Sexto, Kanaan credita recuperação de posições a “estratégia de combustível agressiva” no GP de Toronto

Depois de um começo de prova mediano, Tony Kanaan soube usar a estratégia e o consumo de combustível a seu favor para avançar e terminar na sexta colocação. Todavia, o piloto da Ganassi pensa que o resultado não reflete o desempenho real de seu carro: “definitivamente nós tínhamos o carro para andar na frente”

A sexta posição no GP de Toronto, disputado neste domingo (14), pode não ser o resultado dos sonhos para Tony Kanaan. Mas, dada as condições do brasileiro neste final de semana, o resultado não é de todo ruim.
 
Largando em nono, Kanaan teve dificuldades para ganhar posições na pista. Mas, assim que usou os boxes ao seu favor, conseguiu escalar o grid em definitivo.
Tony Kanaan terminou o GP de Toronto em sexto (Foto: IndyCar)
“Sofremos um pouco no começo da prova, tentando fazer ultrapassagens, mas perdemos posições na relargada. Nos recuperamos e decidimos por uma estratégia de combustível agressiva, o que me deixou mais tempo na pista no último trecho. Assim, pude me liberar de todo o tráfego que estava me segurando ao longo da prova”, contou.
 
Daí em diante, Kanaan conseguiu extrair tudo que podia de sua Ganassi – e isso não era pouco.
 
“Assim que nos liberamos, pudemos andar quase 1s mais rápido que os outros, então definitivamente nós tínhamos o carro para andar na frente”, analisou.
 
Apesar do avanço apresentado ao longo da prova, Kanaan não se dá por satisfeito. Para os padrões do baiano, sexto ainda não é o suficiente.
 
“Sexto não é onde quero estar, mas, considerando onde estávamos antes, é um avanço”, refletiu.

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