Supremacia de Montoya, renascimento de Rahal e regularidade de Dixon: como os três primeiros chegam à decisão da Indy

A temporada 2015 da Indy chega a sua decisão em Sonoma. Seis são os candidatos ao título e o GRANDE PRÊMIO recorda, de início, como os três primeiros colocados chegaram até aqui

A temporada 2015 da Indy vai chegando à sua decisão. Após 15 etapas, sendo nove em circuitos mistos ou de rua e seis em ovais, seis pilotos ainda sonham com o caneco. A grande decisão acontece neste final de semana no misto de Sonoma, uma novidade para uma categoria que tinha o costume de encerrar seus campeonatos em superovais.
 
Com Juan Pablo Montoya pintando como grande favorito, o GRANDE PRÊMIO mostra como foram as caminhadas dos seis postulantes, começando com os três líderes: Montoya, Graham Rahal e Scott Dixon.
 
 
Montoya – 51 pontos 
 
O começo de campeonato de Montoya não poderia ter sido melhor. O colombiano fez um treino classificatório bom, largando em quarto na quadra da Penske em St. Pete. Na corrida, entretanto, o veterano superou seus rivais e companheiros de equipe e ganhou a prova com direito a uma fechada em Will Power na luta pelo primeiro lugar.
 
Rahal – 19 pontos 
 
Para Rahal, o início de temporada foi bem próximo do que foi a sua temporada 2014. Largando apenas em 15º, o americano pouco fez na prova e não passou de um 11º lugar, cruzando a linha final mais de 40s atrás de Montoya.
 
Dixon – 15 pontos
 
Se a Penske dominou completamente as primeiras colocações no grid de largada, boa coisa não poderia ser para Dixon e as Ganassi. Sem conseguir chegar ao Fast Six, o neozelandês saiu do nono lugar e só caiu na corrida com consecutivos problemas nos boxes, fechando em 15º, quase 1min atrás do vencedor colombiano.
Montoya celebra vitória em São Petersburgo (Foto: IndyCar)
 
Montoya – 84 pontos
 
A etapa em Nova Orleans foi nada menos que bizarra. No sábado, a chuva fez com que a organização cancelasse o treino classificatório, fazendo com que os pilotos largassem pela classificação do campeonato – resultado final em São Petersburgo. Assim, Montoya viu a pole-position cair no seu colo.
 
No domingo, entretanto, Montoya optou pela estratégia mais convencional e não teve muito sucesso. Uma sequência inacreditável de bandeiras amarelas fez com que Luisiana recebesse um ‘quase-GP’, com os quatro primeiros chegando ao fim com uma parada a menos. O colombiano foi o melhor dentre os que vinham na estratégia menos arrojada e, assim, chegou em quinto na prova vencida por James Hinchcliffe.
 
Rahal – 43 pontos
 
Largando em 11º com o cancelamento da classificação, Rahal conseguiu ter destaque na tumultuada corrida. Com boas manobras, o americano cruzou a linha final em oitavo, mas poderia ter ido ainda mais longe não fosse a série de amarelas.
 
Dixon – 34 pontos
 
Saindo do fundo do pelotão, Dixon não fez nada que merecesse muito destaque em NOLA. Na realidade, o veterano só levou o carro até o fim, fugindo dos acidentes e cruzando a linha de chegada em 11º, já começando a ficar longe de Montoya na classificação geral.
Os companheiros xarás Hinchcliffe e Jakes foram ao pódio na Luisiana (Foto: IndyCar)
 
Montoya – 119 pontos
 
O final de semana de Montoya em Long Beach foi, de certa forma, bom. Largando na segunda colocação – tendo sido 0s029 mais lento que Helio Castroneves –, o colombiano não empolgou na prova, mas fez o suficiente para chegar em terceiro. É preciso dizer, contudo, que com o segundo lugar de Castroneves, Montoya via sua liderança bastante ameaçada na classificação geral: 119 a 116 pontos.
 
