim de semana bem complicado, em linhas gerais. Em ambos os dias nós sofremos na classificação e não tivemos como remar de volta nas corridas. Hoje ainda tivemos um drive-through que nos custou mais alguns lugares. Seguimos longe de onde gostaríamos de estar, mas sempre fico animado de ir para um lugar como o Texas, onde sei que posso andar bem", comentou o piloto da Ganassi.
 
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