Aleix Espargaró entende dispensa da Suzuki, mas revela mágoa por saber da chegada de Iannone por mecânicos

Aleix Espargaró afirmou que foi tratado como um rei nos dois anos em que esteve na Suzuki, mas admitiu que ficou magoado por ter sabido da contratação de Andrea Iannone por seus mecânicos. Catalão disse entender a dispensa, já que não estava apresentando uma boa performance

 

Aleix Espargaró ainda não engoliu a maneira como viu sua saída da Suzuki definida. O catalão defendeu a marca nipônica por dois anos, mas acabou dispensado no fim de 2016 para dar lugar a Andrea Iannone

 
Falando ao site britânico ‘Crash.net’ após a apresentação da Aprilia na sede da marca em Noale, Aleix revelou que soube da contratação de Iannone por meio de seus mecânicos.
 
O #41 começou lembrando o início de temporada difícil, já que a mudança para os pneus Michelin acabou por afetar seu estilo de pilotagem.
Aleix Espargaró contou que soube da contratação de Iannone por mecânicos (Foto: Suzuki)

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“Eu chorei muito, muito, muito depois do warm-up do GP do Catar”, contou Aleix. “Eu nunca tinha chorado na vida por conta de um resultado na MotoGP ou em uma corrida. Mas eu estava desesperado. Não estava curtindo”, seguiu.
 
Titular da Suzuki desde o início desta nova fase da montadora na MotoGP, Espargaró admitiu que até esperava a dispensa por conta de sua performance abaixo do esperado, mas afirmou que gostaria que as coisas tivessem acontecido de uma maneira diferente.
 
“Isso me machucou”, disse. “Na verdade, nos dois anos em que fiquei na Suzuki, eu era um rei. Tudo que eu precisava, eu tinha. Tudo que eu pedia, eu tinha. Tudo era fantástico”, reconheceu.
 
“Mas, na parte final, a forma como eles fizeram… Quer dizer, se eles decidiram que Iannone era meu substituto, tudo bem. Eu não sou o chefe da Suzuki. Eu concordaria. Mas, para mim, a forma como eles fizeram tudo, no meio de um GP, eles falaram com os mecânicos antes de falarem comigo”, revelou. “Para mim, não foi a maneira correta. Quando você está em um momento difícil como eu estava, eu nunca falei mal da Suzuki. Nunca falei que a Suzuki era uma merda quando eu estava caindo. Nunca, nunca”, recordou.
 
“Eu estava testando chassi, tudo que os engenheiros me pediam. Então me senti um pouco mal. Mas, sabe, as coisas são assim. Este mundo não é fácil!”, resumiu.
 
Ainda, Aleix contou como soube da contratação de Iannone: por meio de um mecânico ao invés do comando do time.
 
“Eu me lembro que quando cheguei em Mugello — eu cheguei na quarta-feira —, meus mecânicos me disseram: ‘Aleix, não sei se você sabe, mas nós tivemos uma reunião nesta manhã e Iannone está vindo’”, falou. “Eu disse: ‘O que?’. E eles responderam: ‘É, é. Eles me contaram do Iannone’. E eu disse: ‘O que? Mas quem te disse?’. ‘Eles fizeram uma reunião com todos nós’”, continuou.
 
“Para mim, não foi a maneira certa de fazer. Mas foi a única coisa que realmente me feriu, porque eu não era competitivo. Eu sei. É muito fácil. Eu não era competitivo, então outro veio. Isso é muito claro. Mas a maneira como eles fizeram isso…”, reforçou.
 
Aos poucos, Aleix foi se adaptando aos pneus Michelin e recuperou sua competitividade. Em Aragão, o catalão já estava de volta ao top-6 e brigou pelo pódio no Japão e na Austrália.
 
A caminho de sua oitava temporada na MotoGP, o mais velho dos irmãos Espargaró destacou que tem como grande motivação provar o erro daqueles que vêm a Aprilia muito abaixo da Suzuki.
 
“O que eu gosto bastante é que muitas pessoas me disseram depois de sair da Suzuki e ir para a Aprilia que era um passo para trás. Então isso me dá muita motivação”, declarou. “Treinei mais do que nunca na minha vida neste inverno. Perdi três quilos em relação ao ano passado. Então estou totalmente pronto para este projeto. Acho que começamos melhor do que todos esperavam”, concluiu.

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