Com futuro definido para 2018, Smith diz que anúncio da KTM serve para evitar “situações constrangedoras”

Bradley Smith poderia destacar a confiança da KTM nele para mantê-lo a bordo mesmo após uma temporada fraca quando há um reserva pedindo passagem. Mas a maior felicidade de Smith com relação ao anúncio da KTM é de que ele não vai mais precisar falar sobre o futuro

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O fato de a KTM enfim ter oficializado a dupla de pilotos para a temporada 2018 da MotoGP é um alívio para Bradley Smith. Claro que existe a questão da pressão por não estar conseguindo igualar ou sequer se aproximar do ano que o companheiro Pol Espargaró está tendo, mas, segundo Smith, especialmente por não ter que viver "situações constrangedoras" ao lidar publicamente com a situação.

 
Pela temporada fraca – são 14 pontos contra 37 de Espargaró e 11 de Mila Kallio em apenas três provas -, havia enorme dúvida sobre a permanência de Smith. Kallio, pelas boas atuações na trinca de corridas que fez no ano e a excelente impressão que deixou nos testes da marca austríaca, era tido como ameaça.
 
Agora, na primeira corrida após a confirmação, Smith gosta da situação de não precisar especular sobre seu futuro.
 
"Impede que vocês [imprensa] fiquem perguntando coisas e a gente passe pela esquisitice de ter que respondê-las", falou. "Em termos de equipe também é mais fácil, porque as perguntas vinham de todas as direções, o que configura uma situação constrangedora para todo mundo. Então é bom tirar isso do caminho para nos concentrarmos nessas quatro corridas finais e nos testes de inverno em Valência e Jerez enquanto tentamos melhorar o desempenho", seguiu.
Bradley Smith (Foto: Gold & Goose/KTM)

Por conta de Kallio ter recebido uma chance de correr como wild-card em Aragão, existiu a impressão de que era na prova espanhola que a KTM faria a decisão final sobre quem seria o companheiro de Espargaró em 2018. Kallio foi melhor, mas Smith garante que dentro da equipe nunca houve uma impressão de que se tratava de uma final.

 
"O foco em Aragão [sendo uma prova de vida ou morte] era apenas externo. Internamente esses tipos de resultados não eram o foco. Todo mundo teve a impressão de que Aragão era um fator decisivo, mas internamente a KTM tinha os próprios planos e cenários", explicou. 
 
Por fim, o piloto inglês garantiu que o prosseguimento dele na KTM era esperado. Afinal, o programa que ele e a fábrica acertaram em 2016 não foi afetado e segue segundo esperado. 
 
"Nós seguimos com o programa que concordamos quando assinamos o contrato no começo de 2016. Vamos terminar da forma como começamos. Na minha cabeça, sempre seria essa a forma que terminaria", encerrou.
’EXTRAORDINÁRIO’

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