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Rosenqvist relata problema no nervo do braço direito em St. Pete e diz que deu 40 voltas “com uma mão só”

Felix Rosenqvist teve uma grande estreia na Indy em São Petersburgo, mas também uma jornada bastante conturbada. O sueco travou um nervo da mão direita e fez mais de um terço da prova com apenas um braço no volante
Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
Felix Rosenqvist teve uma grande atuação em São Petersburgo, mas a corrida foi muito mais complicada do que pareceu para quem estava assistindo. O sueco teve um problema no nervo do braço direito e fez mais de um terço da corrida com apenas uma mão. Rosenqvist tratou a prova das ruas da Flórida como a mais dura da carreira, inclusive.
 
O #10 da Ganassi se mostrou muito cansado após a conquista do quarto lugar e falou em desafio físico e mental. Rosenqvist deu alguns detalhes da lesão que teve durante a prova.
Félix Rosenqvist não teve uma corrida fácil (Foto: IndyCar)
"Foi a corrida mais dura em que já estive. Fiquei exausto. Guiar desse jeito por mais de duas horas, entre os muros, com todos os segundos sendo importantes, com todo esforço físico, é muito desafiador. Também mentalmente. Para piorar, travei um nervo do braço direito e precisei guiar por 40 voltas praticamente com uma mão só", disse.
 
Para Felix, que chegou a liderar a prova e fez linda ultrapassagem em Will Power, fora o estrago físico, foi uma corrida muito positiva, com bons pontos e a Ganassi no topo, começando firme para ter um 2019 vencedor. Scott Dixon, seu companheiro, chegou em segundo. 
 
"Fiquei muito satisfeito com o resultado, com o reflexo do desempenho que tive durante a pré-temporada e estou orgulhoso com o que conquistei logo de cara. Temos uma ótima base para desenvolver o carro para o resto do ano", completou.

Além de Rosenqvist, Ed Jones também saiu com marcas importantes de St. Pete. O piloto da Carpenter quebrou a mão no acidente que também tirou Matheus Leist da prova.