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Schmidt Peterson alega quebra de contrato na temporada 2016 da Indy Lights e abre processo contra Enerson

RC Enerson deixou a Schmidt Peterson com a temporada da Indy Lights em andamento para poupar dinheiro e subir para a Indy em 2017. Porém, a SPM afirma que o americano e a empresa de seu pai, a E Racing, quebraram o contrato e, por isso, abriu processo
Warm Up / Redação GP, de São Paulo
 RC Enerson (Foto: Indy Lights)
A saída repentina de RC Enerson da Indy Lights teve consequências. Nesta terça-feira (26), a Schmidt Peterson - equipe que Enerson defendia na Lights - entrou com um processo contra o piloto e a empresa de seu pai, a E Racing, por quebra de contrato. No fim de semana, RC vai fazer sua estreia na Indy, guiando o #19 da Dale Coyne.
 
Logo após a etapa de Indianápolis da Lights, Enerson deixou a SPM, com seu pai Neil explicando que aquilo era uma tentativa de poupar dinheiro para garantir uma vaga no grid da Indy em 2017. A vaga veio antes, mas a equipe agora cobra na justiça $ 460 mil (aproximadamente R$ 1,5 milhão) do piloto pelo restante da temporada e por um teste que realizou em março na Indy.
 
Ao 'Motorsport.com', Sam Schmidt explicou que o processo judicial foi a última saída que o time quis usar, mas que era necessária.
RC Enerson está sendo processado pela Schmidt Peterson (Foto: IndyCar)
"Como é comum no automobilismo, as relações são firmadas por contratos. Infelizmente, RC Enerson e a E Racing nos comunicaram que não iriam honrar o contrato e também não quiseram arcar com as obrigações pela rescisão. Infelizmente, o único recurso que tínhamos era o processo por quebra de contrato", disse.
 
Considerado uma das grandes promessas do automobilismo norte-americano, Enerson teve bons momentos com a Schmidt Peterson, com destaque para a vitória em Mid-Ohio na temporada passada.
 
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