Motociclismo

Candidato único, Viegas é eleito em assembleia em Andorra e sucede Ippolito no comando da FIM

Jorge Viegas foi eleito presidente da FIM (Federação Internacional de Motociclismo) no último dia 1 em uma assembleia em Andorra. Português assume o comando da entidade que é presidida pro Vito Ippolito desde 2006
Warm Up / Redação GP, de São Paulo
 Jorge Viegas é o novo presidente da FIM (Foto: FIM)
A FIM (Federação Internacional de Motociclismo) já tem um novo presidente. No comando de Vito Ippolito desde 2006, a entidade máxima do esporte passará a ser liderada pelo português Jorge Viegas.
 
No último sábado, durante a Assembleia Geral Anual da FIM, em Andorra, Viegas foi eleito como sucessor do venezuelano Ippolito. Ex-piloto de 250cc, Jorge foi vice-presidente da entidade entre 1996 e 2014.
 
Ex-presidente da Federação de Motociclismo de Portugal, Viegas foi candidato único ao cargo após a desistência do austríaco Wolfgang Srb, que se retirou da disputa por questões de saúde. O português foi eleito com 79 votos dos 101 possíveis.
Jorge Viegas é o novo presidente da FIM (Foto: FIM)
“Estou verdadeiramente honrado em ser eleito presidente da FIM”, disse Viegas. “É uma conquista de vida por ver minha paixão pelo motociclismo se desenvolver para um papel que pode me permitir ter um impacto positivo no esporte”, seguiu.
 
“Passei muitos anos trabalhando para e com a FIM e estou ansioso para um futuro brilhante juntos”, comentou. 
 
A partir de fevereiro de 2019, Viegas também passa a ser o diretor-executivo interino da Conferência de Comissões da entidade.
 
Falando à agência Lusa, Viegas afirmou que sua prioridade é “arrumar a casa” na FIM.
 
“Vamos começar a arrumar a casa a partir de hoje”, anunciou.
 
Questionado sobre a possibilidade de o Mundial de Motovelocidade retornar a Portugal, Viegas respondeu: “Agora eu sou presidente de 111 federações. Mas vou fazer tudo que puder para ajudar. Aliás, já comecei. Mais cedo ou mais tarde, vamos ter o GP de Portugal de volta ao calendário do Mundial”.
 
O dirigente, no entanto, reconheceu que a volta do país ao calendário do Mundial é uma “questão de política nacional”.