Rahal – 62 pontos
 
O piloto da RLL seguia sua campanha nada mais que mediana. Oitavo no grid e 11º no fim da monótona corrida em Long Beach, o americano deixava as primeiras três corridas na décima posição na classificação geral, com 57 de prejuízo em relação a Montoya.
 
Dixon – 87 pontos
 
Dixon precisava muito de um grande resultado em Long Beach. Largando em terceiro, o neozelandês não fez uma exibição marcante, mas contou com o auxílio da Ganassi com boas paradas, fez seu trabalho corretamente na pista e conseguiu bater Castroneves. Com a vitória, Dixon subia para o quarto lugar na classificação.
Scott Dixon venceu em Long Beach (Foto: IndyCar)
 
Montoya – 136 pontos
 
A primeira prova muito ruim de Montoya veio no Alabama. Apagadíssimo na classificação e quase nada melhor na corrida, 15º e 14º, o colombiano só não deixou a liderança da temporada porque Castroneves e Tony Kanaan também foram muito mal. A distância de Montoya para o companheiro de equipe brasileiro seguia em três pontos.
 
Rahal – 103 pontos
 
O GP do Alabama viu uma apresentação espetacular de Rahal. Largando em oitavo, o piloto da RLL foi enfileirando ultrapassagens incríveis e só não ganhou porque Josef Newgarden estava em um dia inspiradíssimo. De qualquer forma, começava a mostrar que estava se transformando em um piloto muito mais seguro.
 
Dixon – 123 pontos
 
O neozelandês seguia com bom trabalho para ganhar terreno e se aproximar de Montoya. Largando em quarto, Dixon novamente não foi brilhante – ainda mais se comparado com Newgarden e Rahal –, mas fez o suficiente para ir ao lugar mais baixo do pódio e colar no colombiano após quatro provas.
Josef Newgarden comemora vitória (Foto: IndyCar)
 
Montoya – 171 pontos
 
O colombiano conseguiu recuperar a boa forma no GP de Indianápolis. Mesmo sem se destacar muito, Montoya largou em quarto e chegou no terceiro lugar, fazendo o suficiente para manter a dianteira na classificação.
 
Rahal – 144 pontos
 
Ninguém vivia um momento mais especial que Rahal após a etapa no misto de Indianápolis. Saindo apenas de 17º, o americano foi deixando um por um para trás desde a largada e, no fim, chegou até a ameaçar Power para quase quebrar um imenso jejum de vitórias na Indy. O jejum incomodava, isto é fato, mas Rahal seguia provando sua transformação e maturidade enquanto piloto. Um segundo lugar importantíssimo para a pontuação e para dar mais moral ao filho de Bobby.
 
Dixon – 144 pontos
 
Dixon terminava a primeira prova da maratona de Indianápolis com sua reação interrompida. Acertado por Castroneves logo na primeira volta, o neozelandês não conseguiu se aproveitar do segundo lugar no grid e teve de se contentar em fazer – ótima – corrida de recuperação. No fim, Dixon foi o décimo, em quarto na classificação provisória da temporada.
A comemoração de Power com a vitória em Indianápolis (Foto: AP)
 
Montoya – 272 pontos
 
A atuação de Montoya nas 500 Milhas de Indianápolis de 2015 foi memorável. Daquelas que realmente credenciam ao titulo da temporada. O colombiano largou em 15º e, após um toque de Simona de Silvestro, chegou a cair para 28º. Mesmo assim, manteve-se ligado, reagiu e, após uma disputa épica com o companheiro de equipe Power até os últimos metros, venceu a prova pela diferença de 0s105. No campeonato, Juan Pablo disparava na liderança, com 25 tentos de vantagem para Power.
 
Rahal – 204 pontos
 
A afirmação de Rahal seguia a pleno vapor. Mais uma vez largando do fundo do pelotão, o americano reagiu e foi do 17º para o quinto lugar, ficando apenas 2s3 atrás de Montoya. Na classificação geral, o piloto da RLL seguia no bolo dos líderes.
 
