MotoGP

Álex Márquez cita mudança de atitude em 2019 e fala de influência de irmão Marc

Álex Márquez tem feito grande temporada na Moto2 em 2019. Atual líder da classe intermediária do Mundial, o espanhol explicou as mudanças que teve neste ano, além de falar das influências e exemplos de seu irmão Marc

Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
Álex Márquez falou um pouco sobre sua positiva temporada na Moto2. O espanhol explicou o que mudou em sua mentalidade para começar a conseguir os bons resultados, além de falar da influência exercida por seu irmão Marc.
 
O piloto foi campeão da Moto3 em 2014 e, no ano seguinte, saltou para a classe intermediária com a Marc VDS. Apesar de aparecer nas primeiras colocações nos últimos campeonatos, é em 2019 que realmente mostrou um salto de desempenho.
 
Diminuindo o número de erros e quedas, tem mostrado o ritmo necessário para se colocar como o principal postulante ao título – após nove etapas, é o líder da classificação com 136 pontos após alcançar quatro vitórias e cinco pódios.
 
“Não há uma coisa que tenha mudado e que se pode atribuir que mudou tudo. Todos na equipe estão mais tranquilos, temos nossas rotinas e isso me da confiança que precisava em mim mesmo, não há pressão, apenas a confiança para dizer que pode fazê-lo, tem o talento”, explicou.
Os irmãos Márquez (Foto: Reprodução)
“Voltamos mais inteligentes na maneira em que encaramos os finais de semana. Em alguns treinos estamos em décimo, 11º, oitavo, enquanto em ritmo somos um dos melhores”, continuou.
 
“Temos que sobreviver para estar entre os 14 melhores e passar diretamente ao Q2, mas ao mesmo tempo, trabalhamos com os pneus para ver quanto duram e nos preparar para a corrida da melhor maneira possível. O método de trabalho de agora é mais fácil e aproveitamos mais”, completou.
 
O mais jovem dos Márquez ainda falou da influência de seu irmão Marc, e não só para ele, mas para outros pilotos. “Claro que é um bom exemplo, não apenas para mim, mas para todos. Lida bem com a situação, não perde a cabeça quando se trata de fazer uma volta rápida para ir ao Q2. Tem o controle, mas mais do piloto e técnico”, comentou.
 
“Por exemplo, David [Gracía, chefe dos mecânicos], é novo comigo e me dá a confiança para dizer ‘Estamos em décimo, somos décimos, temos o ritmo, não se preocupe, mantenha a calma e logo veremos o que aconteceu, estamos trabalhando para a corrida’. E isso é exatamente o que se precisa”, encerrou.
 

 
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