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MotoGP

10 mil testes de coronavírus e início no fim de julho: MotoGP detalha plano para 2020

Diretor-executivo da Dorna, Carmelo Ezpeleta detalhou os planos para o Mundial de Motovelocidade na esteira do cancelamento dos GPs de Alemanha, Holanda e Finlândia. Ideia é testar integrantes do campeonato para o novo coronavírus três vezes na etapa

Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
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Ainda é difícil imaginar quando a situação da pandemia do novo coronavírus dará uma trégua, mas a Dorna segue trabalhando em planos alternativos para a temporada 2020 da MotoGP. Diretor-executivo da empresa espanhola, Carmelo Ezpeleta revelou que, no momento, a ideia é começar o campeonato no fim de julho. Além disso, a companhia negocia a compra de 10 mil testes para atestar a saúde os integrantes da disputa.
 
A pandemia impactou de forma severa o calendário do Mundial. Até aqui, as corridas de Catar, Alemanha, Holanda e Finlândia foram canceladas, enquanto os GPs de Tailândia, Austin, Argentina, Espanha, França, Itália e Catalunha foram adiados.
Carmelo Ezpeleta (Foto: Divulgação/MotoGP)
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Na esteira do cancelamento das provas de Sachsenring, Assen e Kymi Ring, Ezpeleta voltou a se pronunciar e explicar o planejamento atual do campeonato.
 
“No momento, a nossa ideia é começar no fim de julho. Quando e onde ainda não está decidido”, disse Carmelo. “Nosso programa inicial certamente é começar na Europa e correr do fim de julho até novembro e ver o que acontece, e se as corridas não europeias serão possíveis depois de novembro. No pior caso, se não foi possível viajar para fora da Europa, vamos manter um campeonato de pelo menos dez a 12 corridas entre o fim de julho e o fim de novembro”, seguiu.
 
Para isso, porém, a Dorna, por meio da Bridgepoint, que é dona da empresa, negocia a compra de 10 mil testes de coronavírus para poder atestar a saúde das pessoas que estarão envolvidas nas corridas. 
 
“Nós estamos trabalhando com apenas 10 mil testes, que foi o que acordamos com a Bridgepoint. O que estamos tentando fazer é criar um protocolo, que é a forma como estamos trabalhando dentro da Dorna agora para ver como as corridas podem acontecer sem espectadores e com um número limitado de pessoas no paddock, o que nos dará situações diferentes no caso de transporte, acomodações, hospitality”, explicou. “Aí todos serão testados antes de deixarem suas casas, testados quando chegarem ao circuito e quando voltarem para casa. Essa é a ideia. Nós estamos trabalhando com outra companhia que pertence à Bridgepoint para adquirir esses 10 mil testes”, completou.


 
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