Dixon – 211 pontos
 
O piloto da Ganassi também foi um dos nomes da prova mais tradicional do calendário da Indy. O neozelandês brigou pela vitória até o fim e terminou em quarto, 1s atrás de Montoya. Na classificação, ninguém foi melhor que Dixon, que cravou a pole combinando suas voltas para 2min38s757.
Juan Pablo Montoya festeja vitória nas 500 Milhas de Indianápolis com toda a Penske e a família (Foto: Beto Issa)
 
Montoya – 292 pontos
 
O final de semana em Detroit foi muito conturbado. Com a chuva não dando trégua, a primeira prova acabou sendo completamente influenciada. Batida por uma estratégia certeira da Andretti, a Penske acabou ficando para trás. Montoya, que classificara em terceiro, fechou a prova em décimo, uma volta atrás do vencedor Carlos Muñoz.
 
Rahal – 211 pontos
 
A corrida 1 em Detroit não poderia ter sido pior para Rahal. Ele seguia tentando fugir das confusões, mas, em Michigan, a confusão o procurou. Largando da parte de trás do grid, o americano acabou encontrando com um acidentado Kanaan logo no início da corrida, não conseguiu desviar e deu adeus a qualquer chance de boa pontuação, abandonando na hora. 
 
Dixon – 241 pontos
 
O neozelandês teve um caminho mais parecido com o de Montoya na corrida 1 de Detroit. Largando na mediana sétima posição, também acabou superado pela estratégia excelente de Marco Andretti e Muñoz e, assim, foi quinto colocado, mas mais de 1min19s atrás do vencedor. Na classificação geral, o estrago não era assim tão grande, visto que as Andretti pouco faziam até ali.
Carlos Muñoz venceu a primeira da carreira em Detroit (Foto: Chris Jones/IndyCar)
 
Montoya – 315 pontos
 
A sorte de Montoya, entretanto, parecia estar voltando. Pela segunda vez no ano, a chuva evitou que a classificação acontecesse e, assim, o colombiano tornou a largar na primeira colocação. Mas o desempenho na corrida não foi dos melhores. Tendo de poupar muito combustível nas últimas voltas, Montoya foi despencando no pelotão e acabou em décimo.
 
Rahal – 246 pontos
 
Rahal também se beneficiou com o cancelamento do treino classificatório e, assim, recebeu uma oportunidade real para fazer bom papel na corrida 2 de Detroit. O piloto americano não decepcionou, fechando na terceira colocação. Poderia ter sido melhor, é verdade, já que Rahal foi superado por Takuma Sato na última relargada.
 
Dixon – 252 pontos
 
Também ajudado pela chuva na hora da definição do grid, Dixon teve sua corrida encerrada mais cedo de maneira pouquíssimo corriqueira: o piloto do #9 foi acertado em cheio por Charlie Kimball, sim, um de seus companheiros de Ganassi. Dixon deixava Michigan com 63 pontos a menos que Montoya e recebendo pressão de Rahal na luta pelo terceiro lugar. Power ainda era segundo.
Bourdais venceu em Detroit (Foto: IndyCar)
 
Montoya – 348 pontos
 
Se não brilhou, novamente Montoya não fez feio em uma etapa da temporada 2015. Largando na quinta posição, atrás de todos os seus três companheiros de Penske, o colombiano fez o suficiente para se manter na volta do líder o tempo inteiro e cruzou em quarto um GP do Texas que teve apenas cinco na mesma volta no final. 
 
Rahal – 261 pontos
 
Já Rahal viveu tempos turbulentos no oval texano. Apesar de boa classificação – saindo em sexto, atrás do quarteto da Penske e de Muñoz –, o americano teve uma corrida muito difícil, enfrentou problemas nos boxes e cruzou a linha final em 15º, cinco giros atrás do vencedor Dixon.
 
Dixon – 305 pontos
 
Aliás, que vitória importante conquistava Dixon no Texas. Fazendo algo que ninguém faz melhor na Indy – poupar combustível até dizer chega –, o neozelandês saiu do sétimo lugar do grid para puxar a dobradinha da Ganassi, chegando 7s8 na frente de seu companheiro Kanaan.
Scott Dixon venceu a corrida no Texas (Foto: IndyCar)
 
Montoya – 374 pontos
 
Como no Texas, Montoya novamente ficou entre os líderes o tempo inteiro, mas não fez o suficiente para alcançar o pódio. Largando em terceiro na trinca da Penske na pista canadense, Montoya não fez grande corrida e chegou em sétimo a prova que teve dobradinha da CFH.
 
