Sob pressão, Penske arrisca, volta a errar e tira Castroneves da briga em Detroit e da liderança do campeonato

Pressionada em uma temporada marcada pelo equilíbrio, a Penske não tem sido brilhante em suas estratégias. Neste sábado, tentando surpreender Graham Rahal, o time errou feio com Helio Castroneves e tirou o brasileiro da briga pela vitória em Detroit

A Penske iniciou 2017 como equipe a ser batida. Depois de colocar três pilotos no top-3 em 2016, a expectativa era de mais um ano de confronto interno no quarteto de Roger Penske. Passadas sete corridas, essa previsão virou poeira – o campeonato está completamente em aberto, com sete pilotos diferentes vencendo as sete primeiras corridas.

Mas isso não é só por causa da força da concorrência, é por causa também de escolhas erradas como a deste sábado (3), quando a equipe acabou com os resultados de seus pilotos na corrida 1 de Detroit por conta de uma estratégia que estava fadada ao fracasso.

Aliás, é possível traçar um paralelo entre a Penske na Indy e Mercedes na F1. Antes dominantes em suas respectivas categorias, ambas demonstram dificuldades na hora do arrojo e falham constantemente quando pressionadas pelas rivais. A diferença, porém, é que a Penske não tem apenas uma Ferrari pela frente, mas, sim, uma série de equipes competitivas na cada vez mais equiparada categoria americana.

Helio Castroneves tinha tudo para ir para o pódio (Foto: IndyCar)
Fizesse a Penske tudo certo, Helio Castroneves tinha ao menos um segundo lugar encaminhado. Uma parada extra jogou o brasileiro para o sétimo posto. Pior ainda para Simon Pagenaud e Will Power, 16º e 18º, respectivamente. Aliás, o sétimo lugar custou a liderança do campeonato para Helio, que agora vai ter de correr atrás do muito regular Scott Dixon.

"Foi uma corrida complicada apesar de tudo. Fisicamente, para mim, muito mais difícil que o normal. Eu não estava inteiro, mas a equipe me deu um grande carro, muito rápido. Possivelmente eu não poderia tirar mais do carro. Agora eu vou correndo botar meu pé num balde de gelo, isso precisa ficar melhor. Espero descansar bem e aí ver o que posso fazer na classificação e na corrida. Mas ainda melhoraremos o carro", afirmou o agora líder do campeonato.
Scott Dixon lidera o campeonato (Foto: IndyCar)

Foi assim que Graham Rahal visitou o topo do pódio pela primeira vez em 2017 com extrema tranquilidade. Rahal não reclama da patacoada da Penske. O piloto só tinha dois top-10 em seis corridas, mesmo brigando por pódios e vitórias com frequência em 2015 e 2016. O começo ruim em 2017 provavelmente arruinou as chances de título, mas Graham se permite um pouco de felicidade e sabe do potencial que tem para buscar mais.

"Foi ótimo. Tudo aconteceu como o planejado. Eu avisei ontem que, saindo da frente, eu poderia dominar. Sei que muita gente não gostou, mas está aí. Não digo coisas da boca para fora, eu realmente acreditava no nosso carro, tudo estava muito bom. O ano não está nada fácil para o time, então precisávamos disso. Ainda tem amanhã, vamos ver o que acontece", disse Rahal.

Do outro lado da moeda está Castroneves e seu dia de pouco sucesso. O brasileiro faz questão de exaltar a velocidade do carro #3, evidente desde os treinos livres, mas também admite que a estratégia poderia ter sido melhor arquitetada.

“O carro estava voando, tudo estava funcionando bem", apontou Castroneves. Sinto que ficar na pista mais tempo [no primeiro trecho] poderia ser melhor, a gente poderia parar em amarela e ficar em melhor forma. Mas é assim, você tenta algo e não funciona, mesmo tendo um carro muito bom. Sétimo lugar incomoda, mas eu curti, a classificação foi diversão pura. A boa notícia é que vamos voltar amanhã. Espero que o clima continue assim”, seguiu.

Graham Rahal venceu a corrida 1 da Indy em Detroit (Foto: IndyCar)

O pódio que Castroneves perdeu caiu no colo de um improvável Hinchcliffe. O piloto do #5 rodou sozinho na largada, mas fez uma recuperação dos sonhos. Sem danos, fez um pit já na primeira volta e se beneficiou da bandeira amarela para seguir na briga. A estratégia se provou corretíssima: James escalou o pelotão e, ao fim das 70 voltas, era o terceiro colocado.

“Eu segurei o carro e não bati no muro, o que foi muito importante. Reiniciei o motor e me mantive na volta do líder. Isso serviu para a gente trocar pneus e mudar a estratégia. A amarela serviu para a gente seguir junto dos líderes. O carro tinha ritmo, conseguimos grande progresso. Foi difícil manter o Newgarden atrás da gente, mas é muito bom representar a Honda no pódio. Fico muito feliz por todos na equipe”, disse.

 
 

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