Rahal – 283 pontos
 
Aliás, o GP de Toronto não foi lá maravilhoso para os três principais candidatos ao caneco. Rahal foi outro que teve desempenho nada maravilhoso. Largando em décimo, fez corrida mediana e chegou em nono.
 
Dixon – 329 pontos
 
Quem concluiu a prova entre Montoya e Rahal foi justamente Dixon, no oitavo lugar. O neozelandês largou em quarto, também foi bastante apagado e só foi caindo na prova. No fim, o GP de Toronto pouco pesou para a atual luta pelo título.
Newgarden vence segunda prova da carreira em Toronto (Foto: IndyCar)
 
Montoya – 407 pontos
 
As 500 Milhas de Fontana foram espetaculares. Perigosas, é verdade, cheias de ultrapassagens arrojadas e disputas apertadas, mas a corrida com maior número de trocas de liderança da história da Indy. Montoya foi um dos que menos se arriscou. Já pensando em salvar pontos para o campeonato, o colombiano ficou longe dos problemas e acelerou para ser quarto colocado.
 
Rahal – 334 pontos
 
A grande arrancada de Rahal tinha início em Fontana. Saindo de um horroroso 19º lugar, o americano foi o mais arrojado – e criticado por alguns – e brigou duro até os metros finais com Andretti e Kanaan. Encerrando um jejum de 124 corridas sem vitória na Indy, Rahal começava a aparecer como possível concorrente de Montoya caso o colombiano oscilasse. 
 
Dixon – 358 pontos
 
Claro que, mais uma vez, lá estava Dixon com sua impecável regularidade. Mesmo sem tantos pódios e resultados memoráveis, o veterano ia somando um quinto lugar ali, um sexto aqui e seguia no páreo. Em Fontana, o #9 cruzou em sexto, mesma posição que largou, algo praticamente impossível em uma prova tão tumultuada.
Graham Rahal encerrou longo jejum de vitórias na Indy (Foto: Chris Owens/IndyCar)
 
Montoya – 439 pontos
 
Milwaukee foi mais uma corrida que viu Montoya fazer pouco na classificação e ter ótimo desempenho na corrida. Saindo da oitava colocação – melhor entre os pilotos da Penske, é verdade –, o colombiano conseguiu recuperar alguns postos na prova e, mesmo perdendo rendimento nas voltas finais, ainda se garantiu em quarto.
 
Rahal – 370 pontos
 
O oval de Milwaukee marcou, pela primeira vez, os três aparecendo nas três primeiras colocações da classificação da temporada. Rahal foi, novamente, excelente. Ganhando ritmo a cada momento da prova, o piloto da RLL foi de sexto na largada para terceiro no final, quase superando Castroneves.
 
Dixon – 385 pontos
 
É preciso dizer que Dixon novamente ficou em sua “área”? Largando em décimo, outra vez o neozelandês ganhou alguns lugares na corrida e conseguiu chegar em sétimo, o suficiente para virar, nos pontos, a principal ameaça para Montoya, ainda que 54 pontos longe do colombiano.
Sébastien Bourdais comemora a segunda vitória em 2015 (Foto: IndyCar)
 
Montoya – 445 pontos
 
O final de semana em Iowa foi traumático para Montoya. Com o título já bastante encaminhado, o colombiano até começou bem, garantindo o terceiro lugar no grid. Entretanto, sua suspensão quebrou no início da corrida, o carro foi para o muro e Montoya deixou o oval começando a ser ameaçado.
 
Rahal – 403 pontos
 
Iowa é praticamente um patrimônio da Andretti. Mais uma vez, Ryan Hunter-Reay saiu do pequeno oval vitorioso, mas a curva de Rahal era mesmo ascendente. Outra vez largando de um lugar pouco agradável – 17º posto –, o piloto do #15 escalou o pelotão e completou a corrida em quarto, cortando importante distância para Montoya.
 
Dixon – 397 pontos
 
Saindo do quarto lugar, Dixon viu sua regularidade afetada em Iowa. O abandono do neozelandês foi gerado por problemas mecânicos e, assim, mesmo com o terrível resultado de Montoya, a diferença para o colombiano caía bem pouco.
Hunter-Reay voltou a vencer na Indy no GP de Iowa (Foto: AP)
 
Montoya – 465 pontos
 
Mid-Ohio foi uma prova cheia de estratégias diferentes e um tremendo jogo de azar. Bom, jogo de azar para Montoya, no caso. Largando apenas em décimo, o colombiano fazia prova excelente, vinha com bom ritmo e liderava, quando uma bandeira amarela surgiu enquanto alguns de seus concorrentes já tinham feito a parada. Estava demolida a chance de vitória do colombiano, que teve de ir aos boxes e perdeu uma série de lugares, terminando apenas em 11º.
 
Rahal – 456 pontos
 
Se para Montoya foi dia de azar, Rahal tirou a sorte grande. O campeonato estava vivíssimo após o piloto da RLL alcançar o segundo triunfo, claro, com auxílio precioso de uma bandeira amarela. Justamente quando Rahal entrava nos boxes, Sage Karam aparecia atravessado na pista. Como Montoya perdeu o bonde, Rahal foi quem pulou para a dianteira. O americano ainda contou com a atitude extremamente respeitosa de Justin Wilson, que não quis atacar um companheiro de Honda e candidato ao título. A diferença para Montoya havia caído para nove tentos.
 
Dixon – 431 pontos
 
Poderia ter sido infinitamente melhor, mas Dixon estava de volta ao páreo. Largando na pole, o neozelandês também sofreu com amarelas fora de hora. Mas foi antes de Montoya, tendo mais tempo para se recuperar – e acertar a hora de parar na paralisação seguinte. Quarto lugar para ele e o sonho do título ainda de pé.
Rahal venceu a segunda corrida em 2015 (Foto: IndyCar)
 
Montoya – 500 pontos
 
O jogo virou em Pocono. Vencedor da etapa em 2014, Montoya saiu de uma péssima 19ª colocação e, de pouco em pouco foi subindo. Contando com uma série de bandeiras amarelas e incidentes – um deles o que acabou culminando na morte de Wilson – Montoya conseguiu ser o terceiro e estava de volta como grande favorito ao título.
 
Rahal – 466 pontos
 
Um final de semana que parecia promissor para Rahal, largando no quinto lugar, acabou mais cedo e de forma péssima. Vítima do otimismo exagerado de Tristan Vautier, o americano foi acertado e acabou no muro, perdendo tudo que conquistou em Mid-Ohio em relação a Montoya.
 
Dixon – 453 pontos
 
Dixon foi apenas mediano em Pocono. O neozelandês não fez bom treino classificatório e saiu em 11º. Porém, como a corrida foi praticamente de resta um, Dixon foi levando seu carro são e salvo e chegou em nono.
 

GOSTA DO CONTEÚDO DO GRANDE PRÊMIO?

Você que acompanha nosso trabalho sabe que temos uma equipe grande que produz conteúdo diário e pensa em inovações constantemente. Mesmo durante os tempos de pandemia, nossa preocupação era levar a você atrações novas. Foi assim que criamos uma série de programas em vídeo, ao vivo e inéditos, para se juntar a notícias em primeira-mão, reportagens especiais, seções exclusivas, análises e comentários de especialistas.

Nosso jornalismo sempre foi independente. E precisamos do seu apoio para seguirmos em frente e oferecer o que temos de melhor: nossa credibilidade e qualidade. Seja qual o valor, tenha certeza: é muito importante. Nós retribuímos com benefícios e experiências exclusivas.

Assim, faça parte do GP: você pode apoiar sendo assinante ou tornar-se membro da GPTV, nosso canal no YouTube